Autor: São Paulo em Foco

  • Advogado de Cuiabá usa Maçonaria e é acusado de R$ 14 milhões em golpes

    Advogado de Cuiabá usa Maçonaria e é acusado de R$ 14 milhões em golpes

    O advogado Samir de Matos, 44 anos, é acusado de aplicar golpes em mais de 70 pessoas, entre advogados, empresários e até médicos em Cuiabá. Juntas, as vítimas teriam sofrido um prejuízo de mais de R$ 16 milhões.

    Para atrair as vítimas, Samir se passava por advogado de sucesso e membro da Maçonaria, gerando assim a impressão de ser uma pessoa séria e de confiança. Ao “clientes”, prometia intermediar investimentos lucrativos, mas acabou dando um golpe milionário. 

    Somente em dois boletins de ocorrências Samir é acusado de aplicar golpes de mais de R$ 1 milhão em pessoas que fizeram investimentos no mercado financeiro através da empresa Ktrader LTDA-ME, registrada em nome do jurista. Porém, desde o último fim de semana, os registros contra ele aumentaram consideravelmente.

    Em uma das denúncias registrada junto à Polícia Judiciária Civil, nesta segunda-feira (21), a vítima é um advogado de 57 anos. Ele descreve que sofreu um prejuízo de mais de R$ 800 mil. 

    Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima vinha disponibilizando recursos financeiros para investimento no mercado financeiro, recebendo em contrapartida percentual de 5% de lucratividade ao mês com garantia de que nunca teria prejuízo. As contas onde os valores eram aplicados estavam abertas em nome de Samir, de onde também eram feitos os percentuais devolvidos às vítimas.

    A vítima descreveu no registro de ocorrência todos valores e datas das aplicações feitas ao acusado, somando um total de R$ 836.112,20 mil. A contrapartida de rendimento foi realizada até junho de 2021.

    Segundo a vítima, o suspeito apresentava inúmeras “desculpas” pelo atraso nos pagamentos, mas nunca deixou de dar satisfações. No entanto, no último domingo (20), a esposa do suspeito informou que o marido havia desaparecido.

    Segundo a mulher, o deixou na rodoviária de Presidente Prudente, interior de São Paulo, no sábado (19). Disse ainda que Samir lhe afirmou ter apenas três opções: se matar, ser morto ou desaparecer. 

    Ele optou pela última e, após isso, não deu mais notícias. O advogado utilizava o escritório dessa vítima para fechar negócios com os novos investidores.

    Porém, ele nega qualquer participação com os golpes e diz que também foi vítima de Samir. Em outro boletim de ocorrência, registrado por uma mulher de 45 anos e seu filho de 29 anos, o valor investido junto à empresa de Samir chega a R$ 250 mil.

    A mulher disse que os depósitos à Samir foram feitos em entre abril e outubro de 2021 e que recebeu pagamentos dos percentuais de lucratividade somente em até dezembro. Em contato, o advogado disse estava enfrentando problemas com seu CPF e por isso não passava o percentual dos lucros.

    No último dia 20, mãe e filho falaram com a esposa do suspeito, que descreveu os mesmos fatos narrados pela primeira vítima. Um inquérito já foi instaurado pela Polícia Judiciária Civil por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, que está investigando o caso.

    O acusado não foi localizado até o momento. Ele teria ficado num resort de luxo neste mês em Chapada dos Guimarães por três dias.

  • YouTube retira do ar canal de pastor acusado por golpes contra fiéis

    YouTube retira do ar canal de pastor acusado por golpes contra fiéis

    Goiânia – O YouTube retirou do ar o canal do pastor Osório José Lopes, após pedido feito pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). Ele é acusado de aplicar golpes em centenas de fiéis da igreja em Goianésia (GO), a 198 km da capital goiana.

    O MP alegou que ele utilizava o canal para atrair novas vítimas do golpe e por isso precisava ser extinto. Agora, ao entrar na página, além de todos os vídeos terem sido retirados do ar, aparece a seguinte mensagem:

    “Este canal não está disponível em seu país”.

    VEJA:

    Página do canal do pastor

    O pastor responde na Justiça em Goiás pelo crime de estelionato. Ele chegou a ficar preso por 30 dias, no passado, mas foi solto em 2018 e se mudou para São Paulo, onde teria feito novas vítimas.

    Conforme a denúncia, ele e outro religioso diziam aos fiéis que haviam ganhado um título no valor de R$ 1 bilhão, mas que precisavam juntar fundos para conseguir recebê-lo. Osório falava que esse dinheiro estava no “Tesouro Mundial” e que desejava dividi-lo, mas que, para isso, precisava de ajuda financeira.

    O canal no YouTube era utilizado por ele quase que diariamente para atrair pessoas. Ele fazia os vídeos direto de um condomínio em São Paulo e levava uma vida de luxo, chegando ao ponto de usar um helicóptero para frequentar cultos, no período que esteve em Goiás, segundo a polícia.

    Promessas

    Reportagem do Fantástico revelou que no domingo (13/3) que, apesar de se dizer pastor, Osório não é ligado a uma igreja específica. Nas redes sociais, ele prometia o retorno financeiro e divisão do fundo bilionário aos fiéis, sempre dizendo que estava próximo disso acontecer.

    “Já tem ordens de um governo mundial sobre esse regimento financeiro determinando datas para finalizar. Isso eu estou dizendo e eu posso cair morto nessa mesa”, disse ele em um dos vídeos publicados no YouTube.

    m outro, ele explicou como teria ficado rico: “Em 2011, eu orei por um moço, um milionário do Brasil. Sabe o que é dinheiro? Não é um milhão, dois. É bilionário”. O autodenominado pastor disse que, em troca, teria recebido títulos que valeriam muito dinheiro.

    Ele chegou a prometer para uma das vítimas, que é empresário em São Paulo, um retorno financeiro de R$ 2 quatrilhões. Segundo a investigação, isso é demonstrado em documento com o nome dele. O valor, no entanto, supera a fortuna das 10 pessoas mais ricas do mundo, conforme a lista da Forbes.

    Posicionamento

    Em liberdade, o pastor respondeu às acusações em vídeo publicado nas redes sociais. Ele chamou os crimes imputados a ele de “coisas erradas” e atribuiu a responsabilidade a outras pessoas.

  • Da periferia ao luxo: quem é Klebim, preso por fazer rifa ilegal de carrões

    Da periferia ao luxo: quem é Klebim, preso por fazer rifa ilegal de carrões

    Dono de uma “frota” milionária de carros, o youtuber Kleber Rodrigues de Moraes, o Klebim do canal Estilo Dub, foi preso na manhã de hoje (21) pela Polícia Civil em Brasília (DF). Acusado de integrar uma associação criminosa interestadual voltada à prática de jogo de azar e lavagem de dinheiro, o influenciador tem uma história marcada por conquistas pessoais e ostentação.

    Presente em diversas redes sociais, Kleber soma mais de 4 milhões de seguidores, entre perfis pessoais e de seu site, “Estilo Dub”, que atualmente está fora do ar. Em seus perfis, é comum vê-lo posando com carrões preparados – a maioria seguindo a tendência “Dub”, de rebaixar a suspensão. Seus carrões foram apreendidos e ficavam guardados na mansão de R$ 4 milhões do influenciador, localizada no Park Way – área nobre da capital federal.

    A Chevrolet Montana rifada por Klebim, além de preparada, tinha mais de R$ 60 mil em som automotivo

    A maior parte do conteúdo gerado por Klebim é focada nas transformações que ele faz em seus veículos, que depois eram rifados no site dfrifas.com.br, igualmente retirado do ar após a prisão. Um dos sorteios mais populares foi de uma Chevrolet Montana que, por vários meses, foi o “xodó” do canal. Além de rebaixada e com motor “mexido”, o veículo tinha cerca de R$ 60 mil de som automotivo instalados na respectiva caçamba.

    Em seus vídeos, o youtuber conta que já chegou a ter cerca de 20 carros simultaneament – no momento da prisão, a polícia apreendeu um Lamborghini Huracán – que deu o nome à operação – e uma Ferrari 458 Spider. Cada um desses esportivos é avaliado em pelo menos R$ 3 milhões.

    Afinal, quem é Klebim?

    Natural de Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, Klebim diz que a paixão por automóveis nasceu na adolescência, quando assistiu ao filme “Velozes e Furiosos”. Aos 16 anos, morando na periferia de Brasília, Kleber criou o site “Estilo Dub” para colocar em prática os conhecimentos adquiridos em um curso para montar páginas na internet. Na época, ele publicava fotos de carros que tirava em eventos automotivos. Paralelamente, também criou uma comunidade no Orkut e um canal no Youtube.

    Anos depois, Kleber começou a ganhar fama com suas páginas no Facebook e Instagram, além do canal no Youtube. Além da renda com publicidade e visualizações de vídeos, o que é comum entre os influenciadores, as rifas de veículos faziam parte do orçamento.

    Nos seus vídeos, o influenciador de 27 anos fala sempre sobre sonhos e conquistas, e utiliza o estilo “ostentação” para inspirar outros jovens. “Hoje nós é empreendedor, pra várias bocas? fruto de sustento. Esforço e talento, isso aqui nós tem de sobra, dobra a disposição, muita marcha e mão na obra”, disse em sua última publicação no Instagram.

    Por que as rifas são ilegais?

    Segundo a Polícia Federal, uma associação criminosa era capitaneada por influencers como Klebim, que promoviam e rifavam veículos no Instagram e em canais do YouTube. Os veículos eram preparados com rodas, suspensão e som especiais e os sorteios eram anunciados na internet. Como possuíam milhares de seguidores, as rifas eram vendidas com facilidade.

    Os valores angariados seguiam para contas de empresas de fachada, segundo a Polícia Civil,,e eram utilizados para aquisição de novos veículos, registrados em nome de “testas de ferro”. Os criminosos teriam movimentado cerca de R$ 20 milhões em apenas dois anos.

    Chamados pelos próprios realizadores de rifas, sorteios deste tipo não têm registro nos órgãos competentes e se tornaram uma prática extremamente rentável.

    Muitos organizadores tentam passar a impressão de legalidade ao dizer que as rifas promovidas são filantropia premiável e os sorteios, realizados pela Loteria Federal. De fato, essa modalidade de sorteio existe e nada mais é do que um título de capitalização emitido por instituições financeiras sob autorização da Susep (Superintendência de Seguros Privados), cujo resgate é destinado a entidades beneficentes.

    Contudo, a prática não prevê a venda de cotas individualmente e sim a aquisição do título, que dá direito a um ou mais “números da sorte” para concorrer a prêmios.

    Além da filantropia premiável, sorteios também podem ser realizados mediante certificado de autorização da Secap (Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria), órgão do Ministério da Economia. Nesse caso, a comercialização de números, como era o caso de Klebim, também é proibida.

    Conforme a Secap, é permitido a uma empresa sortear veículos e outros bens “por meio da venda de seus produtos” – ou seja, uma determinada quantia gasta dá direito a um ou mais números para concorrer aos prêmios. É o que costuma acontecer em ações promocionais de shoppings, por exemplo.

    Cabe às entidades citadas fiscalizar as empresas e investigar eventuais suspeitas ou denúncias de irregularidades.

    ‘Prisão arbitrária’

    No Brasil, apenas a Caixa Econômica Federal tem autorização para realizar venda de números e os respectivos sorteios, por meio das loterias oficiais.

    A defesa de Klebim disse que a prisão é “completamente arbitrária, desproporcional e ilegal”. “[A prisão] é fruto de uma pirotecnia para criar constrangimentos e fatos midiáticos. Confiamos que o poder judiciário corrigirá essa arbitrariedade revogando imediatamente essa prisão”, disse José Sousa de Lima, advogado dos investigados

  • BBB22: Laís, Douglas Silva e Eliezer estão no paredão desta semana

    BBB22: Laís, Douglas Silva e Eliezer estão no paredão desta semana

    Nesse domingo (20), o nono Paredão foi formado. Os votos, alguns combinados, foram certeiros e a berlinda ficou com Laís e Douglas e Eliezer.

    Rolou a tradicional indicação do Líder, votação no confessionário e voto aberto e a prova Bate-Volta. Gustavo já estava indicado após a dinâmica com os ex-participantes desta edição, que rolou na semana passada.

    Lucas, o Anjo da semana, já havia contado quem seria sua protegida da semana. Ele deu a imunidade para Eslovênia.

    O líder Arthur Aguiar indicou Laís ao Paredão. “Há um tempo me escolhe no jogo da Discórdia pra falar sobre mim ou distorcer histórias sobre mim. Outra percepção é que ela é uma pessoa no ao vivo e outra fora do ao vivo”, disse ele.

    Laís teve direito ao contra-golpe e indicou DG.

    “Se eu tivesse a opção de puxar o líder eu puxaria. Mas não tem como, então vai o DG”, disse ela.

    Voto no confessionário

    • Scooby votou em Eli
    • Jessilane votou em Eli
    • PA votou em Eli
    • Eli votou em PA
    • Laís votou em Pedro Scooby
    • Lina votou em PA
  • Real Food é acusada de favorecimento em contrato

    Real Food é acusada de favorecimento em contrato

    Sediada em Santo André, a empresa do ramo de alimentos Real Food Alimentação Ltda é acusada de favorecimento em processo licitatório que prevê fornecimento de quentinhas para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Santo André. Segundo a denúncia, a firma teria sido beneficiada com informações privilegiadas sobre o certame antecipadamente, o que ela nega.

    A acusação dá conta de que a Real Food era informada antecipadamente sobre os valores fixados pela Secretaria estadual de Administração Penitenciária no processo licitatório e, em posse de dados privilegiados, supostamente apresentava preços mais baratos para abocanhar contratos. A denúncia foi levada à corregedoria administrativa do sistema penitenciário paulista.

    O Diário teve acesso a documento registrado em cartório no dia 9 de janeiro cujo conteúdo anunciava previamente que a Real Food venceria licitação para prestação dos serviços no CDP de Santo André, fato este que veio a se confirmar posteriormente, embora o contrato ainda não tenha sido homologado.

    Irregularidades no pregão chegaram ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), que chegou a paralisar o certame. Diante do impasse, a secretaria fechou contrato emergencial com a Real Food para fornecimento de marmitas aos detentos e funcionários do CDP, mas caminha para finalizar o acordo. Segundo o denunciante, as informações privilegiadas eram passadas por servidor da própria secretaria.

    O Diário já revelou que a firma é alvo de investigações, inclusive em outros estados, sobre suspeitas de irregularidades em contratos com o poder público e até de má qualidade nos serviços. Fiscalização da própria Secretaria de Administração Penitenciária já identificou que a empresa fornecia produtos em quantidades menores que o contrato e até diferentes, como a troca de carne bovina por carne suína.

    Por meio de nota, a pasta alegou que firmou contrato emergencial com a Real Food porque “empresas concorrentes entraram com recursos (questionando a licitação)” e para que “presos e servidores dos CDPs de Mauá e de Santo André não ficassem sem alimentação”. “Valor apresentado pela empresa Real Food Alimentação foi o menor diante das demais empresas que participaram do processo de licitação. A pasta reforça que a atual contratação foi firmada com cláusula resolutiva, condicionando o encerramento logo após conclusão da licitação. Salientamos que na atual contratação, ainda que emergencial, houve redução do valor anteriormente contratado. Por fim, informamos que a Corregedoria Administrativa do Sistema Penitenciário está monitorando a prestação do serviço”.

    Já a Real Food negou veementemente as irregularidades e alegou desconhecer a denúncia. “A Real Food desconhece a denúncia e não foi notificada a respeito da investigação em curso ou de qualquer outra, nem pelo cartório onde a suposta denúncia foi protocolada e nem pela corregedoria. A acusação é infundada e mentirosa. Sobre as medidas em curso, a partir de agora a empresa buscará mais informações a respeito da acusação, haja vista que não existe nenhuma irregularidade a ser apurada”.  

  • Após amputar perna de vítima de acidente em rodovia, falso médico é desmascarado

    Após amputar perna de vítima de acidente em rodovia, falso médico é desmascarado

    Gerson Lavísio, de 32 anos, foi detido em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, depois de descoberto que atuava como falso médico para a concessionária que administra a Rodovia Presidente Dutra.

    O caso veio à tona porque o falsário ordenou a amputação da perna de um homem preso às ferragens, vítima de acidente no último domingo (13).

    A conduta levantou suspeitas por parte de outros médicos da equipe que estavam no local.

    Lavísio utilizava um diploma falso, confessou o crime e foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF).

    No acidente que envolveu três caminhões em Lavrinhas (SP), um motorista, de 36 anos, teve uma das pernas presa às ferragens. O falso médico determinou a amputação ainda na rodovia. Outros profissionais estranharam o “procedimento” e avisaram a Polícia Rodoviária Federal.

    Os policiais consultaram os documentos do homem e constataram que ele utilizava um CRM que estava em nome de um médico já falecido. Lavísio foi levado à delegacia e confessou a armação, segundo o UOL.

    “Policiais rodoviários federais receberam denúncia sobre um indivíduo que estaria trabalhando como médico ilegalmente e foram até o local citado, onde detiveram o suspeito. Ele confessou que não é médico, apenas fez curso de socorrista. O suspeito foi liberado após assinatura de um termo circunstanciado”, diz um dos trechos da nota da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

    Falsário tentou se inscrever no Cremesp

    O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), também via nota, informou que Lavísio protocolou, em fevereiro, pedido de inscrição usando um diploma falso. Ele dizia ter se formado em 2021, em uma universidade paulista.

    O homem atuava como médico de resgate contratado no formato de prestador de serviço para a Enseg, terceirizada da concessionária CCR SP-Rio.

    No ato da contratação, conforme informou a empresa, ele apresentou cópia do diploma e um protocolo de abertura de pedido de CRM junto ao Cremesp.

  • Campanha de Tarcísio acredita que Weintraub desistirá de candidatura

    Campanha de Tarcísio acredita que Weintraub desistirá de candidatura

    A campanha de Tarcísio de Freitas não leva fé na candidatura do ex-ministro Abraham Weintraub ao governo de São Paulo. Aliados do ministro da Infraestrutura afirmam que Weintraub irá optar por concorrer a um cargo para o qual tenha chances de se eleger, como deputado federal.

    Weintraub acabou isolado pelo bolsonarismo e teve de se filiar ao minúsculo Brasil 35, o antigo PMB. O ex-ministro da Educação defende a reeleição de Jair Bolsonaro, mas aponta Tarcísio como um adversário na disputa estadual. O discurso de Weintraub tem sido carregado de críticas ao Centrão, grupo do qual faz parte o PL, a sigla do presidente e provável destino do ex-colega de Esplanada.

    Tarcísio decidiu concorrer em São Paulo após um pedido de Bolsonaro, que encontrava dificuldades para arrumar um candidato competitivo no maior colégio eleitoral do país. O ministro apareceu com 7% das intenções de voto na última pesquisa feita pelo Ipespe. Weintraub somou 2%.

  • Ex-presidente da Ecovias faz acordo com MP e pagará multa de R$ 12 milhões.

    Ex-presidente da Ecovias faz acordo com MP e pagará multa de R$ 12 milhões.

    Considerado um dos executivos mais influentes do setor de transportes em São Paulo das últimas décadas, o ex-diretor-presidente do grupo Ecovias, Marcelino Rafart de Seras, de 64 anos, assinou um acordo de acordo de não persecução cível com o Ministério Público que prevê o pagamento de uma multa de R$ 12 milhões por crimes que afirma ter cometido em nome da empresa.

    O acordo foi homologado na tarde de hoje pelo Conselho Superior do Ministério Público. Em dezembro, o mesmo conselho já havia homologado acordo com a Ecovias de R$ 638 milhões relacionado aos mesmos fatos. A empresa é a concessionária do sistema Anchieta-Imigrantes, um dos mais importantes e rentáveis do estado.

    Para valer de fato, os dois acordos ainda precisam ser submetidos ao Judiciário paulistano, o que deve ocorrer nos próximos dias. No relato do executivo e de colaboradores da empresa, o grupo Ecovias admitiu ter operado por meio de cartel formado com outros 11 grupos econômicos interessados nas concessões de infraestrutura paulistas desde os anos 90, em governos do PSDB.

    Os 11 grupos econômicos englobam mais de 80 empresas, que devem ser alvo de apurações por parte do MP paulistano.

    Rafart de Seras estava afastado do cargo de diretor-presidente da empresa desde outubro de 2018, após uma operação da Polícia Federal, por decisão do conselho de administração. Em um de seus relatos, o executivo revelou ter pagado propina a seis deputados estaduais de São Paulo para influenciar o relatório final de uma CPI da Assembleia Legislativa que apurava o setor, em 2000. O caso foi revelado em julho do ano passado pela revista Crusoé. Além dos crimes de fraude em licitação e formação de cartel, os inquéritos investigam políticos e funcionários públicos por recebimento de propina. Pelo acordo homologado, o Ministério Público se compromete a não denunciar a Ecovias à Justiça pelos crimes cometidos.

    Obras previstas

    A maior parte da multa paga pela empresa, R$ 400 milhões será investida na construção de um bulevar para dar mais fluidez ao trânsito e evitar congestionamentos na zona sul da capital, próximo à região do Complexo Viário Escola de Engenharia Mackenzie. Uma outra parte será utilizada em melhorias de segurança na rodovia Anchieta que não estavam previstas no contrato de concessão original assinado com o estado..

    Uma outra parte será utilizada em melhorias de segurança na rodovia Anchieta que não estavam previstas no contrato de concessão original assinado com o estado.

    O Ministério Público havia pleiteado que parte dos valores financiassem uma redução da tarifa paga pelo usuário, mas o governo estadual se opôs à medida. Ficou acertado que R$ 200 milhões irão para o caixa da administração estadual. Procurados para falar sobre o caso, os promotores da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social não quiseram se manifestar sobre a homologação. Em nota, o PSDB de São Paulo registrou que “não é parte no processo e desconhece o acordo em questão.

  • Aplicativo simula efeito da bomba russa caso fosse lançada em Curitiba; saiba o que aconteceria

    Aplicativo simula efeito da bomba russa caso fosse lançada em Curitiba; saiba o que aconteceria

    Um aplicativo simula os estragos de uma bomba nuclear e seus respectivos efeitos, como radiação, em qualquer região do planeta. De acordo com o APP BlastSim, se arma russa Tsar Bomb fosse lançada em Curitiba, na Praça Tiradentes, no marco zero da cidade, teria um poder de destruição enorme: capital e a região metropolitana atingidas.

    Considerando a população de Curitiba em 2020, perderiam a vida instantaneamente aproximadamente 80.537 pessoas, com uma imensa bola de fogo.

    Na sequência, num raio de mais de 2 mil quilômetros, haveria os efeitos da radiação. O calor da bomba seria sentido a mais de 3 mil km de distância, seria possível ouvir o estrondo a mais de 4 mil km e, por fim a bola de fogo seria de quase 200 metros.

    Simulação com uma bomba maior, de 50.000 kt

    Com uma bomba de 50.000 kt (a maior que existe), o número de vítimas estimadas seria de 2, 6 milhões.

    Primeira versão da bomba foi criada nos anos de 1960

    Tsar Bomb foi o nome dado à bomba de Hidrogênio, ou bomba termonuclear, RDS 220, fabricada pela União Soviética e testada em 30 de outubro de 1961. Com um potencial explosivo correspondente a 57 megatons, isto é, 57 megatoneladas (milhões de toneladas) de TNT (dinamite convencional), a Tsar Bomb foi a bomba atômica mais potente já criada.

    Reprodução

    Aplicativo já simulou 220 milhões de explosões

    Fundado em 2012, app já simulou mais de 220 milhões de explosões. O criador da plataforma, Alex Wellerstein, disse que em um dia normal o site atinge, no máximo, 20 mil visitas, mas que nos últimos dias tem recebido mais de 150 mil pessoas.

  • Atlético-MG e Corinthians se enfrentam, nesta segunda-feira (14/3), em jogo válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro feminino.

    Atlético-MG e Corinthians se enfrentam, nesta segunda-feira (14/3), em jogo válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro feminino.

    O Galo, que conquistou sua vaga na Série A1 após ficar com o vice-campeonato da Série A2 em 2021, perdeu para o Palmeiras na estreia por 2 x 1. Já o Corinthians entra em campo como favorito para o duelo, sendo o atual campeão brasileiro, da Libertadores e da Supercopa feminina. O Timão vem de vitória contra o Red Bull Bragantino.

    Confira os detalhes do jogo:

    Ficha técnica:
    Escalações (prováveis):
    Atlético-MG: Nicole; Leidiane, Cotrim, Karol Arcanjo e Bárbara; Karol Bermúdez, Dayana e Luciana Gómez; Yisela Cuesta, Katielle e Soraya. Técnico: Lindsay Camila
    Corinthians: Lelê; Paulinha, Giovanna Campiolo, Tarciane e Yasmim; Diany, Grazi e Mariza; Jaqueline Mylena e Bianca Gomes. Técnico: Arthur Elias
    Local
    : Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
    Data: segunda-feira (14/3/2022)
    Horário: 20h
    Arbitragem: Francielly Fernanda Lima de Castro (MG)
    Transmissão: SporTV