Workshop em São Paulo une histórias e brincadeiras como importantes recursos nos tratamentos psiquiátricos de crianças e adolescentes

Evento promovido pela Viva e Deixe Viver acontece em 18 de outubro, na PUC-SP e propõe práticas lúdicas e narrativas como caminhos para o bem-estar, vínculo e escuta ativa

 

Para promover um mergulho em experiências que valorizam o brincar e a narração de histórias como caminhos de conexão, escuta e transformação, a Associação Viva e Deixe Viver,  ONG que há 27 anos atua com contação de histórias em hospitais e escolas, realiza a 18ª edição do workshop “A Descoberta do Brincar e Contar Histórias Terapêuticas”. Com o tema “Educar e Encantar: Histórias e Brincadeiras que Nutrem Mentes”, o encontro acontecerá no dia 18 de outubro, na PUC-SP, em Perdizes, e contará com palestras, rodas de conversa e oficinas que convidam os participantes a explorar o poder do lúdico como ferramenta de cuidado, educação e bem-estar emocional. As inscrições estão abertas no site da organização.

Um dos destaques da programação é a palestra magna “O Encanto da Educação: Transformando Histórias em Ferramentas de Crescimento”, ministrada por Juliane Aparecida Lima dos Santos – coordenadora de Ensino no A.C. Camargo Câncer Center e responsável pela gestão das Classes Hospitalares – e Tatiana Campos Carneiro – professora da rede pública em, que também atua na Classe Hospitalar – que abordarão a sinergia entre educação e narração de histórias como recurso para o desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças e adolescentes. 

Também integra a programação a roda de conversa “Entre Brincadeiras e Diálogos: Fortalecendo Vínculos e Mentes”, para troca de experiências sobre a implementação dessas práticas em ambientes educacionais e familiares, destacando seus benefícios para a saúde mental e o desenvolvimento social, com mediação de Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver, e participação de Tony Silva, que atua como contador de histórias na Pediatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

O evento ainda contará com quatro oficinas simultâneas, realizadas em dois períodos. São elas:

  • “O Tesouro a Descobrir no Barco que Naufragou”
  • “A Descoberta das Práticas Lúdicas e Educacionais dos Contadores de Histórias na Psiquiatria do HC/SP”
  • “Brinquedos que Contam Histórias: Criatividade e Inovação no Aprender Brincando”
  • “A Magia da Pedagogia Hospitalar: Adaptando o Ambiente Hospitalar com o Poder da Educação e da Fantasia”

Destinado a contadores de histórias, professores, estudantes e profissionais da saúde e da educação, o workshop é uma extensão do trabalho desenvolvido pela Viva e Deixe Viver em todo o Brasil, promovendo ações que integram saúde, cultura e educação de forma sensível, lúdica e acessível.

A iniciativa conta com o patrocínio do Instituto Helena Florisbal (IHF) e apoio do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq), Associação Paulista de Medicina (APM) e PUC-SP.

Serviço:
Workshop “A Descoberta do Brincar e Contar Histórias Terapêuticas”
Data: 18/10 (sábado), das 9h às 16h
Local: PUC-SP – Rua Ministro de Godói, 969 – Perdizes, São Paulo (SP)
Inscrições: https://www.vivaedeixeviver.org.br/
Valor: R$ 250,00

 

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver: Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.  A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas Invillia, Everymind, Rede D`Or, Pfizer, Perfetti Van Melle, Instituto Helena Florisbal, Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

Antonio Saturnino
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By São Paulo em Foco

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