Autor: São Paulo em Foco

  • Aposentado relata prejuízo de R$ 600 mil por investimento em corretora suspeita de fraudes em Ribeirão Preto

    Aposentado relata prejuízo de R$ 600 mil por investimento em corretora suspeita de fraudes em Ribeirão Preto

    Resumo:
    Um investidor relatou a perda de R$ 600 mil, quantia destinada à sua aposentadoria, após aplicar recursos na Mercatore Investimentos.

    Esse indivíduo é um dos mais de 600 clientes que, conforme informações do Ministério Público Federal, realizaram investimentos na Mercatore ou na Meca, corretoras vinculadas aos empresários Breno Pignata, Felipe Rassi e Edilson Games.

    Recentemente, os três foram formalmente acusados de crimes financeiros e associação criminosa.

     

    Um homem que optou por manter sua identidade em sigilo relatou que perdeu R$ 600 mil que tinham como finalidade financiar sua aposentadoria em aplicações feitas na Mercatore Investimentos. Os sócios da corretora foram denunciados pela Justiça Federal de Ribeirão Preto (SP), acusados de desvio dos recursos financeiros dos investidores.

     

    “Atualmente, se eu for considerar a correção do valor, já ultrapassa R$ 1,2 milhão. Na época, eram R$ 600 mil; todo o meu fundo de aposentadoria desapareceu”, declarou ele em uma entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo.

    O depoimento desse homem é parte das alegações do MPF sobre as mais de 600 pessoas que confiaram suas economias na Mercatore ou na Meca, ambas ligadas aos empresários Breno Pignata, Felipe Rassi e Edilson Games, agora processados por crimes financeiros e associação criminosa.

    Em resposta à reportagem, Felipe Rassi mencionou ter sido também uma vítima da Mercatore e afirmou ter sofrido perdas financeiras. O advogado de Edilson Games prometeu retornar com uma declaração, mas não enviou uma resposta até o fechamento desta matéria. Não foi possível contatar Breno Pignata para comentários.

    ‘Não havia mais ninguém’

     

    O cliente relatou que após investir R$ 600 mil recebeu retornos apenas durante um mês; logo depois, a situação tornou-se suspeita. Ele afirmou que ao tentar resgatar seu dinheiro não obteve respostas e ao visitar o escritório da corretora encontrou-o fechado e sem funcionários.

     

    “Três anos atrás tentei fazer um saque e ele não foi realizado. Quando fui até a empresa, não havia mais ninguém lá. Eles ocupavam um andar inteiro; era uma empresa bem estruturada, mas tudo desapareceu”, contou.

    Além disso, o investidor revelou que antes dessa situação crítica chegou a recomendar amigos e familiares para aplicarem seus recursos na corretora. “Eles têm um método persuasivo que leva as pessoas a acreditarem que tudo está sob controle; meu irmão também sofreu perdas. Um passa para o outro essa confiança de que a rentabilidade era alta”, explicou.

    Uma mulher que também optou por permanecer anônima disse ter perdido R$ 300 mil na Mercatore. Segundo seu relato, os responsáveis pela corretora eram muito articulados e forneciam informações detalhadas para ganhar a confiança dos clientes.

    “Eram extremamente convincentes; falavam como gerentes de banco. Explicavam tudo com clareza até conseguirmos entender onde nossos investimentos estavam sendo aplicados”, contou.

    Ação judicial contra os responsáveis

    A denúncia apresentada pelo MPF afirma que os réus angariaram fundos de mais de 600 investidores, convencendo-os a alocar recursos em um fundo exclusivo da Mercatore e/ou da Meca. Entre julho de 2018 e novembro de 2021, foram registradas pelo menos 527 transações realizadas sem respeitar os contratos estabelecidos com os clientes, conforme a Polícia Federal.

    Alegações indicam que os executores prometeram rentabilidades elevadas e segurança nas aplicações financeiras através de um “fundo garantidor próprio”, semelhante ao Fundo Garantidor de Créditos da Bolsa. No entanto, posteriormente impediram os investidores de retirar seus valores aplicados, conforme exposto pelo Ministério Público Federal.

    Ainda segundo a denúncia, parte dos recursos captados pela Mercatore foi direcionada a empresas privadas em fase inicial associadas aos denunciados, resultando em dissipação dos valores sem retorno aos investidores. Outra fração foi aplicada em operações arriscadas na Bolsa, ocasionando perdas estimadas em R$ 16,1 milhões.

    A denúncia destaca que embora alguns investidores tenham conseguido realizar resgates parciais na Mercatore, muitos foram privados total ou parcialmente do patrimônio investido quando a empresa fechou devido a pedidos de liquidação das aplicações financeiras.

    Conforme consta nas acusações, Breno ofereceu um plano para recuperação extrajudicial mas não cumpriu as promessas feitas. Os problemas continuaram nas operações da Meca Investimentos — fundada por Felipe e Edilson — onde levaram parte dos clientes da Mercatore.

    A denúncia ainda sublinha que mesmo após a dissolução da sociedade entre Felipe e Breno em 2020, os contratos investigados evidenciam uma relação simbiótica entre Mercatore e Meca.

    No encerramento das investigações, o Ministério Público Federal acusou os empresários por atuarem como assessores financeiros sem as licenças adequadas e por gestão temerária além da apropriação indébita dos valores dos investidores.

    No mês de janeiro passado, a juíza federal Milenna Marjorie Fonseca da Cunha tornou os três acusados réus no processo. Eles responderão por crimes relacionados à gestão fraudulenta e negociação irregular de valores mobiliários além dos atos associativos criminosos.

  • Cliente diz ter perdido R$ 600 mil de aposentadoria ao investir em corretora acusada de golpe em Ribeirão Preto

    Cliente diz ter perdido R$ 600 mil de aposentadoria ao investir em corretora acusada de golpe em Ribeirão Preto

    Resumo :
    Um homem afirma ter perdido R$ 600 mil de reservas destinadas à sua aposentadoria ao fazer aplicações na Mercatore Investimentos.

    Ele é uma das mais de 600 pessoas que, segundo o Ministério Público Federal, fizeram aplicações na Mercatore ou na Meca, corretoras ligadas aos empresários Breno Pignata, Felipe Rassi e Edilson Games.

    Os três acabam de se tornar réus por crimes financeiros e associação criminosa.

     

    Um homem que preferiu não ser identificado afirma ter perdido R$ 600 mil de reservas destinadas à sua aposentadoria ao fazer aplicações na Mercatore Investimentos, com sócios que foram denunciados pela Justiça Federal de Ribeirão Preto (SP) e acusados de sumirem com o dinheiro dos investidores.

     

    “Hoje, se for corrigir o dinheiro, já está em mais de R$ 1,2 milhão, eu acredito, mas na época foram R$ 600 mil, todo fundo de aposentadoria que eu tinha foi embora”, afirmou, em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo.

    Ele é uma das mais de 600 pessoas que, segundo o Ministério Público Federal, fizeram aplicações na Mercatore ou na Meca, corretoras ligadas aos empresários Breno Pignata, Felipe Rassi e Edilson Games, que acabam de se tornar réus por crimes financeiros e associação criminosa.

    Procurado pela reportagem, Felipe Rassi disse que foi vítima da Mercatore e também teve prejuízos. O advogado de Edilson Games disse que mandaria uma resposta, mas não se posicionou até a publicação desta notícia. A reportagem não conseguiu falar com Breno Pignata

    ‘Não tinha mais ninguém’

     

    O cliente entrevistado pela reportagem afirma que, ao fazer o aporte de R$ 600 mil, chegou a receber rendimentos por um mês, mas depois a situação ficou estranha.

    Segundo ele, ao pedir novos resgates, ele não teve mais respostas e não encontrou ninguém no escritório da corretora, que estava fechado.

     

    “Três anos atrás eu fiz uma tentativa de saque e aí o saque não ocorreu. e aí eu tive lá na empresa, já não tinha mais ninguém. (…) Ele tinha um andar inteiro de aluguel. Era uma empresa bonita, toda decorada e aí evaporou tudo”, diz.

    O homem ainda conta que, antes de isso acontecer, chegou a indicar familiares e amigos para investir na corretora.

    “Eles têm um mecanismo de computação que você vai sendo levado, porque tem o meu irmão também sofreu perdas, você tem os amigos que vão indo e um leva o outro. Você acredita que está tudo bem, a rentabilização, ela é muito alta”, diz.

    Uma mulher que também preferiu não ser identificada afirmou ter perdido R$ 300 mil na Mercatore. Segundo ela, os responsáveis eram articulados e davam muitas informações para aumentar a confiança dos clientes.

    “Eles eram muito convincentes, falavam como se fosse gerente de banco. Explicavam muito, até a gente conseguir entender, eles explicavam para onde iam os investimentos e tudo mais”, afirma.

    Denunciados na Justiça Federal

    De acordo com a denúncia do MPF, os réus captaram recursos financeiros de mais de 600 pessoas, as convencendo a investir em um fundo de investimentos próprio da Mercatore e/ou da Meca. Segundo a Polícia Federal, foram ao menos 527 transações entre julho de 2018 e novembro de 2021 realizadas sem respeitar os contratos de prestação de serviços firmados com os clientes.

    Além de promessas de rentabilidades atrativas e prejuízos limitados, os acusados prometiam um “fundo garantidor próprio”, semelhante ao Fundo Garantidor de Créditos da Bolsa de Valores, mas posteriormente impediram os clientes de resgatar o capital investido, segundo o Ministério Público Federal.

    De acordo com a denúncia, parte dos valores recebidos pela Mercatore foi destinada a empresas de capital fechado e em estágio embrionário ligadas direta ou indiretamente aos denunciados, “cujos valores recebidos acabaram dissipados sem qualquer retorno aos investidores.”

    Outra parte, segundo a ação, foi direcionada a aplicações de elevado risco na Bolsa e resultaram em um prejuízo de R$ 16,1 milhões.

    A denúncia cita que, apesar de os investidores terem tido acesso a resgates parciais na Mercatore, a maioria foi privada de parte ou do total do patrimônio investido quando a empresa encerrou as atividades ao ser alvo de pedidos de liquidação de investimentos.

    Segundo a acusação, Breno chegou a oferecer um plano de recuperação extrajudicial, mas não cumpriu o prometido.

    Os problemas e as operações não autorizadas, de acordo com o MPF, prosseguiram na Meca Investimentos, empresa que foi aberta por Felipe e o assessor Edilson e para onde eles levaram parte dos clientes que eram da Mercatore.

    A denúncia ainda observa que, apesar da ruptura da sociedade entre Felipe e Breno em 2020, os contratos investigados mostram que Mercatore e Meca “mantinham uma relação simbiótica”.

    Ao término das investigações, o Ministério Público Federal denunciou os empresários por atuarem como assessores de investimento sem autorização, por praticarem gestão temerária, além de apropriação indébita de valores.

    Na decisão expedida em janeiro, a juíza federal Milenna Marjorie Fonseca da Cunha tornou os três investigados réus.

    Um ou mais vão responder por crimes associados a gestão fraudulenta, apropriação indébita e negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro, além de associação criminosa.

  • São Bernardo do Campo recebe carreta cultural com cinema gratuito

    São Bernardo do Campo recebe carreta cultural com cinema gratuito

    Um cinema que foge completamente do roteiro tradicional: além de ser itinerante, é de graça. Entre 10 e 13 de fevereiro, São Bernardo do Campo recebe a segunda edição do Cine Axalta, uma carreta de cinema sobre rodas que convida o público a viver a experiência da telona de forma acessível, com sessões gratuitas de filmes consagrados do cinema infantil e familiar.

    Instalada na Avenida Nelson Mandela, 534 (entre a Rua das Graças e a Rua do Oleoduto), na Vila São Pedro, a carreta climatizada convida crianças, jovens e adultos a viverem a magia da telona sem precisar sair do bairro. Ao longo de quatro dias, o público poderá assistir a até cinco sessões diárias, sempre com direito a pipoca e refrigerante gratuitos, reforçando o caráter acessível e inclusivo da iniciativa.

    O projeto é uma realização da Axalta Tintas, com apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e produção do Instituto Acerte e da Projetos com Incentivo.

    Após contemplar a população de São Bernardo, a carreta segue para Guarulhos, onde permanecerá de 23 a 26 de fevereiro. Este é o segundo ano que o projeto é realizado em São Paulo. Em 2025, o Cine Axalta, também conhecido como Cinema Circuit, proporcionou cultura e momentos de diversão a centenas de moradores residentes dessas duas cidades. O sucesso foi tanto que resultou em uma segunda temporada com novos filmes em cartaz.

    O Cine

    Com quase 20 metros de extensão, a estrutura da carreta foi pensada para oferecer uma experiência completa de cinema: são 85 poltronas confortáveis, sendo duas acessíveis para cadeirantes, além de projeção digital, isolamento acústico, ar-condicionado e bomboniere. Tudo para que o público aproveite cada sessão com conforto e qualidade, sem qualquer custo.

    As exibições acontecem sempre às 8h, 10h, 14h, 16h e 19h, e os ingressos são distribuídos no próprio local, uma hora antes do início de cada sessão, respeitando a capacidade da carreta.

    Mais do que entretenimento, o Cine Axalta promove o encontro entre cultura, inclusão e pertencimento. Ao retornar a São Bernardo do Campo pelo segundo ano consecutivo, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, especialmente em comunidades onde o cinema tradicional nem sempre está presente. A proposta é simples e poderosa: levar histórias que emocionam, divertem e conectam gerações diretamente aos territórios onde as pessoas vivem.

     

    Programação – Cine Axalta | 2ª edição – São Bernardo do Campo

    10/02, terça-feira:
    8h: Elio
    10h: Wish
    14h: Frozen 2
    16h: Branca de Neve 2025
    19h: Farofeiros 2

    11/02, quarta-feira:
    8h: Wi-Fi Ralph
    10h: Lilo & Stitch
    14h: Divertidamente 2
    16h: Kung Fu Panda 4
    19h: Minha Mãe é uma Peça 3

    12/02, quinta-feira:
    8h: Viva – A Vida é uma Festa
    10h: Garfield – Fora de Casa
    14h: Kung Fu Panda 4
    16h: Tô Ryca 2
    19h: Capitão América

    13/02, sexta-feira:
    8h: Frozen 2
    10h: Lilo & Stitch
    14h: Elio
    16h: Branca de Neve 2025
    19h: Divertidamente 2

    Lettera Comunicação
    1499171-2481
    [email protected]
    https://www.instagram.com/letteracomunicacao/
  • Bloco Berço Elétrico leva Carnaval infantil à Vila Mariana, com novidades

    Bloco Berço Elétrico leva Carnaval infantil à Vila Mariana, com novidades

    O Bloco Berço Elétrico, referência em Carnaval de rua para famílias com bebês e crianças pequenas em São Paulo, realiza sua edição de 2026 no domingo, 15 de fevereiro, a partir das 10h, na Vila Mariana, com entrada gratuita.

    O evento mantém a proposta de oferecer uma folia pensada especialmente para o público infantil, com conforto, segurança e ações de acolhimento. Entre os destaques está a criação do Espaço Calma, um ambiente sensorial desenvolvido para acolher crianças com transtorno do espectro autista e outras neurodivergências, além de pequenos que precisem de um momento de descanso longe dos estímulos sonoros e visuais da folia.

    Com o apoio de um profissional terapeuta, o Espaço Calma irá promover atividades e ações interativas, ampliando o olhar do evento para o bem-estar de crianças com diferentes necessidades e reforçando o compromisso em oferecer uma experiência confortável e segura para todos os públicos.

    Outra novidade para 2026 será uma área exclusiva para famílias com filhos de quatro patas, público que tem aumentado a cada ano. Além disso, o evento contará ainda com o Espaço Família, que reúne em um único ambiente o fraldário e a área de amamentação, além de banheiros infantis, áreas de descanso e acessibilidade, oferecendo ainda mais comodidade para pais e responsáveis.

    Seguindo o modelo das edições anteriores, haverá barracas de alimentação e uma programação musical animada, que mistura marchinhas de Carnaval, músicas infantis, clássicos do axé e sucessos dos anos 80 e 90, sempre com controle de volume por meio de monitoramento de decibéis para proteger a audição dos pequenos foliões e também com tradutores de libra. Palhaços e artistas circenses também interagem com o público ao longo do evento.

    Criado em 2018 a partir de uma iniciativa criativa do casal Diogo Rios e Julia Maturana, o Berço Elétrico nasceu quando eles adaptaram o berço do filho para levá-lo ao Carnaval de rua com conforto e segurança. A ideia viralizou e deu origem a um dos blocos infantis mais queridos da cidade, reunindo milhares de famílias a cada edição. 

    “O Berço Elétrico surgiu para resgatar o Carnaval de rua como um espaço de convivência para famílias com crianças pequenas, e hoje evolui também como um bloco inclusivo, que pensa em acolher todos os públicos”, afirma Diogo Rios, idealizador do projeto.

    Serviço

    Bloco Berço Elétrico 2026

    Data: Domingo, 15 de fevereiro de 2026

    Horário: a partir das 10h

    Local: Av. Luís Gomes Cardim Sangirardi, altura do nº 200 – Vila Mariana (entre o metrô Ana Rosa e Vila Mariana) – São Paulo

    Entrada gratuita

    Evento com acessibilidade e petfriendly

     

     

    Núbia Boito
    11 983157159
    [email protected]
    www.lilascomunicacao.co.br
  • Academia de Santo André é acusada de discriminação por peso

    Academia de Santo André é acusada de discriminação por peso

    Influenciador Mamute afirma ter tido matrícula negada em aulas de natação na academia Horizon

    O influenciador digital Júlio Otávio Miranda da Silva, de 35 anos, conhecido nas redes sociais como Mamute, denunciou ter sido vítima de discriminação por excesso de peso em uma academia de Santo André. Segundo o relato, a academia Horizon, localizada no bairro Campestre, recusou sua matrícula para aulas de natação após uma aula experimental. O caso foi registrado na terça-feira (27) no 4º Distrito Policial do município.

    Morador da cidade, Mamute afirma que participou normalmente da aula experimental e demonstrou estar apto a praticar a atividade física, sem qualquer intercorrência. No entanto, dias depois, recebeu uma ligação da academia informando que não poderia ser aceito como aluno, sob a justificativa de que o local não teria estrutura adequada para atendê-lo. De acordo com o influenciador, a empresa não esclareceu quais seriam exatamente essas limitações estruturais.

    Atualmente com cerca de 200 quilos, Júlio chegou a pesar 310 kg e afirma ter eliminado mais de 100 quilos sem recorrer a cirurgias ou medicamentos, apenas com reeducação alimentar e exercícios físicos. “A maior parte desse emagrecimento aconteceu com a natação. A água reduz o impacto do peso no corpo. Fiz a aula experimental sem qualquer problema. Inclusive escolhi essa academia porque não tem escadas e a estrutura é até melhor do que a que eu frequentava em São Caetano”, relata.

    Natural de Recife, Mamute destaca que sua condição de saúde também não poderia ser usada como impedimento. Ele afirma possuir acompanhamento médico e bom condicionamento físico, lembrando que concluiu a Corrida Internacional de São Silvestre de 2025, com percurso de 15 quilômetros.

    Procurada, a academia Horizon não respondeu aos questionamentos do Diário do Grande ABC. Em nota publicada nas redes sociais no sábado (24), a empresa informou que, durante a avaliação, teriam sido identificadas dificuldades que comprometeriam a segurança da atividade, negando que a decisão tenha sido motivada por preconceito.

    Até novembro do ano passado, o influenciador praticava atividades físicas em uma academia de São Caetano do Sul, que precisou ser interditada após um vendaval derrubar parte do teto no início de dezembro.

    O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais. Um vídeo publicado por Mamute no Instagram ultrapassou 1 milhão de visualizações e acumulou mais de 66 mil curtidas. Nos comentários, internautas relataram supostos episódios semelhantes envolvendo a mesma academia, incluindo denúncias de discriminação contra crianças autistas.

    “Eu nem pretendia denunciar, porque infelizmente já vivi outras situações de preconceito. Mas vindo de uma academia, que deveria acolher pessoas obesas que buscam saúde, isso me abalou muito. Ouvir outros relatos me fez tomar uma atitude. Foi a primeira vez que registrei um boletim de ocorrência. Praticamente implorei para me matricular e, mesmo assim, fui recusado”, desabafa.

    Aspectos legais

    A advogada Nahla Ibrahim Barbosa explica que, dependendo da forma como a recusa ocorreu, o caso pode gerar responsabilização. “Se houver ofensas relacionadas à condição física, pode configurar crime contra a honra. Além disso, o consumidor pode recorrer ao Procon ou ingressar com ação de indenização por danos morais”, afirma.

    Segundo a especialista, o Código de Defesa do Consumidor determina que a recusa de prestação de serviço só é válida quando há justificativa técnica concreta, como risco real à integridade física ou impossibilidade comprovada de execução do serviço. “Na ausência disso, impedir a matrícula pode ser considerado ilegal”, completa.

    Alternativa oferecida pelo município

    Após a repercussão do caso, o superintendente do Centro de Operações Integradas (COI) de Santo André, Carlos Secco, e o secretário municipal de Esporte e Prática Esportiva, Jobert de Moraes, o Minhoca, se reuniram com o influenciador no Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, no bairro Silveira.

    Durante o encontro, foi apresentada ao influenciador a estrutura do ginásio municipal, que possui piscina adaptada e condições adequadas para recebê-lo. Mamute deve iniciar as aulas de natação no local já na próxima semana. Ele também se inscreveu para participar da corrida noturna Night SA 2026, marcada para o dia 28 de fevereiro, com percurso de 5 quilômetros e largada no Paço Municipal de Santo André.

  • TJRJ – Juiz recebe denúncia de suposta quadrilha de hackers presa em Búzios

    TJRJ – Juiz recebe denúncia de suposta quadrilha de hackers presa em Búzios

    O juiz Mauricio Magnus, titular da 2ª Vara Criminal de Barra Mansa, recebeu nesta quinta-feira, dia 24, denúncia do Ministério Público contra dezoito pessoas acusadas de desviar dinheiro de contas correntes pela internet. Na decisão, o magistrado decretou a prisão preventiva de oito dos denunciados. Parte da suposta quadrilha foi presa em uma mansão em Búzios e um deles ainda está foragido.

    “Com relação aos réus Richard Lucas da Silva Miranda, Jordan José Pessegueiro Brum, Paulo Junior Braga Rocha, Abraão Dietro da Silva, Douglas Ferreira Duarte, José Paulo Lopes do Rosário, Erick Neves de Oliveira, ainda foragido, e Renan Leonardo de Araújo, verifica-se que a segregação cautelar dos mesmos se mostra necessária para garantir a ordem pública e econômica e para assegurar a aplicação da lei penal. Vale dizer, os documentos acostados aos autos indicam que os citados réus apresentam anotações em suas folhas de antecedentes criminais, demonstrando a reiteração na prática criminosa”, destacou o juiz na decisão.

    Os outros réus responderão o processo em liberdade, mas terão que cumprir as seguintes medidas cautelares: comparecimento periódico em juízo, mensalmente, para informar e justificar suas atividades, e proibição de se ausentar da comarca de Barra Mansa sem prévia autorização do juiz, mantendo atualizado endereço, a fim de não prejudicar a investigação e a instrução criminal.

    Os denunciados são: Richard Lucas da Silva Miranda, Jordan José Pessegueiro Brum, José Paulo Lopes do Rosário, Victor Vital Pessegueiro, Archilão Bastos Neto, Douglas Ferreira Duarte, Erick Neves de Oliveira, Paulo Júnior Braga Rocha, Abraão Dietro da Silva, Jefferson Henrique de Oliveira Tinte, Vitor Tavares Nascimento, Elaine Pires Vieira, Tiago Guimarães da Silva, Arlisson Willian Rosa da Cruz, Lindomar Xavier Cardoso, Igor da Silva Diamantino, Roseli Gomes, Roberta Mayara Gomes, Noemi Vasconcelo de Brito e Renan Leonardo de Araújo. Todos são acusados de furto qualificado.

    Nº do processo: 0021071-18.2012.8.19.0007

     

  • Judiciário do Rio acolhe denúncia contra suposta gangue de cibercriminosos detida em Búzios

    Judiciário do Rio acolhe denúncia contra suposta gangue de cibercriminosos detida em Búzios

    Nesta quinta-feira, 24 de agosto, o juiz Mauricio Magnus, que atua na 2ª Vara Criminal de Barra Mansa, recebeu uma denúncia do Ministério Público envolvendo dezoito indivíduos acusados de realizar desvios financeiros por meio de contas correntes pela internet. Na sua decisão, o magistrado determinou a prisão preventiva de oito dos acusados. Parte do grupo foi detida em uma mansão localizada em Búzios, enquanto um dos suspeitos continua foragido.

    Segundo o juiz, a necessidade de manter os réus Richard Lucas da Silva Miranda, Jordan José Pessegueiro Brum, Paulo Junior Braga Rocha, Abraão Dietro da Silva, Douglas Ferreira Duarte, José Paulo Lopes do Rosário, Erick Neves de Oliveira – que ainda se encontra foragido – e Renan Leonardo de Araújo sob custódia é essencial para preservar a ordem pública e econômica, além de garantir a aplicação das leis penais. O juiz ressaltou que os documentos apresentados no processo revelam que esses réus possuem registros em suas folhas de antecedentes criminais, indicando uma reincidência nas atividades ilegais.

    Os demais denunciados poderão responder ao processo em liberdade, mas deverão cumprir algumas condições cautelares: eles precisam comparecer mensalmente ao juízo para relatar e justificar suas atividades e estão proibidos de deixar a comarca de Barra Mansa sem autorização prévia do juiz. Além disso, devem manter seu endereço atualizado para não comprometer a investigação e o andamento criminal.

    A lista dos denunciados inclui: Richard Lucas da Silva Miranda, Jordan José Pessegueiro Brum, José Paulo Lopes do Rosário, Victor Vital Pessegueiro, Archilão Bastos Neto, Douglas Ferreira Duarte, Erick Neves de Oliveira, Paulo Júnior Braga Rocha, Abraão Dietro da Silva, Jefferson Henrique de Oliveira Tinte, Vitor Tavares Nascimento, Elaine Pires Vieira, Tiago Guimarães da Silva, Arlisson Willian Rosa da Cruz, Lindomar Xavier Cardoso, Igor da Silva Diamantino, Roseli Gomes, Roberta Mayara Gomes e Noemi Vasconcelo de Brito. Todos enfrentam acusações de furto qualificado.

    Número do processo: 0021071-18.2012.8.19.0007

     

  • Exposição inédita no Sesc Santo André reúne obras de artistas que passaram pelo Espaço de Tecnologias e Artes (ETA)

    Exposição inédita no Sesc Santo André reúne obras de artistas que passaram pelo Espaço de Tecnologias e Artes (ETA)

    Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento apresenta trabalhos ligados a oficinas, cursos e práticas experimentais da unidade, cruzando o fazer manual e recursos tecnológicos

     

    O Sesc Santo André abre ao público, a partir de 29 de janeiro, a exposição Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento, que reúne 44 obras relacionadas às atividades realizadas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) da unidade ao longo de sua trajetória. Desenvolvidos por artistas que ministraram oficinas, cursos e ações formativas, os trabalhos revelam a importância do ETA como um espaço de criação contínua, marcado pela experimentação coletiva, onde práticas manuais e tecnologias digitais se cruzam.

    Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.

    O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens. 

    Entre os exemplos apresentados estão peças interativas que convidam à manipulação, à escuta, experimentações em madeira e cerâmica desenvolvidas a partir de práticas coletivas, além de obras que incorporam recursos de fabricação digital e eletrônica. Há também produções que partem de gestos simples do cotidiano, revelando como diferentes experiências podem dar origem a formas diversas de criação.

    Desde sua concepção, a exposição foi pensada para ampliar as formas de acesso. Todos os núcleos incluem ao menos uma obra com recursos de acessibilidade, e os textos de parede foram desenvolvidos em versões curtas, com leitura em braile. Há ainda conteúdos audiovisuais com tradução em Libras e legendas, permitindo diferentes modos de aproximação com as obras.

    Para Camila Alcântara, a curadoria parte da ideia de que a exposição está em permanente construção. “O interesse não está apenas nas obras finalizadas, mas nos caminhos que levaram até elas. Os trabalhos reúnem processos que continuam produzindo sentido quando observados lado a lado, em diálogo”, afirma. A curadora destaca ainda que a mostra evita leituras centradas em individualidades. “São trabalhos muito diferentes entre si, mas que ganham força quando vistos em conjunto, pelas aproximações e tensões que se estabelecem no espaço expositivo.”

    A partir de diferentes percursos de aprendizagem, as obras revelam experiências construídas ao longo do tempo, em práticas compartilhadas, e ajudam a compreender a criação artística como algo que se desenvolve em diálogo. Ao aproximar práticas manuais e recursos digitais, materiais concretos e interfaces intangíveis, a exposição mostra que tentar, errar e descobrir também faz parte da experiência estética e da produção de conhecimento.

    Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento é acompanhada por uma programação educativa que amplia a experiência do público. Mediações culturais e oficinas propostas ao longo do período expositivo dialogam diretamente com a proposta da mostra, com possibilidade de agendamento de visitas mediadas para grupos. Atividades como macramê, bordado livre, papercutting e desenho autoral aproximam os visitantes dos processos criativos e reforçam a arte como prática relacional e acessível.

    Lugar de experimentação criativa

    O Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) integra um programa do Sesc São Paulo que conta com uma sala equipada e uma equipe que orienta atividades educativas nos universos das artes visuais e das tecnologias – digitais, analógicas, sociais e ancestrais. Além disso, os espaços possuem equipamentos para o uso experimental durante atividades didáticas em diversas linguagens: computadores, mesas digitalizadoras e tablets; máquinas de costura, materiais para desenho, pintura, ferramentas para práticas de gravura, cerâmica e escultura; instrumentos para marcenaria e técnicas construtivas em geral, incluindo máquinas de fabricação digital, como impressora 3D, cortadora a laser e CNC; há, ainda, componentes relacionados à eletrônica e hardware, como Arduino e Raspberry Pi.

    Artistas participantes

    A exposição reúne obras de 35 artistas, artesãos e arte-educadores que participaram de atividades desenvolvidas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) do Sesc Santo André ao longo de sua trajetória. 

    Relação de artistas em ordem alfabética: Alexandro Marques (Santo André), Aline Santos (São Paulo), Almazzen Terrários (São Caetano do Sul), Ariádine (São Paulo), Carmem Garrido (São Paulo), Claudio Baccaro (São Caetano do Sul), Cristina Suzuki (Santo André), daSilva (São Paulo), Eddie (Carapicuíba), Edvania Rêgo (Santo André), Fabiano A. (São Paulo), Fausto Couros (Olinda), Francisco Bianchi (França), GamaH (São Paulo), Guta Moraes (Taboão da Serra), Ing Lee (São Paulo), Julian Campos (São Vicente), Lila Cruz (Santo André), Luiza Lemos (Paraty), Luíza Marcon (Santo André), Márcio Moreno (Santo André), Mariana Lucio (Santos), Marília Marz (São Paulo), Marino Montanari Bedin (Santo André), Mestre Afonso Menino (Sapucaí Mirim), Michele Ito (Santo André), Monica Marques (Piracaia), Nise/ Letras da Nise (São Sebastião), Paulo Nenflidio (São Bernardo do Campo), Pretta Bijoux (Diadema), Rafa da Rabeca (São Paulo), RHAY (Mauá), Rinaldo Ferrucio (São Paulo) e Tamara dos Santos (Mauá).

     

    SERVIÇO

    Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento
    De 29/1 a 19/6, de terça a sexta, das 10h às 21h30
    De 31/1 a 21/6, sábados e domingos, das 10h às 18h30
    Galeria de Artes – Sesc Santo André
    Classificação livre

    Entrada gratuita – sem retirada de ingressos

    Agendamento de Grupos

    [email protected]

    Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
    Telefone: (11) 4469-1200
    Estacionamento: R$ 7,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena);
    R$ 14,00 a primeira hora e R$ 3,50 por hora adicional (Outros)
    Mais informações: sescsp.org.br/santoandre 

  • Guarujá Golf Club inicia 2026 com encontro marcado por tradição, espírito esportivo e confraternização

    Guarujá Golf Club inicia 2026 com encontro marcado por tradição, espírito esportivo e confraternização

    Clube abre o calendário anual esportivo e reforça o golfe como plataforma de relacionamento, tradição, bem-estar e experiências exclusivas .

    O Guarujá Golf Club (GGC) iniciou o calendário esportivo de 2026 de forma emblemática. Logo no dia 02 de janeiro, associados, convidados e entusiastas do golfe se reuniram para um encontro especial que simbolizou o reinício oficial das atividades competitivas e sociais do clube. Na sequência, sábado, 17 de janeiro, os golfistas participaram amistosamente da 1ª Etapa do Torneio Interno GGC, dando início às competições oficiais do ano em um ambiente marcado pela elegância, integração e espírito de confraternização, características que definem a comunidade GGC .

    Mais do que uma competição, o torneio marcou oficialmente o início do Calendário Esportivo GGC 2026, que reforça valores como conexão, tradição, fair play e o fortalecimento de uma comunidade que cresce unida a cada temporada. Cada tacada, cada encontro e cada sorriso no campo reafirmaram o propósito do clube: promover o esporte, fortalecer relacionamentos e proporcionar experiências memoráveis dentro e fora do green.

    “Estamos contentes com a forma como começamos o ano. Esse início reflete exatamente o que o GGC representa: um espaço onde o golfe se encontra com amizade, respeito e entusiasmo. Esperamos que 2026 seja um ano de grandes desafios esportivos, convivência harmoniosa entre nossos associados e eventos que celebrem o melhor do golfe e da nossa história, que completou 65 anos no ano passado”, afirma Luiz França, Presidente do Guarujá Golf Club.

    O Calendário Esportivo 2026 do GGC apresenta uma programação ampla e estratégica, com etapas mensais do Torneio Interno, eventos especiais e competições abertas, cuidadosamente organizadas para valorizar o golfe, a recreação dos sócios e a integração com convidados e visitantes. Entre os destaques estão o Torneio em Prol do Autismo, que reafirma o compromisso social do clube, o tradicional 40º Aberto GGC, que reúne centenas de golfistas em dois dias de competição e celebração, além de eventos como o Torneio de Casais, o Ryder Cup GGC x SSVGC, o Torneio Aniversário GGC e etapas especiais dedicadas a diferentes públicos.

    Outro pilar importante da temporada é o fortalecimento da comunidade feminina do Guarujá Golf Club. Cada vez mais presentes em campo, as mulheres golfistas participam ativamente das competições, além de eventos sociais e esportivos que ampliam a representatividade feminina no golfe. Esse movimento contribui para um ambiente mais plural, contemporâneo e alinhado às transformações globais do esporte.

    Além da prática esportiva, o GGC se consolida como um espaço dedicado ao wellness, valor inegociável da cultura do clube. Wellness é um conceito que vai além da atividade física: representa a busca pelo bem-estar integral, unindo saúde física, equilíbrio mental, bem-estar emocional e convivência social. No Guarujá Golf Club, o golfe, o contato direto com a natureza, o ambiente acolhedor e a convivência entre pessoas com interesses comuns criam uma experiência que promove qualidade de vida, longevidade e equilíbrio.

    “Temos um ano extremamente promissor pela frente. O GGC será palco de experiências únicas de networking, visibilidade de marca e engajamento com um público altamente qualificado, formado por praticantes e admiradores do golfe e do estilo de vida que ele proporciona”, destaca Carla Pereira, CVO da Eleva Marketing Comercial, hub de estratégias de marketing e parceira do clube, ressaltando o potencial de parcerias estratégicas, ações de merchandising e conexões de alto valor ao longo da temporada.

    Tradicionalmente associado a ambientes de prestígio e exclusividade, o golfe vive um momento de expansão global, consolidando-se como um esporte conectado a lifestyle, relacionamento e bem-estar. Esse cenário reforça o posicionamento do Guarujá Golf Club como um dos principais polos do golfe de São Paulo, sediado no litoral paulista.

    Com um campo impecavelmente preparado, infraestrutura completa, gestão de excelência e uma comunidade apaixonada pelo esporte, o Guarujá Golf Club convida associados, parceiros e visitantes a participarem de uma jornada esportiva, social e humana ao longo de 2026.

    Sobre o Guarujá Golf Club

    O Guarujá Golf Club é um tradicional clube de golfe localizado na Praia de Pernambuco, no Guarujá (SP), fundado em 12 de dezembro de 1960 e filiado à Federação Paulista de Golfe. Seu campo, projetado pelo arquiteto Duarte Nuno Souto Mayor, oferece um percurso técnico e desafiador de 11 buracos com saídas para a segunda volta, possibilitando jogos de até 18 buracos, combinando precisão, água em jogo e cenários naturais exuberantes à beira da Mata Atlântica. Além do golfe, o GGC conta com infraestrutura completa, incluindo driving range, putting e chipping green, ProShop, heliponto, caddies, quadras esportivas, bar social, restaurante, vestiários totalmente equipados, estacionamento privativo e espaços para locação de eventos. Aberto todos os dias e a praticantes de todos os níveis, o clube promove torneios, eventos sociais, experiências esportivas e ações de marca que valorizam o esporte, a convivência e o bem-estar em um ambiente exclusivo à beira-mar.

     

    SAIBA MAIS!

    www.guarujagolfclub.com.br | www.instagram.com/guarujagolfclub 

  • Multinacional SimpliRoute abre três vagas híbridas em São Paulo

    Multinacional SimpliRoute abre três vagas híbridas em São Paulo

    A SimpliRoute, empresa de inteligência artificial para logística, está com três vagas de emprego abertas no modelo híbrido para São Paulo. As oportunidades são para os cargos de executivo comercial, gerente de parcerias e representante de vendas. A empresa, com sede no Chile e que atende grandes operações logísticas em mais de 26 países, busca profissionais com experiência comercial para crescer o setor no Brasil.

    Para todos os cargos, a SimpliRoute oferece modelo de trabalho híbrido, bônus anual de implementação do trabalho remoto, plano de treinamento anual, cinco dias de folga extras (além dos feriados) que podem ser selecionados pelo colaborador, dias da família e de cuidados.

    Conheça as vagas disponíveis:

    Executivo comercial: O profissional será responsável por impulsionar o crescimento da SimpliRoute no mercado corporativo, atuando na prospecção, desenvolvimento e fechamento de negócios de grande porte e alta complexidade. Será o ponto de contato com decisores estratégicos, construindo propostas de valor, gerenciando o pipeline de vendas e coordenando a implementação da plataforma após o fechamento dos contratos.

    É necessário ter mais de 4 anos de experiência em vendas B2B, com histórico comprovado de superação de metas, forte conhecimento em logística e last mile, experiência em empresas de tecnologia ou SaaS e domínio de CRM, especialmente Salesforce. Formação em Administração, Marketing, Economia ou áreas afins. Espanhol é necessário.

    Gerente de parcerias: O profissional será responsável por estruturar, expandir e escalar o ecossistema de parcerias da SimpliRoute, com foco na geração de demanda, previsibilidade de receita e desenvolvimento de alianças estratégicas e tecnológicas. Atuará na gestão do programa de revendedores, na criação de playbooks comerciais, no acompanhamento de oportunidades originadas por canais e na colaboração com as áreas de Vendas, Marketing, Produto, Engenharia e Jurídico.

    É necessário ter ao menos 5 anos de experiência em gestão de parcerias, alianças ou canais, conhecimento do mercado de SaaS e logística, vivência em áreas comerciais e de marketing e formação em Administração, Marketing, Vendas ou áreas correlatas. Inglês é desejável.

    Representante de Vendas (Sales Development Representative – SDR): O profissional será responsável por identificar, contatar e qualificar potenciais clientes, tanto em estratégias inbound quanto outbound, realizando o primeiro contato, apresentando a proposta de valor da SimpliRoute e agendando reuniões qualificadas para o time de vendas. Atuará diretamente na geração de oportunidades comerciais e no fortalecimento do pipeline da área de receita.

    É necessário ter cerca de 2 anos de experiência como SDR em empresa SaaS B2B, experiência com cold calling, campanhas outbound e ferramentas de prospecção e CRM, como Salesforce e LinkedIn Sales Navigator. Formação em Vendas, Marketing, Administração, Comunicação ou áreas correlatas (concluída ou em fase final). Inglês é desejável.

    Para participar

    O processo seletivo é 100% online, com entrevista e avaliação técnica antes da contratação. As inscrições são feitas pelo site https://simpliroute.jobs.growhire.com/ e as vagas são de início imediato. 

    Sobre a SimpliRoute

    A SimpliRoute é líder em tecnologia de roteirização com uso da Inteligência Artificial na América Latina. Com mais de 1000 clientes em 26 países, em dois continentes, oferece soluções personalizadas para otimização de rotas, redução de custos operacionais e melhoria da eficiência das operações logísticas, atendendo companhias de todos os portes. Suas soluções utilizam inteligência artificial e algoritmos avançados para o planejamento de rotas, permitindo monitoramento em tempo real e melhorando a tomada de decisões dos clientes.

    Site: https://simpliroute.com/

    Emanuelle Salatini
    11 99919-5046
    [email protected]