Categoria: Noticias

  • Governo de SP assina parceria na ONU para avançar na gestão do uso da água

    Governo de SP assina parceria na ONU para avançar na gestão do uso da água

    Protocolo firmado nos EUA prevê união de bases de dados de SP e Agência Nacional de Águas (ANA) para governança conjunta

    Governo do Estado de São Paulo

    Iniciativa faz parte da implementação integral dos 17 objetivos da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, na qual a água é elemento central

    Em evento nesta quarta-feira (22), dia Mundial da Água, na Conferência das Nações Unidas (ONU), que ocorre em Nova York, o Governo de São Paulo e a Agência Nacional de Águas (ANA) firmaram um protocolo de intenções para avançar na gestão dos recursos hídricos.

    O termo permite o compartilhamento de informações das bases de dados de SP e da ANA no que tange à regulação do uso por meio de procedimentos integrados de outorga, em conformidade com os Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas, o Plano Estadual de Recursos Hídricos e o Plano Nacional de Recursos Hídricos 2022-2040. A Conferência da Água das Nações Unidas, acontece até o dia 24 de março.

    A iniciativa do Governo faz parte do compromisso da atual gestão para a implementação integral dos 17 objetivos da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, na qual a água é elemento central.

    O documento formaliza o processo de atuação conjunta, governo estadual e ANA, em prol das instâncias dedicadas à gestão de recursos das bacias hidrográficas e de políticas públicas para a segurança hídrica de São Paulo.

    O protocolo define objetivos como estabelecimento de bases comuns de dados, integração entre os sistemas de outorga e aperfeiçoamento de normativos referentes à regulação dos usos de recursos hídricos.

    “A governança no âmbito de bacias hidrográficas pressupõe uma ação tripartite, Estado, Munícipio e Governo Federal. O aprimoramento da gestão passa, por exemplo, pelo estabelecimento de bases comuns de dados de disponibilidade hídrica e de demanda por recursos hídricos, objetivos que serão perseguidos nesta parceria”, avalia a Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.

    A outorga de uso de água é documento de gestão, regulação e previsão de uso de captação de recurso em bacias hidrográficas. O documento é um instrumento (autorização) que determina o quanto um usuário pode captar do recurso e prevê o controle quantitativo, de forma a permitir a distribuição adequada. A outorga também disciplina a captação e o uso, compartilhado ou não, do recurso.

    “O Estado e a ANA vão compartilhar informações e com isso unificar as bases de dados, sendo possível prever com maior precisão quanto pode ser utilizado de uma determinada bacia hidrográfica. Quando vamos desenvolver uma política pública precisamos saber a situação das bacias, se ela está critica ou não”, explica a Superintendente do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), Mara Ramos.

    Outra questão importante é que com essa base de dados teremos transparência dos usuários cadastrados. Eventualmente em uma situação de enfrentamento de crise e escassez, ambos os órgãos poderão agir com celeridade para disciplinar regra diferenciada que atenda a necessidade daquele determinado momento.

     

  • Mulher é estuprada em festa de casamento e depois agredida pela mãe do noivo em SP

    A Polícia Civil prendeu, na segunda-feira (20), os dois homens acusados de abusarem da vítima, que estava desacordada no momento

    Viaturas da polícia civil de São Paulo

    Viaturas da polícia civil de São Paulo

    Uma mulher de 21 anos foi estuprada por dois homens enquanto estava inconsciente em uma festa de casamento na cidade de Itapevi, região metropolitana de São Paulo.

    Depois do ocorrido, a mulher ainda foi agredida pela mãe do noivo, que não percebeu que a vítima estava desacordada.

    Ela estava repousando em um cômodo reservado durante a festa depois de passar mal, quando a dupla decidiu estuprá-la enquanto ela estava inconsciente.

    Os dois acusados foram presos na segunda-feira (20) pela Polícia Civil. Eles foram levados à Delegacia da Mulher, onde passaram pelos trâmites de polícia judiciária e respondem por estupro de vulnerável.

     

  • Após ação da prefeitura e moradores, São Paulo passa a ter um rio com águas de boa qualidade

    Estudo mostra que apenas um rio, que nasce na Vila Mariana e abastece o lago do Parque do Ibirapuera, tem água avaliada como boa na capital paulista

    Parque do Ibirapuera, em Sâo Paulo

    Parque do Ibirapuera, em Sâo Paulo

    Enquanto só 6,9% dos pontos analisados em 120 rios da região da Mata Atlântica têm água de boa qualidade, 20% não têm condições mínimas para seu uso e o total da amostra praticamente se manteve na mesma situação de um ano para o outro.

    Mas um córrego – que nasce acanhado e espremido entre um prédio e uma casa na Vila Mariana e abastece o lago do Parque do Ibirapuera (onde houve coleta) – melhorou e se tornou o único de São Paulo considerado bom, conforme estudo da Fundação SOS Mata Atlântica.

    A forma como isso se deu diz muito sobre o porquê da melhora. Em 2021, a Prefeitura de São Paulo e os moradores da Vila Mariana, onde o córrego nasce, resolveram se unir e dar ao local em que ele brota da terra atenção especial.

    Plantas, solo agora permeável à água da chuva, pintura nas paredes ao redor – o córrego nasce em uma espécie de beco que se forma entre os imóveis – e um portão, além de limpeza.

    Uma parte da viela era concretada. O material foi retirado e o piso restaurado. Ele é feito com paralelepípedos intertravados que formam fendas – preenchidas com areia para deixar a água passar tanto para fora quanto para dentro.

    A ação deu resultado e o Sapateiro passou a ter sua água avaliada como boa, uma conquista importante para o único rio da capital com essa avaliação. A Prefeitura de São Paulo diz que o projeto surgiu em reuniões entre as equipes da subprefeitura, Associação Amigos da Vila Mariana e membros do Conselho Participativo Municipal Vila Mariana.

    Tietê e Pinheiros

    O exato oposto do Sapateiro é o Rio Pinheiros, pior do que o próprio Tietê na capital. Com três pontos de avaliação, em todos com avaliação péssima, como no ano anterior. Apesar do investimento do Estado no programa Novo Rio Pinheiros, que conectou redes de esgoto em 650 mil residências, e a melhora no odor e na aparência da água, já possível de se notar, a qualidade ainda é a pior da cidade.

    O Rio Tietê, onde o Pinheiros deságua, por sua vez, tem condição ruim em todos os pontos de avaliação na região metropolitana. No interior, chega apenas a regular. E isso chama a atenção.

    Para Gustavo Veronezi, coordenador do programa Observando os Rios, do SOS Mata Atlântica, é um reflexo da falta de investimento dos municípios. Mesmo no Estado que, ao lado do Paraná, tem o maior número de cidades bem avaliadas no Ranking de Saneamento do Instituto Trata Brasil, só seis rios ou córregos foram considerados de boa qualidade.

    Mata Atlântica

    Em comparação com os 106 pontos analisados em 2021, quando houve uma redução nas coletas por causa da pandemia de covid-19, a qualidade média da água se estabilizou, com indicativo de pequena melhora.

    Na Mata Atlântica, bioma em que estão as cidades onde vivem mais de 70% da população brasileira, o levantamento do SOS apontou qualidade regular em 75% dos pontos de coleta, ruim em 16,2% e péssima em 1,9%.

    O levantamento foi realizado por uma rede de 2.700 voluntários. E será apresentado por Veronezi hoje na Conferência da ONU Sobre a Água, em Nova York (EUA).

  • ‘Semana Una-se, Mulher’: Estado incentiva empreendedorismo e qualificação profissional

    ‘Semana Una-se, Mulher’: Estado incentiva empreendedorismo e qualificação profissional

     

    Ciclo de palestras acontece no Memorial da América Latina, na capital paulista

    A Secretaria de Políticas para a Mulher promove uma série de debates nesta quarta-feira (22) voltados à capacitação do público feminino para o empreendedorismo e para a qualificação profissional.

    O ciclo de palestras segue até às 16h, no Memorial da América Latina, na capital. O fechamento da programação contará com um desfile de moda da ONG Passarela Alternativa, que apresentará uma coleção feita por ex-detentas.

    A secretária de Políticas para a Mulher, Sonaira Fernandes, avalia que os debates contribuem para reduzir a violência doméstica. “Estamos aqui para contribuir na redução da violência e a da vulnerabilidade, em casa, na escola ou no bairro, e também para ajudar a mulher que vive no ambiente de agressão”, afirma.

    Além do ciclo de palestras, a “Semana Una-se, Mulher” conta com atendimentos gratuitos e capacitações realizadas pelo Banco do Povo, pela Desenvolve São Paulo, pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), pelo Subsecretaria de Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    Semana Una-se, Mulher
    Até 24 de março, a partir das 10h, no Teatro Simón Bolivar, Memorial da América Latina

    Programação desta quarta-feira (22)
    Ações de promoção ao Empreendedorismo e Qualificação Profissional:
    • 10h – “Protagonismo Feminino: Capacitar, Desenvolver e Empreender”, com Juliana Farah, membro da Comissão Semeadoras do Agro da FAESP e vice-presidente do Conselho Superior Feminino da FIESP.
    • 11h – “Atitude empreendedora!”, Camila Ribeiro, palestrante, especialista em gestão estratégica de negócios; gestora estadual de Empreendedorismo Feminino e Comunidades do SEBRAE
    • Das 12h às 14h – intervalo e visita à exposição.
    • 14h – “A Mentalidade Empreendedora da Mulher”, Ana Claudia Cotait, presidente do CMEC – Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo)
    • 15h – “Eu não sou livre, enquanto outras mulheres forem prisioneiras – Empreendedorismo para mulheres egressas, prisionais e vulneráveis”, com a estilista Karen Brandoles, fundadora da ONG Passarela Alternativa
    • 16h – Desfile de moda da ONG Passarela Alternativa

  • Governo de São Paulo recebe segunda comitiva da Alemanha em março

    Governador e secretários de Negócios Internacionais e Desenvolvimento Econômico estiveram com 25 empresários e parlamentares alemães

    Um grupo formado por empresários e parlamentares alemães se reuniu com o governador Tarcísio de Freitas na manhã desta terça-feira (21), no Palácio dos Bandeirantes. O encontro, realizado pela Secretaria de Negócios Internacionais, teve como objetivo aprofundar as relações econômicas e políticas com o estado de São Paulo, maior parque industrial alemão fora da Alemanha.

    Participaram da recepção os secretários de Negócios Internacionais, Lucas Ferraz, e de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima. Foi o segundo encontro do governador com delegações de empresários alemães neste mês.

    A comitiva foi trazida pela Nectanet, organização estatal para o desenvolvimento econômico da região de Ortenau, o maior distrito de Baden-Württemmberg, no Sul da Alemanha. Participaram empresas de setores variados, entre eles o automotivo, de alimentação, financeiro e de tecnologia.

    “É uma grande alegria receber empresários alemães. Estamos muito focados no desenvolvimento do estado de São Paulo, um lugar seguro para investimentos e que pode ser excelente parceiro de novos negócios para a Alemanha”, afirmou o governador.

    Tarcísio destacou que o desenvolvimento do estado de São Paulo está baseado nos seguintes pilares: aumento do potencial de geração de energia, aumento de oferta de crédito, simplificação tributária e redução de impostos, incluindo a conversão de créditos tributários em investimentos, investimento em infraestrutura via parcerias público-privadas, capacitação profissional com foco nos jovens e digitalização do Estado, com ênfase na desburocratização.

    A promoção da exportação e a atração de investimentos estrangeiros foram apresentadas pelo secretário Lucas Ferraz como primordiais para o governo paulista. “Temos um compromisso muito claro com a sustentabilidade e com a formação de capital humano”, afirmou.

    Já o secretário Jorge Lima destacou a geração de emprego, de renda e a nova industrialização do estado como compromissos fundamentais: “estamos à disposição da Alemanha e não tenho dúvida de que São Paulo é o melhor lugar para se instalar no Brasil”.

  • Espiritualidade importa mais do que dinheiro para sensação de felicidade dos paulistas, diz pesquisa

    Mapa da Felicidade do Estado de São Paulo foi divulgado nesta segunda-feira (20)

    Trânsito na capital paulista

    Trânsito na capital paulista

    Dinheiro e juventude não trazem felicidade. E não se trata de nenhum ditado ou pensamento filosófico, mas do Mapa da Felicidade do Estado de São Paulo, maior pesquisa sobre o tema no País, realizada pela primeira vez em 2004 e reeditada agora, em celebração ao Dia Internacional da Felicidade, 20 de março.

    Outros resultados interessantes indicam que a espiritualidade é o atributo mais decisivo para a sensação de felicidade dos paulistas e as mulheres se tornaram mais felizes do que os homens.

    “Como a percepção de felicidade é subjetiva, a melhor forma de avaliação é propor que os entrevistados definam o nível de felicidade que estão sentindo e os atributos que mais interferem nessa sensação”, explica o estatístico e cientista da felicidade Jorge Oishi, coordenador da pesquisa, realizada pelo Instituto Cidades.

    E quais seriam os principais ingredientes da sensação dos paulistas? Entre 11 pilares avaliados, “Espiritualidade” obteve o maior impacto, com índice 7,3, enquanto “Governo” ficou no lado oposto, com 5,1.

    As regiões que mais valorizam a espiritualidade são Guarulhos e São Paulo, enquanto as regiões mais críticas à contribuição do governo para a sensação de felicidade são Campinas e o ABCD.

    Dos entrevistados em 2023, 72% se disseram “felizes” ou “muito felizes”, ante 84% há duas décadas. Houve, no entanto, diferença significativa a favor de 2023: 39% dos entrevistados se definiram como “muito felizes”, ante 25% em 2004.

    Na situação oposta, 13% dos entrevistados se disseram “infelizes” ou “muito infelizes” em 2023, ante 4% em 2004. São indícios de que parece estar havendo radicalização dos sentimentos: mais pessoas se sentindo muito felizes e mais pessoas se sentindo muito infelizes.

    Entre os resultados surpreendentes da pesquisa está a constatação de que não há relação direta entre renda e sensação de felicidade.

    Das pessoas com renda familiar mensal abaixo de R$ 1.320, 44% se classificaram como “muito felizes”, ante 37% das pessoas com renda familiar acima de R$ 13.200.

    Houve uma forte inversão entre essas duas faixas em comparação aos resultados de duas décadas atrás, quando apenas 22% dos mais pobres e 52% dos mais ricos se disseram muito felizes.

    O índice de felicidade subiu de 6,21 para 6,54 entre os mais pobres – a melhor média entre todas as faixas de renda – e caiu de 7,79 para 6,53 entre os ricos.

    Outra revelação: o índice da faixa entre 16 e 24 anos caiu de 7,11 para 6,32, passando do primeiro para o último lugar entre as cinco faixas etárias avaliadas. No lado oposto, pessoas com mais de 60 anos têm nível de felicidade 6,48, ante 6,26 em 2004.

    Chama a atenção também o fato de que as mulheres passaram a se sentir mais felizes do que os homens. O índice dos homens foi reduzido, no período, de 6,84 para 6,37, enquanto o das mulheres caiu bem menos, de 6,53 para 6,44.

    Litoral tem maior queda; e tragédia pode ser o motivo

    A queda no nível de felicidade da capital, 7%, só não foi maior do que a redução de 21% no índice do litoral, que despencou de 7,16 para 5,67.

    Embora nenhuma cidade do litoral norte tenha participado da pesquisa, a tragédia durante o carnaval pode ter influenciado mais as respostas dos participantes do litoral sul, avalia Jorge Oishi, coordenador da pesquisa realizada pelo Instituto Cidades.

    Como a pesquisa foi feita?

    Para que a comparação entre as duas edições da pesquisa fosse possível, o Instituto Cidades aplicou a mesma metodologia de levantamento e análise dos dados, com amostragem semelhante.

    Em 2004, foram feitas 5.952 entrevistas em 74 municípios, representantes das 11 regiões. Na edição de 2023, foram realizadas 5.777 entrevistas em 71 municípios das mesmas regiões, com o trabalho de campo sendo realizado entre 1º e 10 de março. O cálculo envolve diferentes fatores de multiplicação de acordo com os pilares e as categorias.

    A metodologia utilizada no Mapa da Felicidade do Estado de São Paulo será em breve oferecida à população de todo o País por meio de uma solução de desenvolvimento humano da startup ZenBox, da qual Oishi é um dos sócios-fundadores.

    “A ideia é, por meio da adesão voluntária das pessoas às atividades e avaliações propostas por nossa metodologia, elas possam compreender os impactos dos pilares da vida na sua felicidade e desenvolver comportamentos para aumentar esse índice”, descreve o pesquisador.

    A fase é de valorização do tema felicidade no mundo corporativo, movimento impulsionado pelas pesquisas científicas que indicam a importância dessa sensação para a saúde mental e a gestão das emoções.

    Muitas empresas até já criaram um cargo executivo para cuidar do tema, conhecido pela sigla CHO – que não vem de “xô, tristeza!”, mas da sigla em inglês Chief Happiness Officer, ou simplesmente Diretor de Felicidade.

  • Governo de SP publica decreto de pagamento do piso para professores

    Governo de SP publica decreto de pagamento do piso para professores

    Mais de 109 mil docentes receberão reajuste na última semana de março

     

    Foi publicado neste sábado (18), o decreto que autoriza o pagamento do piso nacional dos professores de São Paulo.

    Com a medida, o salário inicial dos docentes vai passar de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55. Isso representa um aumento de 15% para 109.532 mil professores ativos, além dos inativos.

    O pagamento será efetuado na última semana de março, retroativo a janeiro.

    As categorias que terão direito são Professor II, Professor Educação Básica I e Professor Educação Básica II, titulares de cargo e ocupantes de função-atividade.

     

  • Helicóptero cai na região da Barra Funda e deixa quatro mortos, em São Paulo

    Segundo informações dos bombeiros, aeronave bateu num coqueiro antes de cair

    Helicóptero cai no bairro da Barra Funda, em São Paulo

    Helicóptero cai no bairro da Barra Funda, em São Paulo

    Um helicóptero caiu na região da Barra Funda, em São Paulo, na tarde desta sexta-feira (17). Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro pessoas morreram no local.

    Pelo menos nove viaturas dos Bombeiros foram acionadas e estão na região. O local do acidente fica entre as ruas Pedro Luís Alves Siqueira e James Holland.

    A aeronave pertence a uma empresa de táxi-aéreo, segundo apurou a CNN, e tinha situação regular na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

    As vítimas ainda não foram identificadas. Todos os mortos estavam dentro da aeronave. Eram três passageiros e o piloto, todos do sexo masculino.

    Segundo informações dos bombeiros, a aeronave bateu num coqueiro antes de cair. A perícia atua no local.

    “Havia espaço para fazer um pouso forçado, provavelmente o piloto tentou tirar das grandes avenidas, procurando um campo para um campo de emerGência, mas só as autoridades competentes poderão afirmar”, afirmou Robson Bertoloto, diretor da Defesa Civil de São Paulo.

     

     

  • Tragédia no litoral de SP vai ficar marcada na história, diz Defesa Civil

    Barra do Sahy, uma das regiões mais afetadas em São Sebastião

    Barra do Sahy, uma das regiões mais afetadas em São Sebastião

    No próximo sábado (18), a tragédia que atingiu a cidade de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, completa um mês.

    Foram 65 mortos e mil pessoas desabrigadas, após a maior chuva registrada em 24 horas na história do Brasil, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais e do Instituto Nacional de Meteorologia.

    o diretor de comunicação da Defesa Civil estadual tenente Roberto Farina afirmou que o caso “vai ficar marcado na história do estado de São Paulo, e do Brasil.”

    Ele explicou que a Defesa Civil ainda está trabalhando, desta vez para “continuar as políticas públicas que foram norteadas e definidas no gabinete de crise.”

    O tenente exaltou o trabalho também de todos os órgãos que se juntaram para trabalhar na crise, com mais de 8 secretarias de estado, governos municipais, estaduais e federal, as Forças Armadas, Corpo de Bombeiros e os voluntários.

    Farina reforçou que a crise teve fases: “A primeira foi a situação de risco, com acolhimento das pessoas, em um segundo momento.”

    “Paralelamente, tivemos o retorno de trazer novamente a infraestrutura danificada, como as rodovias, estruturas de água, esgoto e parte elétrica.”

    Depois, a hora foi de apoio psicológico das pessoas afetadas.

    No momento, a fase é “de pós crise”, com assessoria e gerência de apoio para continuar as políticas públicas estabelecidas de prevenção.

    De acordo com o tenente Roberto Farina, o plano envolve um conjunto de fatores, como aquisição sirenes, previsões meteorológicas, planos preventivos das chuvas de verão, para “se antever a essas catástrofes.”

    “Vamos refinar dados e trabalhar como vai chegar a informação para a população”, completou.

  • Luxemburgo posta vídeo para desmentir boatos de que estava em helicóptero que caiu em SP

    No vídeo, ele diz que está rolando “uma fake news” de que ele seria uma das vítimas que estavam no helicóptero que caiu na região da Barra Funda e esclarece que está em Palmas, no Tocantins

    Treinador Vanderlei Luxemburgo.

    Treinador Vanderlei Luxemburgo

    O treinador Vanderlei Luxemburgo publicou um vídeo em suas redes sociais para desmentir o boato de que ele teria morrido após a queda de um helicóptero em São Paulo nesta sexta-feira (17).

    No vídeo, ele diz que está rolando “uma fake news” de que ele seria uma das vítimas que estavam no helicóptero que caiu na região da Barra Funda.

    “É mentira, é fake. Estou aqui em Palmas, no Tocantins. Não tem nada a ver comigo”, falou. “Característica do fake é isso, criar tumulto na vida da gente, e pessoas mais próximas e familiares poderiam passar mal. Estou mais vivo do que nunca.”