Categoria: Geral

  • Empresário é preso por ameaçar moradores em condomínio

    Empresário é preso por ameaçar moradores em condomínio

    Marconi Valença Correia

    O empresário Marconi Valença Correia, de 43 anos, foi preso por porte ilegal de arma e suspeita de homofobia depois de ameaçar o síndico do edifício de alto padrão em que vive no bairro Vila Izabel, em Curitiba.

    De acordo com o síndico, que prefere não se identificar, Marconi mora no local há cerca de um ano, mas os problemas começaram apenas há algumas semanas, quando uma obra foi iniciada no condomínio e ele não gostou de precisar retirar seus veículos das vagas de estacionamento. 

     

    Na ocasião, ainda conforme o relato, Marconi Valença Correia foi multado e escreveu ofensas homofóbicas contra o síndico no boleto. Na sequência, ele passou a andar armado pelo edifício e a ameaçar tanto o administrador como os funcionários do local.

    “Ele pegou e desceu até a portaria com uma arma embaixo da roupa, dizendo na portaria que estava armado”, conta o síndico.

    Imagens das câmeras de segurança registraram o suspeito armado andando no condomínio.

    “Ele começou com agressões verbais. Primeiro ele escreveu, chamando de burro e, a partir daí, cada semana ele começava a me xingar para os funcionários, me ofendendo de todas as formas […]”, conta o síndico. Ele ainda explica que em uma ocasião, o empresário chegou a jogar o carro contra ele. 

    “Ele parou com tudo o veículo na rua, deu a ré rápido porque ele já tinha passada um pouco e tentou jogar a caminhonete para onde eu estava, em cima da calçada, e eu tive que sair correndo”, disse. 

    Marconi, que já responde a um processo por porte ilegal de arma de fogo em Santa Catarina, declarou à polícia que é inocente.

    “Ele alega que, na verdade, ele está sendo vítima de uma denunciação caluniosa, que ele não constrangeu ninguém. Mas nas filmagens do condomínio se verifica claramente que ele está em posse de uma arma de fogo “, explica do delegado José Pinhão.

  • Motorista de Porsche é julgado por morte de advogada em 2011 em SP

    Motorista de Porsche é julgado por morte de advogada em 2011 em SP

    Empresário Marcelo Malvio Alves de Lima foi condenado a 6 anos de prisão em regime semiaberto pela morte de Carolina Santos, em 2011; Ele recorreu da decisão e seguirá em liberdade.

    Marcelo Malvio Alves de Lima

    O engenheiro e empresário Marcelo Malvio Alves de Lima, de 44 anos, foi condenado nesta terça-feira (26) a seis anos de prisão no regime semiaberto pela morte da advogada Carolina Menezes Cintra Santos em um acidente de trânsito em 2011, em São Paulo.

    Marcelo foi julgado e condenado por homicídio por dolo eventual, no qual se assume o risco de matar. Há oito anos, ele dirigia seu Porsche embriagado e em alta velocidade. Depois bateu no carro da vítima, um Hyundai Tucson. Carolina, que também havia bebido, morreu na colisão. A vítima tinha 28 anos À época.

    Como já respondia ao processo em liberdade, o engenheiro continuará solto e não irá cumprir a pena. Sua defesa ainda recorreu da condenação da Justiça e aguarda uma decisão.

    O julgamento começou na segunda-feira (25) no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste da capital. O júri popular foi conduzido pelo juíza Giovanna Christina Collares, da 5ª Vara. Doze testemunhas foram ouvidas, além do réu, que foi interrogado.

    O Ministério Público (MP) acusou Marcelo pela morte de Carolina, na madrugada do dia 9 de julho de 2011 na esquina das ruas Tabapuã com a Bandeira Paulista, no Itaim Bibi, área nobre da Zona Sul da capital de SP.

    Segundo laudos periciais, o empresário estava guiando seu automóvel a 116 km/h, velocidade incompatível para a via, que tinha limite de 60 km/h.

    A defesa de Marcelo Malvio Alves de Lima queria a desclassificação do crime de homicídio por dolo eventual, no qual se assume o risco de matar. Os advogados do motorista do Porsche pediram para o Supremo Tribunal Federal (STF) classificar o crime como homicídio culposo, sem intenção de matar.

    Os ministros do STF, porém, negaram o pedido e mantiveram o entendimento da Justiça paulista de que houve dolo no crime.

    Os casos de homicídio por dolo eventual são levados a júri popular, no qual sete jurados decidem pela absolvição ou condenação do réu, cabendo ao juiz apenas a leitura da sentença ou aplicação da pena. Nos casos de homicídio culposo, porém, o julgamento e aplicação da pena são feitos diretamente por um juiz, sem a participação popular.

    Segundo testemunhas, o Porsche passou em alta velocidade no sinal verde e o Huyndai avançou o vermelho. Com o impacto, os carros foram parar em um poste, um em cima do outro, a mais de 20 metros de onde havia sido a batida.

    Carolina tinha 28 anos quando morreu. O laudo do exame toxicológico feito na advogada indicou que ela tinha bebido e estava com álcool no sangue.

    Imagens gravadas por celular logo após o acidente mostram o motorista saindo andando, lamentando o dano causado ao seu veículo (veja vídeo com reportagem da época e foto logo acima).

    Marcelo chegou a ser detido à época pela polícia, mas pagou uma fiança de R$ 300 mil para responder solto ao crime.

    A Justiça também havia bloqueado os bens do empresário naquela ocasião. A medida judicial pretendia garantir o cumprimento de uma futura ação de danos morais ajuizada pela família da vítima.

    O que dizem?

    A defesa do réu recorreu da decisão, mas não foi localizada pelo G1 para comentar o assunto.

    Em abril, o advogado de Marcelo, Celso Sanchez Vilardi, afirmou que continuaria defendendo a tese de que seu cliente se envolveu num crime sem intenção de matar. “Essa tese será levada ao júri”, falou.

    Após a condenação de Marcelo, o promotor do caso, Rogério Leão Zagallo, disse que “a acusação contra o réu foi aceita na íntegra pela Justiça”.

    “O resultado do julgamento espelha a necessidade de punir com maior rigor o réu, o qual se comportou de forma a assumir o resultado de matar, causando o trágico fim de uma vida. Justiça feita”, disse o advogado Antonio Sergio Altieri de Moraes Pitombo, contratado para defender os interesses da família de Carolina e assistente da acusação.

     

  • Emagrecedor sibutramina é vendido em redes sociais

    Emagrecedor sibutramina é vendido em redes sociais

    Páginas do Facebook vendem para toda a região, sem qualquer pudor, Sibutramina e Femproporex e Anfepramona

    “Quer emagrecer de quatro a 13 quilos por mês sem nenhum esforço?”

    Com anúncios que garantem o milagre do emagrecimento, vendedores comercializam pelas redes sociais, sem nenhuma dificuldade, remédios de uso restrito e até proibido.

    Nos grupos “Feira do Rolo Ribeirão Preto” e “Feira do Rolo da Quebrada de Ribeirão Preto”, pelo Facebook, há mais de 30 postagens com venda de remédios para emagrecer. Para ver os anúncios, basta solicitar participação no grupo.

    A venda da Sibutramina só é permitida com receita médica e termos de responsabilidade. O Femproporex foi proibido no Brasil em 2012, de acordo com informações da Anvisa.

    Nas redes sociais, porém, a venda é liberada. A maioria dos anunciantes vende os produtos pelo WhatsApp. A caixa de 30 comprimidos da Sibutramina 15 mg custa entre R$ 80 e R$ 120. A caixa do Femproporex de 25 mg custa entre R$ 120 e R$ 150.

    A Cidade negociou a compra com quatro vendedores. Todos garantiram que o remédio não oferece perigos. Dois deles informaram, inclusive, que adolescentes podem usar a droga. “Ele é um inibidor de apetite. Não atua na gordura. Atua no cérebro”, diz o vendedor que usa do nome de Jean Silva.

     

    Rede de vendas

    A venda da Sibutramina é feita em rede. “Ixi, nós vende o dia inteiro. Faz oito anos que eu trabalho com emagrecedor aqui em Ribeirão. Só na rodoviária já fiz 14 entregas hoje. Tô com três entregadores, dois fazendo região [sic]”, diz Eduardo Vitor /Eduardo Souza, dependendo do perfil do dia no WhatsApp.

    No perfil de Eduardo no Facebook, consta que ele trabalha na Eurofarma, que produz Sibutramina. As imagens das caixas de remédio que são divulgadas também são da empresa.

    O vendedor Jean explica a procedência da Sibutramina que vende: “Eu tenho uma sociedade com dono de farmácia. Ele pega direto na distribuição lá de São Paulo. Vem lacrado, com selo de segurança”.
    Eduardo ainda amplia a denúncia: “Da mesma forma como tem lacrado nas farmácias que vendem clandestinamente, nós temos também. Nós que vende para eles [sic]”.

    E finaliza: “Precisando, estou à disposição”.

    Entenda os emagrecedores

    O cardiologista Fernando Nobre, coordenador da Unidade Clínica de Hipertensão do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, explica que a Sibutramina age no sistema nervoso central, “determinando redução da ingestão de alimentos pelo aumento da saciedade e diminuição da fome”. Ele explica que, por essa ação, a Sibutramina aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, “duas variáveis do organismo que podem guardar relação direta com a ocorrência de complicações e doenças como infarto e derrame”. O Femproporex, ele diz, “causa depressão do apetite e diminuição das percepções pelo sabor e odor, o que leva a uma redução da ingestão de alimentos”.

    O médico frisa que a droga é proibida no Brasil pelas “evidências de graves efeitos adversos e dependência”. A Anvisa informou que “a proibição decorre do perfil de segurança da substância, que demonstra um risco superior ao benefício que o paciente tem com seu uso”..

    Quais os riscos?

    A nutróloga Camila Scalassara Rodrigues, do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, explica que os principais riscos do uso dos emagrecedores são cardíacos. A pessoa que usa pode, por exemplo, sofrer um AVC ou um ataque cardíaco. “É preciso controlar a pressão, com acompanhamento médico”, ela diz. Além disso, ela lista os outros diversos efeitos colaterais: “Pode causar dependência, alteração de humor, desencadear ansiedade e até psicose”. O uso por adolescentes, a médica frisa, é totalmente inadequado: “No termo que o paciente que usa a sibutramina precisa assinar consta que ele deve ter acima de 18 anos”. O uso da Sibutramina só é indicado pela médica para pacientes obesos, que tenham as condições de saúde indicadas para o uso e após bateria de exames. Camila defende o tratamento da obesidade como “multidisciplinar” e entende que a busca desenfreada pelo corpo perfeito mantém a venda clandestina de medicamentos. “O ser humano não tem paciência. Não entende que o tratamento da obesidade é a longo prazo. Ele não quer mudar. Quer uma solução milagrosa.”

    Input: Comprar sibutramina pelo whatsapp (11) 94272-6195

  • Empresa de Eventos WE DO de Aníbal Pinheiro e DJ Jopin movimentou quase 1 milhão de reais sem notas fiscais

    Empresa de Eventos WE DO de Aníbal Pinheiro e DJ Jopin movimentou quase 1 milhão de reais sem notas fiscais

    Trecho da decisão da Juíza Ana Cristina Mota, da Vara dos Crimes contra a Administração Pública e a Ordem Tributária, que determinou a prisão do grupo econômico e familiar preso, ontem (9), pela DECOT, no âmbito da Operação Mar Aberto, revela que a empresa W. E. Eventos (CNPJ nº 23.835.619/0001-11) que tem como sócios Aníbal Pinteiro e José Pinteiro da Costa Neto, o DJ Jopin, teria movimento a quantia de 714.987,94 (setecentos e catorze mil, novecentos e oitenta e sete reais e noventa e quatro centavos) durante o período de 2012 a 2017, sem que no mesmo período a empresa emitisse nota fiscal.

    A juíza, então, questiona o motivo dessa movimentação.

    Como a empresa é prestadora de serviços e sujeita, portanto, ao pagamento do ISS, tendo domicílio fiscal no Recife, surge a curiosidade de se saber se a exemplo da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (SEFAZ), também a Secretaria de Finanças da Prefeitura do Recife monitorou e autuou essa empresa pela não emissão das respectivas notas fiscais e eventual não recolhimento do tributo municipal.

    A quebra dos sigilos do sócio DJ Jopin apontou para “uma incompatibilidade real entre os rendimentos líquidos presumidos – IRPF declarados pelo investigado e as suas movimentações financeiras”. A movimentação, de Pinteiro Júnior, diz a magistrada, “apresenta uma movimentação incompatível com sua renda, o que indica o recebimento de recursos não declarados e de origem desconhecida”.

    Sobre DJ Jopin (Pinteiro Júnior), a magistrada destaca: “houve uma surpreendente movimentação patrimonial do investigado do ano de 2012 (R$ 7.600,00) para o ano de 2013 (R$ 252.804,18)”.

    Já “no período de 08/01/2015 a 16/03/20018, houve recebimento de depósitos e transferências de R$ 2.057.894,00 (dois milhões, cinquenta e sete mil, oitocentos e noventa e quatro reais), grande parte do valor oriunda de outros investigados: JPN, INPA, AQUARIUM, WE, MARINER, Andrea Bandeira de Melo Pinteiro, Aníbal Pinteiro e Rômulo Robérico”.

    Diz ainda, a juíza, reproduzindo trecho da representação criminal da DECOT, que “a conta de José Pinteiro da Costa Junior seria utilizada para circulação de recursos ilícitos, indicando crime de lavagem de dinheiro”.

    Já o outro sócio da WE Eventos, Aníbal Pinteiro, “durante o período investigado, se verificou uma incompatibilidade real entre os rendimentos líquidos presumidos – IRPF declarados pelo investigado e as movimentações financeiras”. Verificou-se, ainda, “que as movimentações financeiras detectadas nas contas do investigado indicam a sua vinculação com o esquema criminoso em questão, pois ele transaciona, em ocasiões diversas, com pessoas físicas e jurídicas cujas contas utilizadas pela organização criminosa investigada”.

    Aníbal Pinteiro “possui um automóvel Porsche Macan Turbo, avaliado em R$ 346.893,00 (trezentos e quarenta e seis mil, oitocentos e noventa e três reais), patrimônio este que não foi declarado.”

  • Vereadores afastados por suspeita de peculato e concussão vão retornar à Câmara de Teresópolis, no RJ

    Vereadores afastados por suspeita de peculato e concussão vão retornar à Câmara de Teresópolis, no RJ

    A quinta turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu, durante o julgamento realizado nesta terça-feira (13), um habeas corpus ao vereador José Leonardo Vasconcellos de Andrade. Ele afastado da presidência da Câmara de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, em maio do ano passado, após operação do MPRJ e da Polícia Civil.

    O parlamentar e outros cinco vereadores são suspeitos de associação criminosa para a prática dos crimes de concussão e peculato na cidade.

    Com a decisão, foram beneficiados ainda os co-réus Luciano dos Santos Cândido, Cláudia Lauand, Ronny Santos Carreiro, Eudibelto José Reis e Rocsilvan Rezende da Rocha.

    Segundo a assessoria de Imprensa do STJ, a turma do STF concedeu habeas corpus parcial, referente ao afastamento cautelar dos parlamentares. No julgamento, não houve a manifestação dos ministros sobre a alegação de inocência, nem sobre a afirmação da defesa de que a denúncia conteria falhas diversas.

    De acordo com o Procurador da Câmara de Vereadores de Teresópolis, Dr. Felipe Rosa, os suplentes que atualmente ocupam os cargos vão retornar às suas funções anteriores.

    Alvos da operação na Câmara de Teresópolis: Dra. Claudia, Dedê da Barra, Leonardo Vasconcellos de Andrade, Pastor Luciano, Rock e Ronny Carreiro — Foto: Reprodução

    A câmara de vereadores informou, por meio de nota, que ainda não foi notificada da decisão do STJ. A expectativa é que o documento chegue nos próximos dias. O legislativo disse ainda que assim que for comunicado da decisão, os vereadores serão reconduzidos aos seus respectivos cargos.

    A operação deflagrada em maio do ano passado, foi realizada pelo Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça do MP e a Delegacia Fazendária da Polícia.

    Durante as investigações, foram constatadas indicações de empresas, por meio dos vereadores, para execuções de serviços de iluminação pública, estacionamento rotativo e saneamento básico.

    Houve ainda a exigência de contratação de pessoas indicadas para cargos comissionados, segundo as apurações. Os pedidos foram feitos ao ex-prefeito de Teresópolis, Mário Tricano, sob ameaças de rompimento político e cassação do mandato.

     
  • Após prisão, blogueira que acusou ex-marido de agressão é solta

    Após prisão, blogueira que acusou ex-marido de agressão é solta

    A blogueira Sayma Dualibe, de 24 anos, foi presa por suspeita de porte ilegal de arma, receptação e falsificação de documento público

    Alan Kleyson Barbosa da Silva, que seria o segurança particular da blogueira, também vai responder ao processo em liberdade. Os dois foram presos no apartamento no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, pela Polícia Civil nesta quarta-feira (22). 

    Agressão

    A jovem usou os Stories do Instagram para desabafar e contar que foi agredida pelo companheiro, enquanto tomava banho, na noite do dia 08 de maio. Após ir na delegacia denunciar a violência doméstica, a mulher contou que foi arrastada para fora de casa pela ex mulher do marido e por um dos filhos do empresário.

    Em entrevista para a TV Jornal, o companheiro da blogueira Sáyma Duailibe se defendeu das acusações feitas pela digital influencer.

    O empresário Fernando Antônio Alex, de 62 anos, contou que a jovem de 24 anos teria feito acusações contra ele por conta de um carro.  Ele destacou ainda que nunca ameaçou ou bateu na digital influencer durante o relacionamento de um ano e dois meses. O advogado de defesa do empresário disse que Sayma estaria querendo se promover e pretende tomar as medidas cabíveis contra a digital influencer. 

  • Familia dona da ECOMARINER é presa em Pernambuco

    Familia dona da ECOMARINER é presa em Pernambuco

    O grupo Ecomariner, da família Pinteiro, reúne 11 empresas em Pernambuco e na Paraíba. No bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, o estaleiro do grupo foi alvo de mandado de busca e apreensão.

    família Pinteiro

    A investigação começou em dezembro de 2017 e é comandada pela delegada Priscila Von Sohsten, do Draco de Pernambuco, com apoio da Diretoria de Inteligência e do Laboratório de Lavagem de Dinheiro da corporação.

    A operação contou com cem policiais civis de Pernambuco, além de duas equipes da Policia Civil de São Paulo e outra da Polícia Civil da Paraíba, além de equipes coordenadas por auditores da Sefaz.

    Os presos e apreensões em Pernambuco foram encaminhados para a sede da Draco, no bairro do Tejipió, no Recife.

    Foram apreendidos 28 carros de luxo, sendo uma Ferrari, um Porsche e um Maserati. Também foram apreendidas quatro embarcações e bloqueados 15 imóveis. Grupo investigado movimentou R$ 358 milhões em cinco anos, segundo polícia, e, do total, foi constatada a sonegação de, pelo menos, R$ 65 milhões.

    A família PINTEIRO, dona do grupo, foi o principal alvo da operação. José Pinteiro Júnior, mais conhecido como DJ Jopin, e parentes dele foram presos nesta quinta-feira (09), durante o cumprimento de mandados da Operação Mar Aberto, da Polícia Civil de Pernambuco e da Secretaria da Fazenda (Sefaz). 

    “No fim de 2017, o Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] alertou a Polícia Civil sobre movimentações financeiras suspeitas. Esse processo começou a partir do trabalho do laboratório de lavagem de dinheiro e resultou nas prisões e apreensões”, diz a delegada Sylvana Lellis, gestora do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco).

    Além de Jopin, foram presos o empresário José Pinteiro Costa Neto, pai do DJ, e Aníbal Pinteiro, primo do artista. Andréa Pinteiro e Victória Pinteiro, respectivamente mãe e irmã de Jopin, também foram presas. Os outros nomes não foram divulgados.

    “Vou junto à Justiça tentar demonstrar que não há necessidade da prisão. É uma família que todo mundo conhece em Pernambuco e todos os fatos que estão sendo investigados serão esclarecidos”, diz o advogado Hélcio França, que defende José Pinteiro Costa Neto, a esposa dele, Andréa Pinteiro, e o DJ Jopin.

    Instaleiro Aquamariner em Pernambuco
    Instaleiro Aquamariner em Pernambuco
  • Infuencer conta que recebeu ameaça de morte após acusar marido de violência doméstica

    Infuencer conta que recebeu ameaça de morte após acusar marido de violência doméstica

    Sayma Alex acusa empresário Fernando Antonio Alex de tê-la expulsado do apartamento em que vivia com ele após a denúncia

    Fernando Antonio Alex

    Sayma Alex, que usou o seu Instagram para acusar o marido, Fernando Alex, de tê-la agredida fisicamente, contou em entrevista para QUEM que sofreu uma ameçada de morte do empresário após a denúncia. A influencer, de 24 anos, afirma que teme Fernando, de 63 anos, a mate.

    “Ele me ameaçou desde postar fotos minhas nuas na rede social dele a me matar. Tenho medo sim de ser morta. Ele é muito perigoso”, contou ela, que enviou um print de uma conversa com Fernando, que exigia que ela saísse do apartamento que dividia com ele em Recife para não ser morta.

    A morena, que vivia há um ano e um mês com o empresário em um apartamento em Recife, conta que após o fim da briga aproveitou a saída do marido para o trabalho para ir à 2° Delegacia de Polícia da Mulher de Jabotão, em Pernambuco. Quando voltou para o apartamento, a ex-mulher e filho do empresário teriam a arrastado para fora da residência.

    “Ele foi trabalhar e me deixou sem carro. Então, não voltou mais para casa. Mandou a ex-mulher me tirar de lá com o filho. Eles me arrastaram, puxaram meu cabelo e disseram que eu tinha cinco minutos para desocupar o apartamento. Desligaram as câmeras e pegaram meu celular para eu não pedir ajuda. Só me entregaram quando eu saí do apartamento”, afirmou.

    Segundo a influencer, esta foi a primeira violência física que sofreu do marido. Ela contou que na manhã da quarta-feira (8) foi abordada por Fernando enquanto tomava banho. Com ciúmes, ele teria a segurado forte pelos braços, a empurrado e desferido arranhões e chutes.

    “A briga se deu porque fui tomar banho de manhã e ele veio me acusando que eu ia sair para rua para traí-lo. Me segurou forte pelos braços, me arranhou, empurrou… Depois deu chutes na porta, que eu estava segurando para me proteger. Os chutes me machucaram muito. Ele ainda quebrou um porta-retrato na minha mão. Nunca tive um amante enquanto estive com ele. O ciúme era doentio. Pegou meus celulares, a chave do meu carro e disse que eu ia andar a pé. Eu consegui trancar a porta do banheiro, mas meu nariz começou a sangrar muito”, relembra ela, que disse ter sofrido muitas agressões verbais durante a gestação do filho do casal, Pedro, de 5 meses.

    “Agressão física foi a primeira vez, mas quase todos os dias sofria agressões verbais muito sérias. Várias vezes ele já quis me socar. Na gravidez foi quando mais sofri.”

    Nascida em Tocantins, Sayma disse no boletim de ocorrência que não tem nenhum familiar em Pernambuco. Ela tem mais de 120 mil seguidores.

     

  • Venda de sibutramina pela internet usando whatsapp

    Venda de sibutramina pela internet usando whatsapp

    Venda de sibutramina pela internet usando whatsapp

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  • A vida dura de Bia Doria

    A vida dura de Bia Doria

    A vida dura de Bia Doria

    O suposto vídeo da suruba de João Dória é, na verdade, uma ilustração capciosa do quão difícil é a vida da mulher heterossexual de direita. E não estou falando só da performance sexual duvidosa.

    O macho provedor tem o direito de agir como um sultão, e o máximo que as pessoas reparam é na meia bomba. Um homem casado, cidadão de bem monogâmico, “transando” (aqui entre aspas, porque o verbo não é tão amplo assim) com cinco garotas de programa não é um insulto para a sociedade que se escandaliza com homens se beijando na novela das oito – é confuso, eu sei, como quase tudo nesses tempos.

    Os julgamentos se referem apenas à sua (falta de) performance.

    Se fosse Manuela D’Ávila, estaria sendo virtualmente linchada sob preceitos morais.

    A maioria das mulheres que se casa com conservadores não tem direito à autonomia – e acha realmente que isso é OK. Seu círculo social é composto basicamente pelas esposas de seus maridos, as mães dos amiguinhos de seus filhos, só mulheres de família, “gente de bem”.

    Traições não são apenas frequentes, são tacitamente permitidas, mas só para os homens. Para eles, mais do que isso, trair é quase uma questão de honra: mesmo não dando conta nem de uma, o macho alfa precisa de cinco mulheres na cama na tentativa desesperada de autoafirmação pela via sexual.

    Quando digo que os problemas dos conservadores, almofadinhas e autoritários têm como agravante uma certa crise de masculinidade, raramente sou levada a sério, mas, repare: toda essa obsessão por afirmar a heterossexualidade, toda essa aversão a homossexuais, “abraço hétero”, “Orgulho de ser hétero”… e essa mania de simular um objeto fálico (uma arma) fora do corpo? Pra mim isso é coisa de quem já não tem o próprio objeto fálico funcionando muito bem.

    A cena da suruba é tão entediante quanto a figura sem si e seus gestos são constrangedoramente plásticos, nada é orgânico ou fluido, exatamente como se imagina que seja o enfadonho sexo dos caretas de nascença.

    A naturalização desse escândalo, contraposta aos “valores da família” tão defendidos pelos conservadores, é um retrato nítido de sua hipocrisia, e o constrangimento de Bia Doria, diferente do de seu marido, escancara a condição humilhante imposta à maioria das mulheres conservadoras – que decidem se casar com conservadores, sob uma lógica conservadora, que é, por si, patriarcal.

     Eis o resultado: aguentar o suposto vídeo viral do marido mandando mal numa orgia.

    Nem mesmo Bia Doria merece tamanha desgraça.