Categoria: Polêmica

  • Alunos de Letras da USP denunciam falta de professores; curso de Coreano corre risco de ficar sem docente

    Alunos de Letras da USP denunciam falta de professores; curso de Coreano corre risco de ficar sem docente

    Um dossiê elaborado pelos estudantes demonstra como o corpo docente foi reduzido no curso sem a devida reposição; as habilitações Coreano, Chinês e Armênio são únicas em universidade pública no Brasil.

    Alunos da USP denunciaram a falta de professores no curso de Letras e o risco de algumas habilitações fecharem. Na habilitação em Inglês, por exemplo, o número de docentes caiu de 17, em 2014, para 10, em 2022, uma redução de 41%.

    O Centro Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários “Oswald de Andrade” elaborou um dossiê para apontar os problemas do curso:

    A habilitação em Italiano contava com 13 docentes em 2014 e apenas 9, em 2022, redução de 30%.
    A habilitação em Espanhol contava com 16 docentes em 2014 e 12, em 2022, redução de 25%.
    A habilitação em Alemão contava com 13 docentes em 2014 e apenas 7, em 2022, redução de 46%

    Os dados foram coletados a partir de documentos da própria universidade, segundo o Centro Acadêmico. O intuito, de acordo com o material, “é sistematizar, documentar e expor o nível de desmonte do maior curso da Universidade de São Paulo”.

    O CAELL atribui “o desmonte à política de sucessivas reitorias e governos estaduais que atacaram a educação pública, precarizando o ensino e as condições de trabalho de docentes e funcionários”. Também cita a Portaria GR 6517 2 que demonstra que o Reitor e a ALESP/Governo de SP têm a responsabilidade de garantir a reposição do quadro docente. “Dinheiro tem, só não vai para onde deveria ir”, diz um dos estudantes.

    Procurada, a universidade informou que está em contato com o chefe do Departamento de Letras Modernas e com o diretor da FFLCH para levantar as informações e precisa de um prazo maior para avaliar as denúncias.

    A habilitação em Coreano atualmente conta com apenas uma professora, o que representa uma redução de 75%. Se não forem garantidas contratações, a habilitação pode fechar.

    “Hoje precisamos de mais 80 professores para repor o que perdemos desde 2014 só na Letras, imagine na USP toda? Sem essas contratações, corremos o risco de cursos como o Coreano, Chinês e Japonês fecharem. O descaso do governo Paulista e da Reitoria com nosso curso está nos levando a uma situação de colapso”, disse Mandi Coelho, Diretora do CAELL (Centro Acadêmico do curso de Letras da USP), ao g1.

    Nesta quinta-feira, uma audiência pública na Alesp coordenada pelo deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) cobrou a contratação de novos docentes e funcionários. “Inconcebível e inaceitável a USP, que tem o maior orçamento da sua história (R$ 8,4 bilhões), promover o desmonte dos cursos de línguas da faculdade de letras prejudicando alunos e professores. Estou convocando o reitor para depor na Alesp e exigir que seja aberto concurso público para a contratação imediata de professores para todos os cursos”, disse ao g1.

    Aluna do curso de Português e Espanhol, Leticia Proença foi aprovada em 2020 e ingressou no curso no ano seguinte. Quando as aulas presenciais voltaram, ela começou a habilitação em Espanhol com um professor temporário. No segundo semestre, o docente sinalizou que desconhecia sobre a renovação do seu contrato.

    “No final do semestre, ficamos em um clima de incerteza. O professor estava estranho e nós deduzimos o óbvio”. Ele avisou: ‘Não foi renovado, próximo ano não estarei aqui e um novo docente’. Desde então, o novo docente não apareceu”, contou.

    Leticia diz que a culpa não é do departamento de línguas modernas (DLM) que fez o pedido mas ficou perdido na burocracia. Leticia perdeu um semestre de língua espanhola. “Vou ter que fazer a matéria desse semestre que não tive, junto com outra. Vou acumular matérias”.

  • Justiça de SP absolve ator argentino Juan Darthés de acusação de estupro

    Justiça de SP absolve ator argentino Juan Darthés de acusação de estupro

    Darthés foi denunciado por ter supostamente estuprado uma atriz argentina quando ela tinha 16 anos e ele, 45. Juiz reconheceu atos libidinosos, mas afirmou haver dúvida quanto à ocorrência da ‘conjunção carnal’, que caracterizaria o estupro segundo a redação do Código Penal à época dos fatos. Acusação vai recorrer da decisão.

    A Justiça de São Paulo absolveu, em primeira instância, o ator argentino Juan Darthés. Nascido no Brasil, ele é acusado de ter estuprado a atriz argentina Thelma Fardin durante uma turnê na Nicarágua, em 2009, quando ela tinha 16 anos de idade e ele, 45. A defesa de Fardin afirma que vai recorrer da decisão.

    O caso está sob segredo de justiça. O g1 teve acesso à sentença, na qual o juiz federal Fernando Toledo Carneiro, da 7ª vara Criminal Federal de São Paulo, considerou que há “dúvida” quanto à ocorrência da “conjunção carnal”, necessária para a configuração do crime de estupro conforme a redação do Código Penal à época dos fatos.

    “E a dúvida, nesse caso, se resolve em favor do réu, sendo a absolvição medida que se impõe”, diz a sentença.
    Em maio de 2009, data do suposto abuso sexual, o Código Penal definia o crime de estupro no artigo 213 como: “Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça”.

    Meses depois, naquele mesmo ano, a lei 12.015 alterou a redação do artigo, que passou a definir o crime de estupro como: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

    Segundo a sentença, outros “atos libidinosos” apontados pela vítima já estariam prescritos, conforme a legislação à época.

    Entenda o caso

    Segundo relato da vítima, houve conjunção carnal durante uma turnê da novela que ambos contracenavam na época – tanto Fardin quanto Darthés são muito conhecidos na Argentina e a novela infanto-juvenil “Patito Feo” fez muito sucesso.

    Thelma Fardin afirma que, em uma noite no hotel em que estavam hospedados na Nicarágua, Darthés a beijou no pescoço, colocou a mão dela no pênis dele, praticou sexo oral nela, colocou os dedos em sua vagina e a penetrou –tudo sob constantes negativas da vítima, que disse “não” e lembrou que os filhos dele teriam a idade dela.

    O caso foi revelado pela atriz em 2018, como parte do movimento #MeToo na Argentina. Outras atrizes argentinas também denunciaram supostos abusos cometidos por Darthés, que se declara inocente.

    Com uma ordem de prisão emitida pela Interpol, Darthés, que possui dupla cidadania, se mudou para o Brasil para fugir da acusação. A Constituição proíbe a extradição de brasileiros nascidos no país.

    Em abril de 2021, o Ministério Público Federal em São Paulo denunciou Darthés pelo crime de estupro contra Thelma Fardin.

    A sentença, emitida no último dia 12, destaca que, à época dos fatos, a prática de “atos libidinosos diversos da conjunção carnal” configurava o crime de “atentado violento ao pudor”, mas que, em função da pena menor, “qualquer ato libidinoso diverso da conjunção carnal estaria prescrito”.

    Segundo o juiz, as testemunhas ouvidas no caso corroboraram grande parte do depoimento da atriz argentina. Essas testemunhas afirmaram que Fardin contou sobre o sexo oral e a introdução dos dedos de Dárthes, sem o consentimento dela.

    No entendimento do juiz, no entanto, as testemunhas não corroboraram a “conjunção carnal”. Isso porque Fardin afirmou pela primeira vez que houve penetração nove anos após o suposto ocorrido, num fenômeno conhecido como “revelação tardia”.

    Segundo o MPF, em 2018, ao ouvir o relato de outras mulheres que passaram por situações de abuso, Fardin conseguiu se lembrar da penetração.

    Ainda de acordo com a acusação, pelo menos seis psicólogos e especialistas examinaram Fardin e confirmaram que a demora em recordar especificamente da conjunção carnal teria se dado em razão de uma dissociação psicológica, provocada pelo trauma decorrente do abuso sexual.

    A sentença afirma que não se trata de “culpar a vítima por demorar tanto tempo a narrar os fatos, pois é sabido que existe um complexo processo envolvido na denúncia de crimes dessa natureza, sendo comum o longo decurso do tempo até que a vítima esteja preparada física e psicologicamente para falar sobre os fatos”.

    O juiz destaca, no entanto, a necessidade de “um grau de convicção alto” sobre a culpa do acusado para condená-lo.
    ‘Mancha internacional para o Brasil’
    Para a advogada brasileira de Fardin, Carla de Andrade Junqueira, a resposta da Justiça brasileira coloca o Brasil numa posição delicada.

    “A Argentina e a Nicarágua estão esperando uma resposta para o que aconteceu e a resposta da impunidade cria uma mancha internacional do Brasil como um jardim dos estupradores, porque não é só o Darthés, tem outros que escapam para o Brasil para conseguir a jurisdição mais benéfica”, afirmou Junqueira ao g1.

    Na Argentina, desde 1999 outros atos libidinosos, para além da penetração, quando realizados sem consentimento são considerados estupro.

    À imprensa argentina, o advogado de Darthés, Fernando Burlando, disse que o ator foi “investigado a fundo” e que o “resultado de toda essa investigação é obviamente muito reconfortante para a família de Juan”. Segundo o advogado, circularam notícias falsas de que o julgamento teria sido anulado — o que não aconteceu.

    “O que não é fake news é a sua absolvição, após um processo muito longo onde foi denunciado e maltratado, num assunto muito delicado”, afirmou Burlando ao canal de notícias Crónica.

     

  • Justiça retira do YouTube stand-up de Léo Lins com piadas sobre escravidão, idosos e pessoas com deficiência

    Justiça retira do YouTube stand-up de Léo Lins com piadas sobre escravidão, idosos e pessoas com deficiência

    Nos vídeos também havia comentários sobre perseguição religiosa e minorias. Defesa chamou decisão de ‘censura’ e disse que entrará com medidas cabíveis.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a retirada do especial de comédia “Perturbador” do humorista Léo Lins do Youtube. No vídeo, o comediante faz piadas com escravidão, perseguição religiosa, minorias, pessoas idosas e com deficiências.

    A medida cautelar atende a um pedido do Ministério Público de São Paulo. A informação foi confirmada pelo próprio humorista por meio das redes sociais no último sábado (13). Desde então, Léo Lins fez uma série de postagens com uma “contagem regressiva” para a data da remoção do conteúdo na plataforma.

    “Faltam 180 minutos para abrir um precedente perigoso para a comédia, ou melhor, a arte em geral”, escreveu Léo Lins em uma postagem no Instagram nesta terça-feira (16), data em que o vídeo do show de comédia saiu da plataforma.

    Em outro post, o humorista ainda disse que “este processo tem consequências absurdas” e “meu advogado já está entrando com uma defesa”.

    A gravação do show de stand-up, segundo Léo Lins, aconteceu na cidade de Curitiba para aproximadamente 4 mil pessoas. Ele ainda ressaltou que a publicação na plataforma tinha mais de 3 milhões de visualizações.

    Procurada pelo g1, a equipe de Léo Lins afirmou que a defesa vê as medidas como “censura” e afirmou que “já está preparando as medidas cabíveis” junto ao TJSP.

    Outras polêmicas
    Léo Lins já se envolveu em outras polêmicas. Em agosto de 2022, a Justiça de São Paulo condenou o humorista a pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 44 mil por ter ofendido a mãe de um jovem autista em uma rede social.

    Também no ano passado, o humorista publicou um vídeo fazendo uma piada ofensiva sobre uma criança com hidrocefalia que viveria no Ceará. O vídeo provocou reações nas redes sociais. Diversas pessoas criticaram o comentário, feito durante uma apresentação.

    Em 2021, a Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, cancelou a apresentação de Léo Lins no Teatro Municipal, alegando que foram detectados problemas nas instalações elétricas do espaço. O comediante, por sua vez, definiu a atitude do município como censura, e afirmou que o cancelamento ocorreu logo após ele postar um vídeo com piadas citando a prefeitura.

  • Após fala transfóbica, Bruno, da dupla com Marrone, pede desculpas à repórter

    Após fala transfóbica, Bruno, da dupla com Marrone, pede desculpas à repórter

    Cantor fez uma pergunta transfóbica durante um evento na sexta-feira (12). Lisa Gomes, que é uma mulher trans, também falou sobre o ocorrido: ‘Foi horrível o que eu escutei, porque me trouxe um lugar que não gostaria de estar novamente.’

    O sertanejo Bruno, da dupla com Marrone, pediu desculpas por uma fala transfóbica direcionada a uma repórter. Ele publicou um vídeo nas suas redes sociais na noite desta segunda-feira (15).

    “Estou aqui para pedir desculpas para Lisa Gomes, pelo que eu perguntei para ela. Fui totalmente infantil, fui totalmente inconsequente. Eu quero pedir desculpa, não tem como voltar no tempo. Pedir perdão para ela”, diz no vídeo.

    Na noite de sexta-feira (12), durante um evento sertanejo, Bruno fez uma pergunta transfóbica à jornalista Lisa Gomes, da Rede TV!. Lisa se preparava para entrevistar o cantor quando este perguntou: “você tem p…?”.

    Lisa, que é uma mulher trans, também publicou um vídeo no mesmo horário em que fala sobre o ocorrido, mas não comenta o pedido de desculpas do cantor.

    “Foi horrível o que eu passei. Foi horrível o que eu escutei, porque me levou, me trouxe novamente um lugar que eu não gostaria de estar novamente”, diz em seu relato em seu Instagram.

    “Esse processo de transição é um processo muito doloroso, muito difícil, porque eu nunca soube lidar muito bem com essa questão da aceitação do corpo, tudo isso que vocês já conhecem em relação às mulheres trans”, diz a repórter. “De uma forma mais clara, porque a gente nasce no corpo errado.”

    Ela diz que teve seus direitos violados, e que precisou tomar calmantes desde sexta-feira, dia do ocorrido.

    “Eu me senti invadida. Senti minha intimidade exposta de uma forma como eu não gostaria que fosse. Então, tudo isso me fez muito mal, de voltar a um lugar que eu não gostaria. E quanto vem de um artista tão consagrado, tão querido do público, porque como artista, como cantor, eu acho ele sensacional, sabe? Como cantor assim uma voz incrível”, diz

    Ela, então, direciona a sua fala ao cantor. “Mas, no mais, não tem o que falar. Eu me senti desrespeitada, sim, por você, Bruno. E eu não gostaria que você sentisse isso também, porque é muito ruim”, diz no registro. “Eu acho que você nunca vai passar e nunca vai sentir o que eu estou sentindo agora, nesse momento, que é justamente essa coisa de sentir invadida, sabe? Como mulher, como mulher trans”, afirma.

    “Eu estava lá para trabalhar, eu estava lá para exercer a minha função como repórter, com todo o amor do mundo, como eu sempre faço. Eu estava lá trabalhando. Não fui me divertir, eu fui trabalhar para divulgar você, divulgar seu trabalho”, diz.

    “A retração maior é reconhecer mesmo, que o que fez não foi legal, que machucou, que incomodou, não só a mim, mas toda uma comunidade. Essa comunidade que busca por respeito, que busca por espaço no mercado de trabalho.”

    Ela ainda agradece o carinho que recebeu do público e dos amigos depois do ocorrido.

    “Quero aproveitar e deixar aqui um recadinho de que transfobia não é opinião. É crime e vocês precisam estar conscientes disso. Obrigada, gente. Amo vocês”, diz.

  • MC Pipokinha tem show cancelado em Canoas após vídeo em que debocha do salário de professores

    MC Pipokinha tem show cancelado em Canoas após vídeo em que debocha do salário de professores

    ”Meu baile está R$ 70 mil: 30 minutinhos no palco, eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil sendo professora às vezes”, disse a cantora em março deste ano.

    O show da cantora MC Pipokinha que aconteceria em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, em 26 de maio, foi cancelado pela produtora responsável pela apresentação. Em março deste ano, a artista causou polêmica ao debochar do salário de professores em resposta a uma seguidora.

    De acordo com nota divulgada nesta segunda-feira (15), a produtora Órbita afirma que “não compactua com a conduta da artista, já que acredita na educação como pilar essencial na vida de cada cidadão”. Leia a nota completa abaixo.

    O g1 tentou contato com a equipe da cantora, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

    A empresa afirma que quem já comprou ingresso para o show terá o valor ressarcido.

    A cantora catarinense Doroth Helena de Sousa Alves, conhecida como MC Pipokinha, tem 24 anos, cresceu em Tubarão (SC) e mora em São Paulo. Ela se destacou com letras ousadas e vocal agressivo ao som das batidas estouradas do funk de rua, em faixas como “Bota na Pipokinha”, “Eu sou a MC Pipokinha” e “Tira as crianças da sala”.

    Após as afirmações feitas em março, MC Pipokinha teve pelo menos sete shows cancelados no Brasil. Ela perdeu apresentações no RN, SC, DF, ES, RO, MG e SP. A maior parte dos eventos tem público universitário ou é organizado diretamente por grupos de estudantes.

    Ataque a professores
    MC Pipokinha debochou do trabalho e dos salários dos professores em resposta a um fã no Instagram.

    “Meu baile está R$ 70 mil: 30 minutinhos no palco, eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil sendo professora às vezes. Precisa estudar muito”, afirmou.
    “Ser professora tem que amar muito a profissão, porque ouve desaforo dos filhos dos outros, tem nada pra fazer em casa mesmo, tem que ser professora. E ainda receber o que um professor recebe, que é quase nada. Professor é humilhado pra c… só de ser um professor”, disse a cantora.

    Após a repercussão negativa da fala e de ter vários shows cancelados, a equipe jurídica da cantora se pronunciou dizendo que ela “se expressou de maneira dúbia”.

    MC Pipokinha pede desculpas após debochar de professores

    Nota da produtora
    “A Órbita, comunica o cancelamento do show da MC Pipokinha, agendado para 26 de maio de 2023. A decisão foi em detrimento dos últimos acontecimentos envolvendo a MC.

    A direção da Órbita não compactua com a conduta da artista, já que acredita na educação como pilar essencial na vida de cada cidadão, sendo o ambiente escolar a casa de acolhida de todos depois do ambiente familiar.

    Desta forma, não incentivamos artistas que não valorizem os professores e os docentes em todas as esferas da educação.

    A Órbita informa que os clientes que adquiriram ingressos para o show serão ressarcidos.

    Em nossas redes sociais informaremos como os clientes deverão proceder.

    A Órbita, que fica localizada na rua Liberdade,  980, na cidade de Canoas, está à disposição para realização de festas, eventos corporativos e comemorações, sempre primando pela diversão, cultura e acima de tudo, pela educação.