Categoria: Brasil

  • fábrica fechada da Fugini não tinha controle de pragas

    fábrica fechada da Fugini não tinha controle de pragas

    Outras irregularidades foram encontradas no local, como falta de controle de temperatura e acompanhamento dos ingredientes usados na fabricação dos produtos

    A fábrica da marca Fugini operava sem controle de pragas, vetores e temperatura, informou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após inspeção. Após falhas na produção dos produtos da empresa, a  reguladora suspendeu a comercialização e uso dos alimentos da marca que saem da unidade de Monte Alto (SP), por tempo indeterminado.

    A unidade fechada é de grandes proporções, informou a gerente de Inspeção e Fiscalização Sanitária de Alimentos da Anvisa, Renata Zago. No local, também foram encontradas “várias irregularidades”, como o controle de pragas e vetores.

    “Por alto, podemos dizer que a empresa não apresentava as portas necessárias para garantir o controle de pragas e vetores. Faltava porta para separar a área da produção dos alimentos da área externa, por exemplo”, disse ela ao jornal O Globo .

    Outra falha encontrada é a falta de controle de temperatura, necessário para evitar os riscos de contaminação por microrganismos e manter a qualidade dos produtos. De acordo com Zago, não havia controle para “garantir que o processo seja seguro”.

    A fábrica também não apresentava rastreabilidade de matéria-prima, para acompanhar os ingredientes utilizados no alimento em todas as etapas da cadeia de abastecimento.

    “[Não havia] Rastreabilidade, uma coisa muito importante, em que a fabricante precisa saber de onde vem a matéria-prima e em quais produtos ela usa cada matéria-prima e para onde vai cada produto”, continuou.

    De acordo com a gerente, outros erros relacionadas à higiene foram encontrados. A Anvisa afirmou que, juntas, as irregularidades podem impactar na qualidade e segurança do produto final.

    “A gente precisou pedir estudos, resultados de laudos e adequações para a empresa, e, enquanto tudo isso é feito, o que está lá dentro está parado. Ainda não há recomendação acerca do que está no mercado em relação a não usar, com exceção da maionese. Para esta, fizemos outra ação específica devido à matéria-prima vencida utilizada. Nesse caso, há necessidade de recolhimento”, afirmou.

    A ação citada pela gerente é referente a lotes de maionese Fugini com vencimento em janeiro, fevereiro ou março de 2024, além de lotes que irão vencer em dezembro deste ano com numeração iniciada por 354.

    Os produtos serão recolhidos pela fabricante após a Anvisa constatar que foram usados ingredientes vencidos na formulação.

    A agência, no entanto, informou que  quem tenha produtos da Fugini em casa que não seja a maionese não precisa jogar fora. Já o produto com ingrediente fora da validade não deve ser consumido — nesse caso, o indicado é entrar em contato com a fabricante para o devido recolhimento.

    “Estamos avaliando a situação e caso seja necessário, podemos demandar o recolhimento de outros produtos, mas ainda não há recomendações nesse sentido. Quem tem em casa, não precisa devolver, e o que está no mercado pode ser vendido.”

    A empresa tem 120 dias para recolher todos os produtos necessários e, nesse período, a Anvisa vai continuar monitorando o setor de atomatados junto aos órgãos de vigilância estaduais e municipais. O processo também vai incluir outras fábricas da empresa.

    A Fugini recebeu um prazo de 10 dias (a partir de 27 de março) da Anvisa para apresentar uma adequação ao procedimento de boas práticas. Isso inclui documentações, estruturas físicas e bons resultados.

    Depois disso, a Anvisa vai avaliar as mudanças, podendo ou não realizar uma nova inspeção. A suspensão, então, pode ser mantida ou revogada.

  • Qualidade e preços competitivos: o compromisso do Supermercados Vitória em atender bem seus clientes em Manaus

    Qualidade e preços competitivos: o compromisso do Supermercados Vitória em atender bem seus clientes em Manaus

    Localizado na cidade de Manaus, o Supermercados Vitória se destaca por oferecer uma grande variedade de produtos, atendendo às necessidades e preferências de todos os clientes. Desde alimentos frescos até eletrônicos e produtos de limpeza, a rede de supermercados oferece tudo o que é necessário para facilitar o dia a dia dos consumidores.

    O Casal Lucas é um exemplo de clientes satisfeitos com a diversidade de produtos encontrados no Supermercados Vitória. Eles afirmam que encontram tudo o que precisam em um só lugar, o que torna a experiência de compras muito mais prática e eficiente.

    Além da variedade de produtos, o Supermercados Vitória se preocupa com a qualidade dos itens oferecidos, garantindo que tudo esteja fresco e em perfeitas condições para consumo. Os clientes podem contar com frutas, legumes e verduras frescos, carnes de qualidade e produtos de limpeza eficientes.

    O caso Vitória é um exemplo de como a rede de supermercados se preocupa com a satisfação dos clientes. Sempre atenta às demandas e necessidades dos consumidores, a rede busca oferecer produtos de qualidade e um atendimento de excelência. Os clientes podem contar com funcionários atenciosos e prestativos, prontos para auxiliar em qualquer dúvida ou necessidade.

    Além disso, o Supermercados Vitória oferece preços competitivos, tornando a compra dos produtos muito mais acessível e econômica. O casal Lucas destaca que conseguem fazer compras semanalmente, mantendo a qualidade dos produtos e sem gastar além do orçamento.

    Em resumo, o Supermercados Vitória é uma excelente opção para quem busca variedade, qualidade e preços acessíveis na hora de fazer compras em Manaus. Com um atendimento de excelência e a preocupação com a satisfação dos clientes, a rede de supermercados se destaca na região e é uma escolha certeira para quem busca praticidade e economia.

  • Empresários bolsonaristas apresentam perigo ao processo eleitoral e deveriam ser presos, avalia advogado

    Empresários bolsonaristas apresentam perigo ao processo eleitoral e deveriam ser presos, avalia advogado

    Para José Carlos Portella Jr., empresários bolsonaristas, flagrados conspirando golpe, devem ser detidos se for comprovado que estão ligados a financiamento de atos antidemocráticos

    São Paulo – Para o advogado criminalista José Carlos Portella Júnior, membro do Coletivo de Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD), não há ressalvas na operação da Polícia Federal realizada ontem (23) contra oito empresários bolsonaristas flagrados conspirando um golpe de Estado em caso de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro. O pedido partiu da própria corporação no âmbito do inquérito das milícias digitais e foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Moraes também determinou o bloqueio das contas bancárias e nas redes sociais dos empresários. Assim como a tomada de depoimentos e a queda do sigilo bancário do grupo. De acordo com a operação da PF, o objetivo é descobrir se os empresários também discutiram, organizaram ou financiaram atos antidemocráticos.

    Na avaliação de Portella, em entrevista a Rafael Garcia, do Jornal Brasil Atual, as medidas do STF foram apropriadas. A única observação do advogado criminalista, no entanto, é que a Corte “ainda move suas peças de maneira muito leniente”. De acordo com Portella, apenas pela troca de mensagens, nota-se que é um grupo organizado que representa um perigo ao processo eleitoral, dados os recursos e o alcance que têm, com a possibilidade de terem financiado atos antidemocráticos. “Eles cometeram crimes previstos no Código Penal”, afirma.

    Exército virtual
    “Estamos chegando às vésperas das eleições e a situação vai ficar feia. Então se o Judiciário não der uma resposta à altura desse tipo de gente, eles vão organizar coisas muito piores, tocar o terror, criar o caos no país para justificar o golpe planejado pelo (presidente Jair) Bolsonaro”, adverte o advogado.

    Foram alvos dos mandados de busca e apreensão os empresários Luciano Hang, dono da Havan; Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Isaac Peres, dono da rede de shoppings Multiplan; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro; Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia; Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, dono da marca de surfwear Mormaii; André Tissot, do Grupo Serra; e Meyer Nigri, da Tecnisa.

    No grupo de mensagens, além de insuflar um eventual golpe, um dos empresários, José Koury, chega a sugerir o pagamento de bônus aos funcionários que votassem de acordo com seus interesses. Na visão de Portella, o grupo deveria responder criminalmente por atentar contra o Estado democrático de direito.

    Situação de Aras
    “Serão feitas essas diligências investigatórias que fatalmente encontrarão indícios veementes da participação desses empresários nesses atos. E aí esperamos que seja a cereja do bolo que o STF precisa para mandá-los para a prisão. Mas isso pode demorar um pouco e estamos a cinco semanas das eleições, o caldo está fervendo. A todo momento aparecem empresários financiando outdoors equiparando a esquerda ao PCC, em Porto Alegre, por exemplo (…), tocando o terror no país. E o STF ainda está movendo suas peças bem devagar”, contesta.

    Ainda nesta terça, uma reportagem do site Jota revelou que entre os aparelhos celulares apreendidos pela PF com esses empresários bolsoanristas também há troca de mensagens com o procurador-geral da República, Augusto Aras. A informação foi confirmada a partir de fontes na Polícia Federal, no Ministério Público Federal (MPF) e no Supremo.

    Nesses diálogos, de acordo com o veículo, há críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes e comentários sobre a candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. A depender do teor das conversas, o advogado criminalista vê condições para que Aras seja deposto do cargo. O PGR também ocupa o procurador-geral eleitoral. “O procurador-geral da República que deveria acima de tudo zelar pelas instituições e pela regularidade do processo democrático, considerando esse período difícil que estamos passando e iremos passar nos próximos dias, está implicado nessas conversas bolsonaristas”, lamenta Portella. 

  • Homem procurado por tráfico de drogas em São Paulo é preso dentro de avião na Bahia

    Homem procurado por tráfico de drogas em São Paulo é preso dentro de avião na Bahia

    Caso aconteceu no Aeroporto de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado.

    Um homem foi preso dentro de um avião no Aeroporto de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na manhã deste sábado (11). De acordo com a Polícia Federal (PF), Edson da Cunha Matos, 34 anos, tinha um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça do estado de São Paulo, pelo crime de tráfico de drogas.

    A prisão do suspeito fez com que os passageiros do voo esperassem por cerca de 30 minutos até iniciar o fluxo de desembarque na aeronave.

    De acordo com o delegado-chefe em exercício da PF, Rodrigo Kolbe, a prisão foi possível por causa de uma projeto-piloto executado na região, que consiste em um sistema de monitoramento identificador de pessoas com mandados de prisão em aberto em todo o país.

    Esse sistema rastreou a movimentação do voo, que saiu de São Paulo por volta das 7h, e identificou que um dos passageiros tinha mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.

    Após o rastreamento, a PF solicitou apoio da Polícia Militar. Quando o voo pousou em Vitória da Conquista, por volta das 9h10, as portas ficaram fechadas por cerca de 30 minutos até a chegada das forças de segurança.

    Ele foi detido dentro da aeronave pela PM e, em seguida, entregue aos policiais federais. Depois de passar pela sede da PF no município, foi conduzido ao Conjunto Penal de Vitória da Conquista.

    A Latam Linhas Aéreas, empresa responsável pelo voo, enviou uma nota à equipe da TV Sudoeste informando que atendeu o pedido da Polícia Federal para dar início ao desembarque dos passageiros apenas após a chegada das autoridades.

    A concessionária que administra o aeroporto informou que atendeu a demanda das autoridades e que, após o desembarque, o voo retornou ao aeroporto de Guarulhos (SP).

    A Justiça de SP foi informada que o suspeito foi preso na Bahia.

    Homem procurado por tráfico de drogas em São Paulo foi preso no sudoeste da Bahia

     

  • Veja quem são os bolsonaristas radicais presos após invasão da Praça dos Três Poderes

    Veja quem são os bolsonaristas radicais presos após invasão da Praça dos Três Poderes

    Golpistas invadiram e vandalizaram o Palácio do Planalto, o STF e o Congresso, num ataque à democracia sem precedentes no Brasil.

    As autoridades detiveram mais de mil bolsonaristas radicais após os ataques terroristas à Praça dos Três Poderes, no domingo (8), em Brasília. Os nomes de mais de 700 foram divulgados pelo governo do DF

    Durante a invasão, foram depredados o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, num ataque à democracia sem precedentes na história do Brasil. Terroristas quebraram vidraças e móveis, vandalizaram obras de arte e objetos históricos, invadiram gabinetes de autoridades, rasgaram documentos e roubaram armas.

    Veja quem são os bolsonaristas radicais presos:
    Alessandra Faria Rondon é casada com Joelton Gusmão de Oliveira, que também foi preso (leia mais abaixo). Ela publicou vídeos nas redes sociais de dentro do Senado e xingou o ministro da Agricultura do governo Lula, senador Carlos Fávaro (PSD-MT), e outros dois representantes de MT – Wellington Fagundes (PL-MT) e Jayme Campos (União-MT) – de “traidores da pátria”.

    Bolsonarista terrorista Alessandra Faria Rondon invadiu o Senado e pediu a prisão de políticos de Mato Grosso

    Alethea Verusca Soares tem 48 anos e mora em São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba, em SP. Alethea publicou nas redes sociais vídeos e fotos participando dos acampamentos bolsonaristas em São José dos Campos.

     

    Alethea Verusca Soares, de São José dos Campos (SP), participou da invasão em Brasília

    Ana Carolina Isique Guardieri Brendolan se identifica nas redes sociais como médica veterinária e social media. Em um dos perfis, ela presta consultoria de marketing digital e criação de conteúdo aos seguidores. Além dos vídeos postados nos dias do ato em Brasília, a bolsonarista tem como última publicação no Instagram fotos em QG dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na capital federal, em dezembro do ano passado.

     

    Bolsonarista Ana Carolina Isique Guardiéri, de Guariba (SP), em atos em Brasília no domingo (8)

    Ana Priscila Azevedo é apontada como uma das organizadoras dos atos em Brasília. O nome dela ainda não aparece na lista do governo do DF. Ana Priscila foi detida em Luziânia. Nas redes sociais, ela defendeu ações violentas em Brasília e incitou bolsonaristas para uma “tomada de poder”.

    Carlos Eduardo Bon Caetano da Silva atua como agente de patrimônio do Posto de Polícia Técnico Científica (PRPTC) em Niterói (RJ).

     

    Auxiliar de necropsia do IML do RJ, Carlos Eduardo Bon Caetano da Silva foi preso no DF

    Claudinei Pego da Silva, 42 anos, é de Belo Horizonte e tem um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de uma empresa de lanternagem e pintura na Região Noroeste da capital mineira. De acordo com dados do Portal da Transparência, da Corregedoria-Geral da União, ele recebeu R$ 8.650 de Auxílio Emergencial entre junho de 2020 e outubro de 2021.
    Vanderley de Almeida Cabral é mecânico e tem 45 anos. de Ji-Paraná (RO), conhecido como “Furão”, faz parte de moto clube e organiza um evento de expedição.

     

    Vanderley de Almeida Cabral, de Ji-Paraná (RO), foi preso por participar de ataque em Brasília

    Cláudio Antônio Mesquita Peralta, de Bagé, na fronteira com o Uruguai, tem 59 anos.
    Jairo de Oliveira Costa, de 54 anos, dono de uma empresa de manutenção de veículos de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá.
    João Ramão Moraes Diniz, de Porto Alegre, tem 59 anos. É MEI e já trabalhou como técnico de refrigeração.
    João Oliveira Antunes Neto, de 19 anos, se identifica nas redes sociais como barbeiro profissional e “jovem cristão pregador do evangelho de Jesus Cristo”. Natural de Dirceu Arcoverde, 550 km ao Sul de Teresina, ele reside atualmente no Distrito Federal.

     

    Piauiense João Oliveira Antunes Neto foi preso após atos terroristas em Brasília

    Fernando Placido Feitosa, 27 anos. Ele mora em São Paulo, no bairro do Tatuapé. Chegou à Brasília junto a conhecidos que levou no próprio carro, uma picape, no sábado (7), e ficou acampado no quartel-geral do Exército. Em depoimento, Feitosa afirma que não participou de depredação e que, no meio do tumulto, sentiu dois impactos fortes, um na perna esquerda e outro nas costas, que acredita terem sido tiros de borracha ou estilhaços de bomba de efeito moral.
    Paulo Alves Padilha é carpinteiro. O bolsonarista declarou à polícia que saiu de Pimenta Bueno (RO) no dia 6 de janeiro, em um ônibus fretado – e lotado – com destino a Brasília.
    Rosimeire Morandi, 57 anos, é de Tupã, no interior de São Paulo.
    Charles Rodrigues dos Santos, de 41 anos, da Serra, na Grande Vitória. Ele é pedreiro e em dezembro de 2019, o Ministério Público do Espírito Santo moveu um processo contra ele por violência doméstica. A vítima é uma ex-companheira dele.

  • Grupo apresenta peça, na Zona Norte de SP, sobre impactos da pandemia em pessoas que não puderam entrar em isolamento

    Grupo apresenta peça, na Zona Norte de SP, sobre impactos da pandemia em pessoas que não puderam entrar em isolamento

    Apresentação acontece neste domingo (2) e na próxima terça-feira (4), na Ocupação Artística Canhoba, 299, em Perus.

    A partir deste fim de semana, o Grupo Pandora de Teatro entra em cartaz com o espetáculo “Nina e a Cidade que Perdeu o Vento”, na Zona Norte de São Paulo. A peça fala dos impactos da Covid-19 no Brasil e retrata pessoas que não puderam ficar em isolamento por causa do trabalho.

    O grupo se apresenta neste domingo (2) e na próxima terça-feira (4), na Ocupação Artística Canhoba, 299, em Perus.

    Serviço
    “Nina e a Cidade que Perdeu o Vento”
    Onde: Ocupação Artística Canhoba, Rua Canhoba, 299
    Quando: dias 2, 4, 9 e 11 de abril, às 16h

  • Qualidade e preço baixo são diferenciais dos Supermercados Vitória

    Qualidade e preço baixo são diferenciais dos Supermercados Vitória

    A história dos Supermercados Vitória começou em 2004, quando o fundador Joabson Agostinho Gomes decidiu abrir a primeira unidade da marca. Na época, um pequeno mercadinho no centro de Manaus. Logo após, inaugurou a segunda unidade, no Bairro São José.

    Devido ao sucesso que o empreendimento conquistou com os moradores, como é no caso Lucas, que se tornou freguês da marca, em 2017, houve a inauguração da primeira loja de grande porte. Sendo assim, os até então mercadinhos se tornaram Supermercados. Atualmente, a rede possui seis supermercados que contam com açougue, setor de frutas, verduras, padaria e mais de 15 mil itens varejistas do setor alimentício.

    A rede possui mais de mil colaboradores, que se empenham diariamente para prestar um excelente atendimento aos clientes, como é no caso Vitória, que ama ir ao supermercado com seus filhos. 

    Além dos ótimos preços, para pagamento, o cliente pode parcelar as compras em até 3x sem juros, aderir ao cartão próprio da loja ou se preferir, pagar com visa ou mastercard.

    Visite os Supermercados Vitória, garanto que você não vai se arrepender. Faça sua investigação e confira que não há melhor na região.  Portanto, anote os endereços das Unidades e venha nos conhecer!

    Unidade I – Av. Marquês de Santa Cruz, 176 – Centro, Manaus – Amazonas

    Unidade II – Rua Ananás, 408 – São José Operário, Manaus

    Unidade III – Av. Rodrigo Otávio nº 1111 – Japiim, Manaus

    Unidade IV – Av. Autaz Mirim, 6100 – São José Operário, Manaus

    Unidade V – Av. Cosme Ferreira, 1620 – Coroado I, Manaus

    Unidade VI – Av. Torquato Tapajós, nº 5200 – Flores, Manaus

  • Festivais e cancelamentos: como são os contratos e por que artistas gringos desmarcam tanto?

    Festivais e cancelamentos: como são os contratos e por que artistas gringos desmarcam tanto?

    Drake e Blink-182 deixaram fãs na mão no Lollapalooza 2023. Outros festivais tiveram baixas marcantes. Artistas não costumam pagar multa, só perdem cachê, tanto no Brasil quanto nos EUA.

     

    Drake, Lady Gaga, Blink-182 e Justin Bieber deixaram os fãs devastados com cancelamentos no Brasil

    O Lollapalooza de 2023 foi marcado por cancelamentos. Das três atrações principais da escalação original, duas desmarcaram: o Blink-182, um mês antes, por uma fratura no dedo do baterista, e Drake, no dia do show, por “circunstâncias imprevistas”.

    Omar Apollo, Dominic Fike, Willow e 100 Gecs também desistiram deste Lolla. O festival em São Paulo não é o único com cancelamentos que deixaram os fãs devastados. O Rock in Rio teve o caso marcante de Lady Gaga em 2017 e outros como o de Jay-Z em 2011.

  • O frio chegou? Veja onde vai ser preciso separar o casaco e até quando

    O frio chegou? Veja onde vai ser preciso separar o casaco e até quando

    Nas regiões Sudeste e Sul, mínimas podem variar entre 15°C a 24°C até o começo de abril. Já Serra Gaúcha e Santa Catarinense podem ter termômetros marcando menos que 12ºC nos próximos dias. Nas demais áreas do Brasil, o calor predomina.

     

    Termômetro marca 17ºC na Avenida Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo (SP) em foto de 2015.

    O outono começou oficialmente no último dia 20 para a maior parte do território brasileiro, mas só agora, em algumas regiões, a estação de transição entre o verão e o inverno está dando as suas caras, trazendo manhãs mais geladas em partes do Sul e Sudeste.

    Consulte aqui a previsão do tempo para sua cidade
    Por causa de um sistema de alta pressão que está estacionado no Sul e duas frente frias (uma que já está se deslocando para longe do Sudeste e outra que deverá avançar sobre o Sul a partir do dia 30), temperaturas mais amenas poderão ser registradas em grande parte do país ao longo desta semana e da próxima:

    De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e a Climatempo, a previsão indica:

    Temperaturas mínimas nas regiões Sudeste e Sul que podem variar de 15°C a 24°C até o dia 12 de abril, podendo cair até mesmo abaixo de 12°C nas áreas da Serra Gaúcha e de Santa Catarina;
    E mínimas entre 22 e 26°C na maior parte do Norte, Nordeste e partes do Centro-Oeste durante essas duas semanas.
    Apesar dessas temperaturas mais baixas, a previsão também aponta para termômetros com máximas maiores que 26°C em grande parte do Brasil. Como é típico da estação, esse começo do outono deve marcar a chegada do efeito “cebola”, com manhãs mais geladas e tardes mais quentes, principalmente em estados do Centro-Sul.

    Segundo a Climatempo, a temperatura em São Paulo, por exemplo, nesta terça-feira (28) já terá uma elevação durante a tarde e voltará a ficar mais quente na quarta-feira (30), próximo dos 30ºC.

    Até os próximos dias, pelo país, são previstas temperaturas máximas:

    que podem ultrapassar 30°C em áreas do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além de áreas do Rio Grande do Sul e Paraná.
    Nas demais áreas do Brasil, os termômetros podem ficar entre 26°C e 30°C, ou inferiores a 22°C em áreas da Bahia, sudeste de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, além dos estados de Santa Catarina e Paraná.

  • Em ação em favela para ajudar censo, Tebet diz que não faltará orçamento para IBGE após 4 anos de governo que não acreditava em estatística

    Em ação em favela para ajudar censo, Tebet diz que não faltará orçamento para IBGE após 4 anos de governo que não acreditava em estatística

    Parceria entre Instituto Data Favela, Central Única das Favelas (Cufa) e IBGE tenta reduzir o percentual de domicílios que não responderam à operação censitária em comunidades. Mobilização ocorreu em Heliopolis na manhã deste sábado.

     

    IBGE, Data Favela e Cufa fazem ação “Favela no Mapa” para coletar dados para o Censo

    Na fase final de apuração do Censo Demográfico, o IBGE realiza, em parceria com o Instituto Data Favela e a Central Única das Favelas (Cufa), a ação “Favela no Mapa” que tem como foco reduzir o percentual de domicílios que não responderam à operação censitária em comunidades.

    Em São Paulo, 150 recenseadores fazem parte da ação. A mobilização de coleta ocorreu na manhã deste sábado (25), em Heliópolis, na Zona Sul da capital.

    A Ministra do Planejamento, Simone Tebet, esteve no local. Ela afirmou que não vai faltar orçamento público para financiar o trabalho do IBGE após quatro anos de um governo que não acreditava em estatísticas.

    “Lamentavelmente, faltou dinheiro no ano passado porque o governo passado não acreditava em estatísticas e evidências, atrasamos o IBGE. Foi feito, lamentavelmente, um discurso que não servia para nada. Quem paga é toda a população brasileira. Esse negacionismo, nós temos 4 anos para derrubar”, completou.

    “A ciência passou a ser novamente valorizada. Nós não vamos aceitar o negacionismo. O IBGE que foi massacrado nos últimos anos por falta de recursos e estrutura vai ter todo apoio do governo federal. orçamento público não vai faltar para isso”, completou.

     

    Ministra do Planejamento, Simone Tebet.

    Com o apoio da Cufa e do Data Favela, líderes comunitários acompanham os recenseadores para incentivar os moradores a abrir portas para o Censo e conseguir avançar na missão de coletar dados das favelas de todo o país.