Categoria: Brasil

  • Paula Fernandes sofre acidente e capota carro em SP: ‘Eu renasci’

    Paula Fernandes sofre acidente e capota carro em SP: ‘Eu renasci’

    A cantora Paula Fernandes sofreu um acidente na noite de sábado (27), na altura do quilômetro 18 da rodovia Castello Branco, em São Paulo.

    “Eu ainda não sei bem como eu estou. Eu só sei que eu estou viva e sei que ontem eu renasci”, disse a artista em post compartilhado em suas redes sociais neste domingo (28), dia de seu aniversário. “Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva! É um recomeço.”

    No post, Paula contou que estava voltando do interior, quando o veículo em que ela vinha dirigindo com o namorado, foi atingido na traseira por um carro desgovernado.

    A artista contou que, por conta da força do impacto, o carro capotou algumas vezes e se arrastou no asfalto até parar: “Perdi o controle da direção. Muita coisa passou pela minha cabeça naqueles segundos de horror e, quando finalmente parou, eu só queria saber como o Rony estava. E ele estava bem!”, escreveu.

    Na mensagem deixada aos fãs, Paula Fernandes disse que machucou levemente o braço e que o namorado sofreu alguns arranhões .

    “O que nos salvou? Deus, o carro que se acabou por fora, mas nos protegeu como um cofre, evitando o pior, e o cinto de segurança, que pode salvar a vida de muita gente como salvou a nossa. Nós estamos bem, assustados, mas bem”, explicou a cantora.

    “Dia 27/08/2022, dia em que renasci para uma vida mais feliz, mais plena, mais leve e cheia de gratidão. Eu quero estar mais com quem eu amo e fazer dos meus próximos dias os melhores da minha vida. A gente é finito. Temos que aproveitar nosso tempo aqui. Agradeço todas as mensagens de afeto e carinho pelo meu aniversário. E agora que renasci, temos muito mais para celebrar”, disse Paula Fernandes.

  • Vice-prefeito de Alcobaça paga fiança de R$ 24 mil e perde o direito de dirigir

    Vice-prefeito de Alcobaça paga fiança de R$ 24 mil e perde o direito de dirigir

    Na noite do último sábado (13), o vice-prefeito de Alcobaça, no sul da Bahia, Paulo Duarte Barros, conhecido popularmente como “Seu Paulinho”, de 67 anos, foi preso ao ser flagrado em direção perigosa. Ao ser abordado pelos agentes policias, foi localizado um revólver, calibre 38 no interior do veículo.

    A abordagem ocorreu na Avenida Presidente Vargas, no município de Teixeira de Freitas. De acordo com a Polícia Militar, os agentes perceberam que o motorista do veículo estava em visível estado de embriaguez, mas o condutor se negou a realizar o teste do bafômetro.  

    No carro foram encontrados: um frasco vazio, um revólver calibre 38, uma quantia de R$ 1.221,00 e cinco munições intactas. O vice-prefeito foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 24.240,00.

  • Humorista e apresentador, Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo

    Humorista e apresentador, Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo

    Apresentador, ator, humorista, escritor e diretor, Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5/8), aos 84 anos. Jô estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde 28 de julho, para tratar de uma pneumonia. A causa da morte não foi informada, a pedido da família.

    O enterro e velório do corpo de Jô, um dos maiores nomes da TV brasileira, serão reservados à família e aos amigos. A data e o local ainda não foram informados.

    O Sírio-Libanês ressaltou, em nota, que Jô morreu às 2h20. “Ele estava internado desde o dia 28 de julho no hospital, onde era acompanhado pelas equipes do corpo clínico da instituição”, destacou a unidade de saúde.

    José Eugênio Soares, conhecido como Jô, nasceu em 16 de janeiro de 1938, no Rio de Janeiro. Ele foi humorista, apresentador de televisão, escritor, diretor e ator.

    Jô trabalhou nas emissoras Continental, TV Rio, Tupi, Excelsior, Record, SBT e Globo.

    A carreira como apresentador começou no SBT, com o programa Jô Soares Onze e Meia, que ficou no ar entre 1988 e 1999. No ano seguinte, o humorista estreou o Programa do Jô na TV Globo, encerrado em 2016.

  • Operação desmantela organização especializada em furto de motos no DF

    Operação desmantela organização especializada em furto de motos no DF

    Uma megaoperação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) intitulada Cavalo de Aço desmantelou uma organização criminosa composta por cerca de 24 homens que furtavam motos no Plano Piloto, adulteravam os sinais identificadores, emplacavam e revendiam. Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (27/7), 200 policiais civis cumpriram 22 mandados de prisão preventiva e 32 de busca e apreensão.

    As investigações coordenadas pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRFV 2/Corpatri) começaram em 2021 e foram intensificadas este ano. Neste período, a Polícia Civil contabilizou mais de 30 ocorrências policiais relacionadas ao grupo criminoso.
    Delegado à frente do caso,  André Leite, diretor da Corpatri, explica que a organização movimentou mais de R$ 500 mil em um ano. “Acreditamos que o desmantelamento do grupo causará redução nos índices de furto de veículos no Distrito Federal”, frisou.

    Uma megaoperação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) intitulada Cavalo de Aço desmantelou uma organização criminosa composta por cerca de 24 homens que furtavam motos no Plano Piloto, adulteravam os sinais identificadores, emplacavam e revendiam. Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (27/7), 200 policiais civis cumpriram 22 mandados de prisão preventiva e 32 de busca e apreensão.

    As investigações coordenadas pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRFV 2/Corpatri) começaram em 2021 e foram intensificadas este ano. Neste período, a Polícia Civil contabilizou mais de 30 ocorrências policiais relacionadas ao grupo criminoso.
    Delegado à frente do caso,  André Leite, diretor da Corpatri, explica que a organização movimentou mais de R$ 500 mil em um ano. “Acreditamos que o desmantelamento do grupo causará redução nos índices de furto de veículos no Distrito Federal”, frisou.

    Como agiam

    Divididos em núcleos, os 24 homens, com idades entre 20 e 50 anos, tinham funções distintas e definidas na organização. A polícia conseguiu mapear que o grupo contava com os furtadores, adulteradores de sinais identificadores, pesquisadores, “plaqueiros”, transportadores, receptadores finais e operadores financeiros.

    O grupo ainda escolhia quais motos iria furtar e onde cometeria o crime. A preferência era na região do Plano Piloto e por aquelas motocicletas fabricadas entre 2020 e 2022. Após a subtração do veículo, os criminosos a ocultavam em diversos locais (esfriamento), adulteravam os sinais identificadores (placas, chassis) e a transportavam para outras unidades da Federação, principalmente para cidades da Bahia e do Piauí.

    Nesta quarta-feira, a PCDF cumpriu os mandados nas cidades de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião, Riacho Fundo, Luziânia (GO), Águas Lindas (GO), Valparaiso (GO), além de Correntina (BA) e outras cidades da Bahia e do Piauí, onde houve apoio da polícia civil local.

    A maioria dos criminosos acumulavam antecedentes, principalmente os líderes da organização, que tinham sido investigados por adulteração de sinais identificadores e receptação de veículos. Todos os presos responderão pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado, adulteração de sinais identificadores, receptação e lavagem de capitais. Caso sejam condenados, podem pegar mais de 20 anos de reclusão.

  • Empresário é detido com arma, máscara e muita munição em carro no ES

    Empresário é detido com arma, máscara e muita munição em carro no ES

    Fato ocorreu nesta segunda (25). Odorico Donizeth Coelho, de 54 anos, é pai de uma adolescente que levou um tapa no rosto de um PM em 2018, na Serra, durante uma discussão de trânsito

    O empresário Odorico Donizeth Coelho, de 54 anos, foi preso em um carro roubado com um verdadeiro arsenal – arma, colete, munições, mira laser, rojões, facão e cassetete – em Ibatiba, no Sul do Espírito Santo, na tarde desta segunda-feira (25). Ele está envolvido em um episódio que ganhou repercussão no Estado em setembro de 2018, quando a filha dele, com 14 anos na época, levou um tapa no rosto de um sargento da Polícia Militar durante uma discussão de trânsito. Na ocasião, que aconteceu em setembro de 2018, na Serra, o homem também foi agredido.

    De acordo com a Polícia Militar, os agentes receberam uma denúncia nesta segunda-feira enquanto faziam patrulhamento pela BR 262, no bairro Novo Brasil. A informação era de que as placas que estavam em um carro, que estava sendo guinchado, não conferiam com o modelo do veículo.

    Uma equipe foi até o local e descobriu que, na verdade, o carro tinha sido roubado em Vitória no último dia 17. “Durante averiguação, foi encontrado com o passageiro do guincho, que usava um colete balístico, uma pistola de calibre 9 mm, com 15 munições e lanterna e mira laser acopladas, além de mais 54 munições, um carregador de pistola, uma máscara de silicone simulando um rosto de idoso, três lazeres, um cassetete retrátil, uma par de luvas táticas, 11 rojões, um facão, 30 lacres de plástico e um kit de chaves mixa”, detalhou a PM, em nota.

    O empresário alegou que andava com o material desde o episódio com a filha, em 2018. “O homem respondeu que após um fato em que sua filha havia sido agredida por um policial militar, ele havia passado a andar de colete e armado, por sua segurança.”

    Os agentes conseguiram conversar com o dono do carro, que reconheceu Odorico, dizendo que ele havia cometido o assalto. “Questionado novamente, o suspeito afirmou que estava com todos os materiais ilícitos, pois sua filha havia fugido de casa há sete meses e ele estaria desesperado e tinha recebido informações de que ela estaria no Estado de Minas Gerais, por isso teria roubado o carro com intuito de seguir até lá”, completou a nota.

    Odorico foi detido e levado para a Delegacia de Polícia de Venda Nova do Imigrante. A Polícia Civil informou que o suspeito, de 54 anos, conduzido à Delegacia Regional de Venda Nova do Imigrante, foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e foi encaminhado para o Centro de Triagem de Viana.

    Nesta terça-feira (26), em audiência de custódia, Odorico Donizeth Coelho teve a liberdade provisória concedida pela Justiça, mediante pagamento de fiança no valor de R$ 15 mil e cumprimento de outras medidas cautelares. Procurada pela reportagem durante a tarde desta terça, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que ele permanecia preso no Centro de Triagem de Viana. 

    A reportagem tenta localizar a defesa do empresário preso.

    CASO DA AGRESSÃO EM 2018

    À época do episódio das agressões de pai e filha, a Polícia Militar concluiu que o sargento envolvido no caso cometeu crime e deveria ser julgado pela Justiça comum. “O Inquérito Policial Militar (IPM) relativo ao fato foi concluído, com indicativo de crime comum e transgressão à disciplina, e foi encaminhado à Justiça”, informou a corporação, na ocasião.

    Paralelamente, a PM ainda prometeu instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta do agente. Na Justiça comum, foi feito um acordo: em outubro de 2020, o processo foi encerrado depois que o militar doou um bebedouro e duas torneiras para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da Serra. 

    A reportagem questionou a PM sobre o andamento do processo administrativo instaurado na época. Assim que houver retorno, este texto será atualizado. 

  • Bolsonaro e diplomatas: só 2 dos 10 maiores parceiros comerciais do Brasil foram à reunião

    Bolsonaro e diplomatas: só 2 dos 10 maiores parceiros comerciais do Brasil foram à reunião

    Representantes de apenas dois dos 10 países que mais importam produtos do Brasil confirmaram que estiveram presentes na reunião com embaixadores convocada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) na segunda-feira (18/7).

    O chefe do Executivo federal convidou chefes de missão diplomática de cerca de 40 países para um encontro no Palácio da Alvorada. Na ocasião, o mandatário da República voltou a levantar suspeitas sobre o sistema eleitoral brasileiro.

    A lista oficial de embaixadores presentes na reunião não foi divulgada pelo Planalto nem pelo Itamaraty. Contudo, levantamento da reportagem nas embaixadas aponta que houve baixa participação dos parceiros comerciais do Brasil mais expressivos.

    Dos 10 maiores importadores do país, apenas os Estados Unidos e a Espanha confirmaram ter enviado representantes ao encontro com Bolsonaro. Os participantes foram o encarregado de negócios norte-americano, Douglas Koneff, e o embaixador espanhol em Brasília, Fernando Garcia Casas.

    Os titulares da Holanda (André Driessen), de Singapura (Desmond Ng), da Coreia do Sul (Lim Ki-mo) e do Japão (Teiji Hayashi) não marcaram presença nem enviaram representantes. Chile preferiu não informar, e México não respondeu ao contato até a publicação desta reportagem.

    A Argentina, por sua vez, alegou não ter recebido um convite, e a embaixada da China disse à reportagem que não poderia divulgar a informação. Interlocutores do Planalto, no entanto, pontuaram que os dois países não foram chamados porque estão sem embaixadores efetivos em Brasília.

    O Metrópoles levou em conta os maiores importadores do Brasil em 2021, de acordo com o Ministério da Economia. Veja abaixo a lista de países e a respectiva participação na balança comercial brasileira:

    • China: US$ 87.907 bilhões (31,30%)
    • Estados Unidos: US$ 31.145 bilhões (11,09%)
    • Argentina: US$ 11.878 bilhões (4,23%)
    • Países Baixos (Holanda): US$ 9.316 bilhões (3,32%)
    • Chile: US$ 7.018 bilhões (2,50%)
    • Singapura: US$5.820 bilhões (2,07%)
    • Coreia do Sul: US$ 5.670 bilhões (2,02%)
    • México: US$ 5.560 bilhões (1,98%)
    • Japão: US$ 5.539 bilhões (1,97%)
    • Espanha: US$ 5.433 bilhões (1,93%)

    A reportagem também apurou que representantes da Índia (Suresh Reddy), França (Brigitte Collet) e Rússia (Alexey Labetskiy) — países que integram a lista de nações que mais exportam para o Brasil – estavam no evento. Embaixadores de Portugal (Luís Faro Ramos), Irlanda (Seán Hoy), Egito (Wael Aboulmagd) e Suíça (Pietro Lazzeri) também compareceram.

    Os representantes do Reino Unido e da Alemanha, Melanie Hopkins e Heiko Thoms, respectivamente, estão em férias e, por isso, não foram ao encontro convocado pele mandatário brasileiro.

    O discurso de Bolsonaro aos chefes diplomáticos foi visto como um contraponto a uma sessão informativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizada em 31 de maio. Na ocasião, 68 embaixadores foram convidados pela Justiça Eleitoral para apresentações sobre o sistema eletrônico de votação do Brasil. Ao final do encontro, os diplomatas participaram de uma simulação com as urnas.

    Posicionamento dos embaixadores

    Após o representante dos EUA participar da reunião com Bolsonaro, a embaixada do país reafirmou, na terça-feira (19/7), a confiança no sistema eleitoral brasileiro e disse que este é “modelo” para o mundo.

    “Os Estados Unidos confiam na força das instituições democráticas brasileiras. O país tem um forte histórico de eleições livres e justas, com transparência e altos níveis de participação dos eleitores”, diz trecho do comunicado.

    Em declaração à imprensa, a embaixada ainda disse estar confiante de que as eleições de outubro deste ano “vão refletir a vontade do eleitorado” e que o atual sistema de urnas eletrônicas “serve como modelo para as nações do hemisfério [Norte] e do mundo”.

    O embaixador da Suíça em Brasília, Pietro Lazzeri, participou do encontro. Em seu perfil nas redes sociais, ele afirmou que espera do Brasil um pleito que “celebre a democracia”.

    “No ano do Bicentenário do Brasil, desejamos ao povo brasileiro que as próximas eleições sejam mais uma celebração da democracia e das instituições.”

    Teor da discussão

    Durante o encontro com embaixadores, o presidente Jair Bolsonaro voltou a lançar dúvidas sobre as urnas eletrônicas. Por mais de 45 minutos, o chefe do Executivo federal também criticou o TSE e afirmou que seu governo está empenhado em apresentar uma “saída” para as eleições deste ano.

    A reunião com estrangeiros foi realizada no Palácio da Alvorada e contou com a estrutura do governo para ser divulgada. Na ocasião, o titular do Planalto repetiu argumentos já desmentidos por órgãos oficiais e reiterou que as eleições deste ano devem ser “limpas” e “transparentes”.

    “Nós queremos, obviamente, estamos lutando para apresentar uma saída para isso tudo. Nós queremos confiança e transparência no sistema eleitoral brasileiro”, declarou. “Nós queremos corrigir falhas. Queremos transparência. Nós queremos democracia de verdade.”

    No evento com diplomatas, o presidente também criticou os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Bolsonaro, os três magistrados querem trazer “instabilidade” para o país.

  • vídeo íntimo da pastora evangélica que está causando polêmica na internet

    vídeo íntimo da pastora evangélica que está causando polêmica na internet

    Quem disse que apenas celebridades são vítimas de vazamento de conteúdo íntimo? Desta vez, segundo o site O Fuxico Gospel, um vídeo sensual de Andréia Lacerda, que seria pastora da Igreja Pentecostal Restaurando Almas, de Valparaíso de Goiás (GO), foi vazado em grupos de WhatsApp no último sábado (11/6).

    Na polêmica gravação ela aparece deitada na cama se filmando do alto e agindo de forma sensual e provocadora, chegando a mostrar os seios e a se tocar.

    Não se sabe se o conteúdo foi direcionado a alguém e nem quando teria sido gravado.

    No perfil de Andréia Lacerda no Instagram, que se tornou privado, existem vários conteúdos religiosos, de acordo com o Fuxico Gospel, incluindo lives em que pregando passagens bíblicas.

    Aliás, logo na “bio” de seu perfil ela colocou um versículo da Bíblia: “2 Coríntios 12:15 ‘Está cravado em mim… Tudo nesta vida passará, mas eu Senhor quero fazer a diferença!”.

    Já no Facebook, Andréia não possui nada ligado à Igreja Pentecostal Restaurando Almas e diz que estaria se formando na área de Assistência Social. Na área “Sobre”, da rede social, ela diz: “Sou a tinta que Deus criou para escrever todos os dias uma nova HISTÓRIA…”.

    Uma possível comprovação de que ela realmente é pastora consta em publicação de 2018 compartilhada no Facebook pelo perfil “Carlos de Assis”. Ele cita aniversariantes da Igreja Evangélica Pentecostal Yahweh em Recanto das Emas (DF).

  • Paraguaios querem reparação do Brasil por guerra ocorrida há 150 anos

    Paraguaios querem reparação do Brasil por guerra ocorrida há 150 anos

    A ferida do mais sangrento conflito militar da história do nosso continente está sendo reaberta por uma Subcomissão de Verdade e Justiça do Parlamento do Mercosul, o Parlasul.

    A bancada paraguaia nesse colegiado, que também tem parlamentares brasileiros, argentinos, uruguaios e bolivianos, conseguiu instalar essa comissão com o objetivo de tentar revisar a história da Guerra do Paraguai, acusar os ganhadores de genocídio e buscar reparação financeira e um pedido de desculpas.

    A Guerra da Tríplice Aliança, como é chamada no país vizinho, aconteceu entre 1864 e 1870, quando o Brasil era um império comandado por Dom Pedro II. O conflito teve como contexto o alinhamento dos países sul-americanos em lados opostos diante de uma guerra civil no Uruguai. O combate ganhou força após os paraguaios, comandados por Francisco Solano López, aprisionarem um navio brasileiro e invadirem o atual Mato Grosso do Sul em represália à invasão do Uruguai pelo Brasil.

    Também invadida pelos paraguaios, a Argentina se uniu ao Brasil e aos colorados uruguaios, vencedores do conflito interno naquele país, formando a Tríplice Aliança que combateu no Paraguai. A guerra foi extremamente sangrenta. O Brasil enviou cerca de 150 mil soldados e perdeu ao menos um terço deles, além de milhares de civis no território invadido.

    As perdas humanas e financeiras mais dramáticas, porém, ficaram com o Paraguai, que teve sua população masculina adulta praticamente dizimada e sua infraestrutura destruída, além de ter perdido território.

    Entendendo que as consequências dessa destruição definiram um futuro de miséria para o país, políticos paraguaios articularam por anos um debate em torno de um pedido de reparação econômica, já calculada por eles em até US$ 150 bilhões.

    Qual verdade?

    A Subcomissão de Verdade e Justiça do Parlasul começou a se reunir em junho deste ano e já realizou cinco audiências públicas, nas quais pesquisadores paraguaios fizeram apresentações acusando Brasil, Argentina e Uruguai de manipularem a história para culpar a suposta vítima por o que teria sido uma guerra imperialista e genocida.

    Até agora, todas as sessões foram realizadas no Senado do Paraguai, mas há outras previstas para até setembro, incluindo uma no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR), em 15 e 16 de setembro.

    Ouvida em 3 de junho, a historiadora paraguaia Noelia Quintana acusou os inimigos do Paraguai de terem cometido crimes de guerra e comparou o conflito ao genocídio dos armênios pelo Império Otomano (atual Turquia) na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

    Noelia avalia que houve “uma série de feitos consumados pelos exércitos aliados na guerra da Tríplice Aliança que são efetivamente configurados como crimes de guerra cometidos pelos estados de Brasil, Argentina e Uruguai, por seus exércitos em campanha. E que seus respectivos governos, com anuência de seus congressos, foram responsáveis diretos por esses atos e devem ser considerados como estados agressores do Paraguai”.

    Convocado para a sessão de 17 de junho, o pesquisador Sixto Cáceres, afirmou que “o objetivo da subcomissão é a esperança de se obter justiça para um povo que durante anos aguardou esse momento para que se conheça a verdade de sua história”. Para ele, há “elementos suficientes para mostrar que houve genocídio”. “[Pesa sobre a Tríplice Aliança] a morte de milhares de meninos e meninas, mulheres e anciãos. Prisioneiros que se entregaram foram fuzilados, degolados, obrigador a guerrear contra seus compatriotas. E vendidos como escravos”, acusou ainda.

    Os pesquisadores questionam, nas audiências, até a condição de ditador de Solano López, que foi usada pela Tríplice Aliança como uma das justificativas para a campanha militar.

    Versão brasileira

    Um dos principais historiadores no Brasil desse conflito continental, o professor da Universidade de Brasília (UnB) Francisco Doratioto entende que os países vencedores não devem dinheiro nem desculpas ao Paraguai.

    “O discurso de que o Paraguai foi vítima nessa guerra é factualmente falso, porque eles foram o país agressor, foram eles que provocaram o conflito”, defende ele, autor do livro Maldita guerra: Nova história da Guerra do Paraguai, que rebate um interpretação segundo a qual o imperialismo inglês teria sido o responsável por incitar a luta sul-americana.

    “Quem começou a guerra mesmo sem declará-la, ao sequestrar o barco Marquês de Olinda e invadir o Mato Grosso, foram as tropas de Solano López, que já vinha planejando há tempos essa movimentação. Se pegamos a cronologia dos fatos, vemos que a Tríplice Aliança se formou como resposta à agressão paraguaia”, argumenta o acadêmico brasileiro. “Eles agora tentarem uma reparação porque seu país sofreu muitas perdas é quase como se a Alemanha pedisse indenização pela destruição que sofreu na Segunda Guerra Mundial”, comparou ele.

    Renegociação dos tratados de Itaipu como contexto

    Para Francisco Doratioto, o momento da pressão paraguaia no assunto “reparação histórica” está ligado a uma tentativa de ganhar argumentos quando se aproxima uma renegociação dos pactos de partilha da energia gerada pela Usina Hidrelétrica de Itaipu, que foi construída no rio Paraná e pertence aos dois países.

    “O parlamentar paraguaio que preside essa comissão, o Ricardo Canese, dedica toda sua vida política a denunciar um suposto imperialismo brasileiro no pacto de Itaipu, o que não é real”, defende o historiador brasileiro, que viveu três anos no Paraguai em sua pesquisa para o livro. “Quando a usina foi construída [de 1975 a 1982], o Paraguai não tinha recursos nem crédito internacional, então o Brasil bancou tudo e, desde então, vem descontando em energia a dívida paraguaia no negócio, o que deixa certos políticos de lá insatisfeitos”, complementa ele.

    Está marcado para 2023 a revisão do Tratado de Assunção, que definiu os termos do pagamento dessa dívida. “Pelo que foi acertado quando da construção, Itaipu não deveria dar lucro e sim produzir energia. Como o pagamento da dívida da construção acaba ano que vem, era então para a energia ficar mais barata para os dois, mas o Paraguai quer manter o preço atual para ganhar mais na divisão, já que eles não consomem metade do que é produzido e vendem o excedente para o Brasil”, afirma Doratioto, em entrevista

    Os próximo passos da comissão

    Ao final das audiências, a Subcomissão de Verdade e Justiça da Guerra da Tríplice Aliança deverá produzir um relatório que, tudo indica, trará os pedidos de reparação. Além de uma indenização financeira, os paraguaios pedem a devolução do que chamam de “saques”. A lista inclui um grande canhão construído pelos paraguaios com metal dos sinos das igrejas de Assunção (o que lhe rendeu o nome de O Cristiano, ou O Cristão, em português) e que foi tomado pelo Brasil como troféu de guerra.

    Canhão El Cristiano

    Esse relatório deverá então ser votado pelo plenário do Parlasul. Em tese, a tendência seria de derrota do texto, afinal a maioria dos votantes são dos países vencedores do conflito. Para o historiador Francisco Doratioto, porém, o resultado da votação deverá depender da ideologia dos congressistas do Parlasul.

    “Há setores políticos sul-americanos que admiram regimes fortes e justificam ditadores como Solano López. É possível que parlamentares argentinos do Parlasul que sejam peronistas, por exemplo, apoiem essa tese paraguaia. Quando a presidente era Cristina Kirchner, a Argentina chegou a se desculpar com o Paraguai”, conta Doratioto.

    Uma eventual condenação não obrigaria Brasil, Argentina e Uruguai a indenizar imediatamente o Paraguai, mas poderia ser usada pelo país derrotado na guerra como argumento em eventuais ações em cortes penais internacionais que tratam desses temas, como o Tribunal de Haia.

    Itamaraty não se manifesta

    Ministério das Relações Exteriores sobre o tema debatido nessa subcomissão do Parlasul, do qual o Brasil é membro oficial, perguntando se o país acompanha os trabalhos e se foi convidado a se manifestar.

    A reportagem questionou ainda se o Brasil estaria disposto a reparar o Paraguai de alguma forma ou a pedir desculpas oficiais ao país vizinho.

    O Itamaraty não havia respondido nada até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

  • Tenente do Exército acusado de agredir esposa em SG é preso

    Tenente do Exército acusado de agredir esposa em SG é preso

    Um tenente do Exército Brasileiro, de 41 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (8), no Centro do Rio, por equipes da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São Gonçalo. O oficial do Exército é acusado pelos crimes de ameaça, lesão corporal, violência psicológica e estupro de vulnerável contra a comerciante Patrícia Coutinho, de 45 anos. A prisão ocorreu em razão de mandado de prisão expedido pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar de São Gonçalo.

    De acordo com informações da Deam, após diligências do setor de inteligência da unidade de São Gonçalo, Silva foi preso quando se preparava para realizar um concurso público. Ele foi levado para a delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

    No dia 13 de junho deste ano, a vítima foi à Deam e relatou ter sido agredida pelo companheiro. No dia 25 do mesmo mês, ela retornou à delegacia e apresentou vídeos e áudios das agressões que, segundo ela, aconteciam desde 2019. De acordo com a mulher, em várias oportunidades, após ingerir medicamentos para dormir, o autor mantinha relações sexuais com ela.

  • após matar irmã, PM bateu com algemas na testa e arrancou as unhas

    após matar irmã, PM bateu com algemas na testa e arrancou as unhas

    Após matar a irmã a tiros na manhã do último sábado (2/7), a PM Rhaillayne Oliveira de Mello, presa em flagrante pelo marido, que também é militar, “bateu com as algemas na própria testa” diversas vezes. Segundo laudo do Instituto Médico Legal (IML), ela também arrancou “as unhas dos dedos mínimos da mão”.

    De acordo com o jornal O Globo, o laudo do exame de corpo de delito realizado na mulher aponta que ela apresentou um comportamento “sugerindo psicose ou estado pós-traumático”

    Rhaillayne atirou na irmã, a comerciante Rhayna Oliveira de Mello, durante uma discussão. O crime aconteceu em um posto de gasolina, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

    Em depoimento à polícia, o marido da PM afirmou que ela demonstrava estar “claramente sem paciência” nos últimos tempos.

    Segundo a perícia feita pelo IML, Rhayna morreu em decorrência de um tiro no tórax, que levou a uma hemorragia interna e lesões pulmonar e vascular.

    Na noite de domingo (3/7), Rhaillayne teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça do Rio.