Categoria: Novidades

  • Prefeitura e CET fazem operação no Centro de SP contra ‘flanelinhas’ que cobram por vagas de Zona Azul

    Prefeitura e CET fazem operação no Centro de SP contra ‘flanelinhas’ que cobram por vagas de Zona Azul

    Ação tem como objetivo coibir loteamento das ruas e cobrança irregular de estacionamento em via pública. Horas depois, entretanto, guardadores já tinham retornado ao local e bloqueavam as vias novamente.

    A Prefeitura de São Paulo realizou, na manhã desta quinta-feira (18), uma operação contra a ação de flanelinhas, que cobram por vagas de Zona Azul em ruas do Centro.

    A medida é feita com apoio da Polícia Militar e da CET no entorno do Mercado Municipal.

    Nesta semana, a reportagem da TV Globo mostrou a ação dos guardadores irregulares em diversas ruas de grande movimentação de comércio.

    Vagas de Zona Azul são bloqueadas com caixotes e o valor cobrado é superior ao da tarifa.

    Apesar da ação, horas depois, os guardadores já tinham retomado aos mesmos postos e bloqueavam as vagas de forma irregular novamente.

     

  • MPF vê tentativa do governo Bolsonaro de tratar joias como bem privado do ex-presidente

    MPF vê tentativa do governo Bolsonaro de tratar joias como bem privado do ex-presidente

    Análise do depoimento do chefe de setor de presentes aponta ‘desvirtuamento’ do procedimento burocrático necessário para recebimento de itens destinados à Presidência, ‘facilitando eventual incorporação privada do bem’, segundo o Ministério Público Federal.

    O Ministério Público Federal apontou que o governo de Jair Bolsonaro tentou incorporar as joias sauditas como um bem privado do ex-presidente –e não como acervo público presidencial.

    A informação está em ofício de 24 de abril assinado pela procuradora Gabriela Hossri, do MPF em Guarulhos. No documento, a procuradora defende à Justiça Federal a necessidade de busca e apreensão na casa de Marcelo da Silva Vieira, capitão da corveta da reserva da Marinha que, no governo Bolsonaro, era chefe do Gabinete Adjunto de Documentação Histórica da Presidência da República (GADH), responsável por receber e encaminhar presentes destinados ao presidente. A PF apreendeu o celular de Vieira em 12 de maio.

    O MPF e a PF investigam a entrada irregular no Brasil do conjunto milionário de joias, que seriam presentes do governo da Arábia Saudita. Os itens de luxo estavam com uma comitiva do governo que visitou o país do Oriente Médio e foram retidos pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, em outubro de 2021.

    Nos últimos dias de dezembro de 2022, o tenente-coronel Mauro Cid, então braço direito de Bolsonaro na condição de chefe da Ajudância de Ordens da Presidência da República, tentou obter a liberação das joias junto à Receita e acionou funcionários, entre eles Vieira, para realizar os trâmites burocráticos para recebimento dos itens.

    “Trata-se de processo que se iniciou com resultado definido, deixando hialina [transparente] a utilização do processo administrativo no âmbito do setor chefiado por Marcelo Vieira apenas como forma de legitimar a incorporação privada do bem”, escreveu a procuradora no ofício à Justiça.
    O processo administrativo citado teria sido abordado por Cid em 28 de dezembro em uma ligação telefônica com Vieira.

    À PF, o ex-chefe do setor de presentes disse que, em um telefonema, Cid informou que, no dia seguinte, 29 de dezembro, chegariam presentes destinados ao presidente da República e que ele, Cid, encaminharia informações “por meio eletrônico, inclusive o formulário de encaminhamento, e respectivas fotos, para que fossem tratados pelo GADH, pois o presente físico seria entregue ao seu titular” – nesse caso, o presidente da República.

    A partir desse trecho do depoimento, a procuradora afirma que é possível inferir que Marcelo Vieira teria concordado com “o desvirtuamento do procedimento de análise do presente no seu setor, facilitando eventual incorporação privada do bem”.

    Isso porque não cabia à Ajudância de Ordens, sob o comando de Cid à época, definir que o presente já iria diretamente para o presidente — “e que o GADH receberia apenas os documentos com fotos do objeto”, como destaca o MPF.

    A atribuição de definir se um presente destinado ao presidente seria tratado como item público ou privado era do GADH, então chefiado por Vieira.

    Conforme apontado pela investigação, o trâmite burocrático necessário para o encaminhamento das joias teve início antes mesmo do recebimento dos itens, mas não foi finalizado, porque o corpo técnico da Receita negou liberar o conjunto retido na alfândega.

    À PF, Mauro Cid, por sua vez, afirmou que, em dezembro de 2022, Bolsonaro lhe informou sobre um presente retido pela Receita e pediu que checasse se era possível regularizar os itens.

    O g1 procurou a defesa de Mauro Cid, que não se manifestou até a última publicação desta reportagem.

    Luiz Eduardo Kuntz, advogado de Marcelo Vieira, afirma que seu cliente “é um exemplo na história do Departamento [Gabinete Adjunto de Documentação Histórica da Presidência da República], que “fez um trabalho incrível e está sofrendo, como vítima de efeito colateral, por uma explícita perseguição ao ex-presidente [Bolsonaro].” Afirma ainda que o entendimento do MPF “desconsidera por completo a legislação relacionada aos bens privados de interesse público (presentes) e os trâmites legais da receita federal e da União no tocante aos bens que sofrem perdimento e tem previsão legal de serem integrados ao gabinete da Presidência, respeitado o acervo histórico”.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro não se manifestou. Em abril, o advogado Paulo Amador da Cunha Bueno afirmou ao g1: “A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro reitera que jamais houve algum pedido ou determinação, a qualquer agente público, para que tomasse alguma atitude além dos estritos limites legais. Reitera, ademais disso, que a destinação de todos os presentes recebidos — à exemplo do que ocorreu em absolutamente todos governos anteriores —, era determinada pelo Gabinete Adjunto de Documentação Histórica, órgão em relação ao qual jamais exerceu qualquer influência ou demanda”.

    Marcelo Vieira investigado
    Por causa da troca de mensagem e contatos com Cid e Bolsonaro, a PF solicitou que Vieira entregasse seu telefone no dia do depoimento, em 14 de abril.

    Na ocasião, Vieira pediu que o aparelho fosse entregue depois. A polícia aceitou, mas foi surpreendida quando, no dia 18 de abril, a defesa enviou apenas prints da conversa com Cid.

    A PF, então, pediu à Justiça a expedição de um mandado de busca e apreensão no endereço de Marcelo Vieira para apreender o celular de Vieira. Os policiais solicitaram também a quebra do sigilo telefônico e telemático para verificar todo o conteúdo das trocas entre Vieira e Cid. O Ministério Público Federal concordou com o pedido da PF – e ambas as instâncias passaram a tratar Vieira como investigado.

    No entanto, a Justiça Federal inicialmente negou o pedido sob o argumento de que as medidas exigiriam indícios de materialidade e de autoria. O juiz federal substituto Fernando Mariath Rechia reconheceu indícios de materialidade, mas não de autoria por parte de Vieira nos fatos investigados.

    A Polícia Federal e o MPF solicitaram, então, que a Justiça reconsiderasse a decisão, apontando que a exigência de indícios de autoria só deve ser aplicada em casos de interceptação telefônica e, ainda, que o depoimento de Vieira revela que ele participou dos fatos investigados.

    A Justiça negou pela segunda vez, apontando a ausência de fatos novos. O Ministério Público Federal recorreu mais uma vez, obtendo decisão favorável do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que autorizou e expediu o mandado de busca e apreensão.

     

  • Grávida que caiu de viaduto em SP após ser atropelada segue em observação no Hospital das Clínicas

    Grávida que caiu de viaduto em SP após ser atropelada segue em observação no Hospital das Clínicas

    Carro desviou de carroça e atingiu gestante, que caminhava no Viaduto do Gasômetro. Vítima foi socorrida pelo Helicóptero Águia, da Polícia Militar. Ela sofreu fraturas e ferimentos pelo corpo.

    A mulher grávida de sete meses que caiu do viaduto do Gasômetro após ser atropelada segue em observação no Hospital das Clínicas, na Zona Oeste da capital paulista. Ela sofreu fraturas nos membros inferiores e arranhões pelo corpo.

    Natila Cristina Silva, de 25 anos, foi atingida por um carro que tentou desviar de uma carroça. O veículo trafegava no sentido bairro-centro, bateu em outro carro que se descontrolou, invadiu a calçada e atingiu a mulher.

    Ela foi socorrida pelo Helicóptero Águia, da Polícia Militar, e levada ao HC.

    O acidente foi registrado como lesão corporal culposa. Os condutores dos veículos responderão penalmente e civilmente pelos danos e lesões provocadas.

    Viaduto tem acidentes constantes
    O viaduto do Gasômetro tem uma curva acentuada que “joga” os carros para fora, além de a velocidade máxima permitida no local não ser respeitada.

    No mesmo local já houve uma morte da mesma forma em 2021.

    A TV Globo visitou o viaduto e procurou placas que sinalizassem limite de velocidade. Apenas uma foi encontrada virada para o lado de fora do viaduto que indica os 40 km/h. Segundo a CET, no entanto, a velocidade no local é de 30 km/h. Os carros não respeitam nenhuma das duas e trafegam em velocidade maior.

    Os moradores da região pedem por uma lombada eletrônica ou radar para tentar melhorar a situação.

    O plano de metas da capital prevê a recuperação de 160 pontes e viadutos. Segundo o Tribunal de Contas do Município, até o final do ano passado apenas 44 já tinham passado por essa recuperação.

    Ainda segundo o Tribunal de Contas, a prefeitura não vem usando todo o dinheiro que está separado para a recuperação de pontes e viadutos.

     

  • Estação Vila Sônia, da Linha 4 – Amarela, é rebatizada para homenagear professora morta em ataque a escola na Zona Sul de SP

    Estação Vila Sônia, da Linha 4 – Amarela, é rebatizada para homenagear professora morta em ataque a escola na Zona Sul de SP

    Governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) participa nesta quarta (17) de cerimônia em tributo a Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, morta a facadas por um aluno na Escola Estadual Thomazia Montoro. Unidade fica localizada a duas quadras da estação.

    A partir da manhã desta quarta-feira (17), a estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela do Metrô, ganha um complemento em seu nome para homenagear a professora Elisabete Tenreiro, de 71 anos, morta em ataque feito por um aluno em escola na Zona Sul de São Paulo, no fim de março. A estação passa a se chamar Vila Sônia-Professora Elisabeth Tenreiro.

    A fachada e demais letreiros da estação, nas plataformas e vagões, serão alterados para incluir o nome da profissional. A decisão de prestar o tributo foi publicada no Diário Oficial do estado no dia 15 de abril. Os letreiros ainda não foram implantados em toda a estação, segundo a ViaQuatro, pois as placas estão em produção e devem ser entregues em algumas semanas.

    Fernanda Moraes Barros, filha da professora, agradeceu o tributo feito à memória de Elisabeth. “É muita emoção nesse momento. Em nome da minha família, agradeço essa turma linda e esses idealizadores do projeto, que foram os alunos. A ideia partiu deles. E o apoio de nosso governador, que deu sequência”, afirmou. Ela pediu para que seja mantido o “legado e esse amor pelo próximo, a escuta ativa com os alunos” demonstrados por sua mãe.

    Dois alunos, Felipe e Camile, levaram o abaixo assinado para o governador quando este visitou a escola. Os dois foram levados ao palco e receberam parabéns pela ação.

    Presente na cerimônia, o governador Tarcísio de Freitas se dirigiu aos familiares da professora e agradeceu o tempo que Elisabeth atuou em escolas “transformando futuros” e marcando a vida dos alunos.

    “Hoje, essa singela homenagem eterniza o nome da professora Elisabeth e marca a vitória da esperança”, disse. “A gente sai dessa experiência muito mais forte, muito mais sensível e muito mais transformados”.
    Elisabeth Tenreiro havia começado a dar aula neste ano na Escola Estadual Thomazia Montoro, que fica localizada a duas quadras da estação Vila Sônia. O pedido de mudança de nome partiu de colegas e alunos da escola, que assinaram ofício e enviaram às autoridades que visitaram a unidade educacional após o ataque.

    Alunos do colégio cantaram a música “Como nossos pais”, de Belchior, para homenagear a professora Elisabeth. Familiares dela, que estavam presentes, se emocionaram com a surpresa.

    Além de vitimar fatalmente a professora Beth, como era chamada pelos colegas, o aluno agressor feriu outras quatro pessoas durante o ataque. Ele está internado na Fundação Casa, após pedido do Ministério Público e autorização da Justiça.

    A cerimônia contou com a presença do presidente do grupo CCR, Miguel Nuno Simões, empresa que controla a Via Quatro, responsável por administrar a Linha 4-Amarela.

    Elizabeth Tenreiro
    A educadora de 71 anos se aposentou como técnica do Instituto Adolfo Lutz em 2020, mas continuou dando aulas de ciências. Ela era professora desde 2015 e começou a lecionar na escola Thomazia Montoro neste ano.

    Segundo uma de suas filhas, Elizabeth tinha a educação como missão e era querida pelos alunos das instituições por onde passou.

    “Ela era uma pessoa dedicada a lecionar, como propósito de vida. Ela achava que ela tinha essa missão, em um país com tanta falta de educação, se ela pudesse mudar a trajetória de um aluno, ela já ganhava com isso. Ela era muito querida por onde ela passou.”

    A professora faleceu no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP) após ser esfaqueada dentro da sala de aula e ter uma parada cardíaca.

  • Avaliado em R$ 3,2 milhões, ‘castelo’ do cantor José Rico em Limeira será levado a leilão para pagamento de dívidas trabalhistas

    Avaliado em R$ 3,2 milhões, ‘castelo’ do cantor José Rico em Limeira será levado a leilão para pagamento de dívidas trabalhistas

    Ação trabalhista foi movida por um músico que trabalhou com a dupla Milionário & José Rico. Imóvel tem 48 mil metros quadrados e mais de cem quartos. Quando o cantor morreu, em 2015, fazia 24 anos que a obra estava em andamento.

    Avaliada em R$ 3,2 milhões, uma mansão de mais de 100 quartos deixada pelo cantor José Rico, da dupla Milionário & José Rico, que morreu em 3 de março de 2015, aos 68 anos, será levada a leilão para pagamento de dívidas trabalhistas.

    O imóvel, que está localizado em Limeira (SP), ficou conhecido como “Castelo do José Rico”, devido ao seu projeto arquitetônico em referência a esse tipo de construção. Em vida, o músico informou o desejo de fazer do lugar um recanto para a família, além de construir um estúdio nele.

    A ação foi movida por um músico que trabalhou com a dupla entre 2009 e 2015. Nos autos, ele relata que trabalhava em 19 shows por mês e, posteriormente, 12 apresentações mensais, e realizava quatro apresentações em TV por ano.

    Em decisão de 1ª instância, foram determinados registro do contrato em carteira e pagamento de descanso semanal remunerado, 13º salários, verbas rescisórias, multa por dispensa sem justa causa, FGTS, horas extras, adicional noturno, diferença de horas de intervalo interjornada e indenização por danos morais.

    Em 2ª instância, foi negado que houve acúmulo de funções e dano existencial, pelo tempo que o músico tinha de passar viajando entre uma cidade e outra.

    Em decisão de 16 de julho de 2021, o juiz do trabalho Marcelo Luis de Souza Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), fixou a condenação em R$ 6,7 milhões. Além da indenização ao trabalhador em si, o valor inclui honorários advocatícios e periciais, custas processuais, juros, imposto de renda e contribuições previdenciárias.

    Já em 7 de novembro de 2022, a juíza Paula Cristina Caetano da Silva, da 2ª Vara do Trabalho de Americana, comunicou a penhora do imóvel, que fica na Estrada Municipal LIM-486, no bairro do Jaguari, às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330).

    A área total da propriedade é de 4,8 hectares, o equivalente a 48 mil metros quadrados.

    Nos detalhes do imóvel apresentados pela empresa responsável pelo leilão é informado que “aparenta estado de abandono, com mato crescente, janelas quebradas e pichações nos muros”, e que se encontra em processo de regularização fundiária junto à Associação do Condomínio Jaguari – Santa Rosa (PML).

    O lance mínimo possível no leilão será de R$ 1,6 milhões e o envio de propostas será possível entre 13 e 19 de junho.

    O g1 fez contato com o escritório do advogado Isaac Luiz Ribeiro, que representa uma agência responsável pelo espólio de José Rico e o cantor Milionário, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

    Já o empresário de Milionário, Ébert Borsato, informou que ele não se manifestará, uma vez que se trata de um bem de José Rico.

    ‘Ali é meu mundo’
    Quando José Rico morreu, fazia 24 anos que tinha iniciado a obra do “castelo”, que não viu ser concluída. “Ali é meu mundo. Estou construindo para mim e para os meus”, afirmou em entrevista ao cantor Michel Teló para o Fantástico, em outubro de 2014.

    O parceiro de Milionário desmentiu, na época, que a mansão foi feita porque uma cigana disse que ele jamais poderia parar de construir sua própria casa. “São lendas”, disse.

    O sertanejo compôs uma canção chamada “Castelo”, que integra o álbum “De cara com a Saudade”, lançado em 1996, época em que a construção já havia começado. A letra diz:

    “Construí um castelo bonito para dar de presente à pessoa amada”. Os versos da música ainda falam que o amor é tudo o que se tem na vida. “Para viver sem ela [a pessoa amada], tudo isso é nada.”

     

  • Mensagens mostram coronel Cid orientando transações em dinheiro vivo para pagar despesas de Michelle Bolsonaro e parentes

    Mensagens mostram coronel Cid orientando transações em dinheiro vivo para pagar despesas de Michelle Bolsonaro e parentes

    Assessoras da então primeira-dama pediam dinheiro e enviavam comprovantes de pagamento em grupo com ajudante de ordens de Bolsonaro. Relatório da PF aponta suposto desvio de recursos; informações foram reveladas pelo ‘UOL’ e confirmadas pela TV Globo.

    Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram o tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, orientando que despesas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e de parentes fossem pagas em dinheiro vivo.

    As mensagens mostram ainda Mauro Cid indicando às assessoras que depositassem valores em uma conta bancária de Michelle. As informações foram reveladas em reportagem do site “UOL” e confirmadas nesta segunda-feira (15) pela TV Globo. Veja mais abaixo o que diziam as mensagens.

    A comunicação entre os funcionários da Ajudância de Ordens da Presidência da República – que atendia Jair Bolsonaro e Michelle – mostra que os pagamentos dessas despesas eram feitos sempre da mesma forma: em dinheiro vivo e de forma fracionada.

    Essa prática, segundo a Polícia Federal, dificulta a identificação de quem enviou o dinheiro.

    Indícios de desvio
    No relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PF diz ver indícios de desvio de dinheiro público, em valor ainda a ser apurado (veja detalhes abaixo).

    Em 2022, o ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a quebra do sigilo fiscal e telemático de sete pessoas para verificar possíveis irregularidades nessas transações.

    A apuração começou em 2021, após a quebra de sigilo de mensagens de Mauro Cid. O tenente-coronel é investigado no inquérito sobre o vazamento de dados sigilosos – de uma investigação não concluída do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – com o objetivo de atacar o sistema eleitoral.

    Mauro Cid Barbosa foi preso no início deste mês por suspeita de falsificar o comprovante de vacinação dele, de familiares, de Bolsonaro e da filha do ex-presidente.

    Os indícios para essa investigação surgiram também da quebra de sigilo das mensagens do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.

    O que dizem as mensagens
    As conversas obtidas pela Polícia Federal a partir da quebra de sigilos incluem recibos de depósitos financeiros, enviados por ajudantes de ordens da Presidência em um grupo de aplicativo de mensagens.

    Nesse grupo, os funcionários que atendiam Bolsonaro e Michelle pediam a quitação de despesas da então primeira-dama e de parentes dela – e enviavam, em seguida, os comprovantes de pagamento.

    Em uma dessas mensagens, a assessora Giselle da Silva pede que Mauro Cid fizesse pagamentos mensais a Rosimary Cardoso Cordeiro – amiga de Michelle Bolsonaro.

    A Polícia Federal identificou seis depósitos do tipo para Rosimary, entre fevereiro e maio de 2021. Os valores somam R$ 10.133,06.

    A PF encontrou, ainda:

    seis comprovantes de depósitos feitos por Mauro Cid diretamente para Michelle entre março e maio de 2021, com valor total de R$ 8,6 mil;
    mais seis depósitos entre março e maio de 2021, totalizando R$ 8.520, para Maria Helena Braga, que é casada com um tio de Michelle.
    A troca de mensagens entre ajudantes de ordens da Presidência da República incluiu ainda o boleto de uma despesa médica dessa tia da ex-primeira-dama no valor de R$ 950,27.

    Segundo a PF, esse documento gerou um “alerta” de Mauro Cid no Grupo.

    “Mauro Cid encaminha orientação do Exmo. Sr. Presidente da República, no sentido de o pagamento do boleto GRU [Guia de Recolhimento da União] ser feito em dinheiro para ‘evitar interpretações equivocadas’”, indica o relatório policial.
    Já em setembro de 2021, uma assessora de Michelle Bolsonaro envia no mesmo grupo de mensagens um outro boleto de plano de saúde. Desta vez, referente a Yuri Daniel Ferreira Lima, irmão de Michelle, no valor R$ 585.

    Em seguida, Mauro Cid envia, também no grupo, o comprovante de pagamento.

    No relatório obtido pela TV Globo, a Polícia Federal afirma que fica “evidenciado” que os recursos “saíram da conta pessoal do Exmo. Sr. Presidente da República Jair Bolsonaro”.

    No fim do mês, a assessora encaminha um novo boleto do plano de saúde de Yuri Daniel para Mauro Cid. E diz que o pagamento foi solicitado por Michelle.

    Desta vez, no entanto, Mauro Cid responde com uma mensagem de áudio. O conteúdo da fala consta do documento da PF:

    “Não tem como mandar esse tipo de boleto. Quando for assim, me manda só o pedido do dinheiro e vocês pagam por aí, porque isso não é gasto do presidente. Nem da dona Michelle! É, deve ser de um terceiro que ela está pagando aí, a conta desse terceiro aí!”, diz Cid no áudio transcrito.
    A assessora pergunta, então, se poderia buscar o dinheiro em espécie. Mauro Cid concorda.

    PF vê desvio de dinheiro público
    No relatório, a Polícia Federal afirma ao STF que as transações descritas e solicitadas nesse grupo de mensagem indicam desvio de dinheiro público para atender despesas da Presidência da República.

    “No período compreendido no ano de 2021, em Brasília, por diversas vezes, Mauro Cesar Cid, na condição de ajudante de Ordens da Presidência da República, pessoalmente ou por intermédio de servidores da Ajudância de Ordens, e outras pessoas não identificadas (supridos), desviou e/ou concorreu para desviar dinheiro público oriundo de suprimento de fundos do Governo Federal, em valor total ainda a ser apurado, destinado originalmente ao atendimento de despesas da República”, diz o relatório.

    A PF diz, ainda, que esses valores eram depositados “de forma fragmentada, com uso de envelopes sem identificação de depositante, em caixas eletrônicos, bem como utilizando o dinheiro para pagamento direto de despesas privadas”.

    PF apura origem dos recursos
    A Polícia Federal investiga a origem dos recursos usados pelos ajudantes de ordem da Presidência da República para bancar esses depósitos e pagamentos.

    Ainda em 2022, Alexandre de Moraes autorizou novas quebras de sigilo. Na decisão, o ministro também diz ver “fortes indícios” de desvio de dinheiro público da presidência.

     

  • Cidade de SP revoga decreto que declarou situação de emergência por Covid em 2020

    Cidade de SP revoga decreto que declarou situação de emergência por Covid em 2020

    Há três anos, município de São Paulo definiu medidas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19.

    A cidade de São Paulo não vive mais a situação de emergência por causa da Covid-19. Depois de mais de 3 anos, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) revogou o decreto que tinha sido assinado pelo então prefeito bruno Covas, em 16 de março de 2020.

    O decreto foi publicado no Diário Oficial nesta segunda-feira (15). A situação de emergência foi decretada no começo da pandemia para que a prefeitura pudesse adotar medidas para o combate ao coronavírus.

    “Revoga o Decreto nº 59.283, de 16 de março de 2020, que declarou situação de emergência no Município de São Paulo e definiu outras medidas para o enfrentamento da pandemia decorrente do coronavírus”, diz o texto.

    Entre elas, a contratação de serviços sem licitação ou em caráter emergencial para a saúde pública.

    No começo deste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tinha decretado o fim da situação de emergência global por causa da Covid-19.

     

  • O que pode acontecer com o menino que desapareceu em SC e foi encontrado em SP?

    O que pode acontecer com o menino que desapareceu em SC e foi encontrado em SP?

    Governo de Santa Catarina informou que criança está em uma casa de acolhimento na Grande Florianópolis até a Justiça decidir sobre a guarda dele.

    O menino de 2 anos que desapareceu no final de abril em Santa Catarina e foi encontrado em São Paulo após uma semana, vai ficar em um abrigo da Grande Florianópolis até a Justiça decidir sobre a guarda dele. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina informou que não há prazo para a decisão.

    A criança foi entregue, na segunda-feira (15), a uma casa de acolhimento em São José, mesma cidade em que ela morava com a família antes de sumir. A informação foi divulgada pelo governo do Estado.

    Segundo o Tribunal de Justiça, uma equipe técnica é destinada para verificar se há alguém da família biológica para ficar com a guarda ou mesmo adoção dele.

    Os avós do menino demonstraram interesse na guarda e já a haviam solicitado à Justiça.

    O QUE SE SABE sobre o caso do menino encontrado em SP
    Mãe conheceu suspeito de intermediar negociação em grupo de ‘adoção e doação’
    Mãe de menino recebeu R$ 100 para levar criança até “ponto de entrega”
    Os interessados devem passar por uma avaliação psicossocial, para verificar se têm condições de ficar com a criança. Se os familiares forem aprovados, a criança sai do abrigo.

    Se isso não acontecer, o menino segue na casa de acolhimento enquanto o juízo faz uma busca a novos pretendentes à adoção, sendo respeitada a fila de cadastro.

    Entenda
    A mãe dele, uma jovem de 22 anos, foi quem o entregou para os suspeitos. Ela “tem uma fragilidade emocional e psicológica muito grande”, segundo a delegada da Polícia Civil de Santa Catarina, Sandra Mara. A mulher, segundo a polícia, foi aliciada por um dos presos para uma adoção ilegal.

    Marcelo Valverde é apontado pela investigação como intermediador da entrega da criança a Roberta Porfírio (veja o que dizem as defesas abaixo). Os dois foram presos em flagrante por tráfico de pessoas. Mais duas pessoas são investigadas.

    O inquérito que apura a atuação do grupo tem prazo de 30 dias para a conclusão, a contar do registro da ocorrência, segundo o governo do Estado. Há possibilidade de prorrogação da investigação.

    Mãe fala pela primeira vez

    Uma semana após o encontro da criança, a mãe do menino, que entregou o filho ao casal, falou ao Fantástico, no domingo (14). Mãe solo, ela preferiu não ser identificada.

    Ela diz que, durante a gravidez, em 2020, participou de um grupo numa rede social, de apoio a mães. E foi quando passou a trocar mensagens com Marcelo Valverde Valezi, de São Paulo, preso com a criança.

    “Ele contou a história dele, que ele é ‘tentante’ junto com a mulher dele, já tiveram diversos abortos”, relata a mãe. E as propostas, segundo ela, começaram: “Ele falava muito que se eu botasse uma criança no mundo para sofrer, aquilo ia me gerar carma, gerar carma na criança, então ele foi usando tudo o que ele podia”.

    O bebê nasceu em abril de 2021. No mês passado, três anos depois dos primeiros contatos, ela e Marcelo voltaram a se falar com mais frequência.

    O que diz a defesa de Roberta
    Fernanda Salvador, advogada da investigada, nega que tenha havido o crime de tráfico de pessoas e que o bebê estivesse desaparecido, já que a mãe teria entregue a criança a Roberta junto com os documentos, em Santa Catarina. Marcelo não teria viajado até o outro estado, mas intermediado a conversa entre as duas partes.

    Segundo a advogada, a mãe teria dito que estava em “cenário de vulnerabilidade, em ambiente tóxico”, quando conversou com o casal de São Paulo.

    A retirada do garoto de Santa Catarina foi feita por Roberta e com o carro pessoal. As placas do veículo teriam sido adulteradas na saída do estado, segundo a polícia. A defesa dela, no entanto, afirmou desconhecer a informação.

    No fim de semana, Roberta e o marido decidiram procurar a advogada, que disse ter orientado os dois a procurar o Fórum do Tatuapé e entregar o menino. O caso já estava repercutindo em todo o país.

    Marcelo acompanhou Roberta até o fórum. Os dois estavam com o bebê dentro de um carro, na Zona Leste da capital, na segunda (8), quando foram abordados pela PM e detidos em flagrante por suspeita de tráfico de pessoas.

    Cronologia do desaparecimento
    30 de abril: menino foi visto pela última vez com a mãe pela avó materna, na Grande Florianópolis;
    1ª de maio: avó do menino perguntou à filha sobre o menino. Mulher disse que a criança estava na casa de uma amiga;
    2 de maio: mãe do menino foi hospitalizada desacordada;
    3 de maio: avó entrou em contato com amiga da mãe do menino, que informou que não estava com ele. Ela teria indicado que a criança poderia estar com o suposto pai da criança; Na família do suposto genitor ele não foi encontrado pela avó;
    4 de maio: avó procurou a Polícia Civil.

  • A MillionCards é um jogo de apostas online que tem feito muito sucesso no mercado nacional. A mecânica do jogo é bastante simples, onde o jogador precisa apenas virar cartas, assim como no famoso jogo de cartas Uno. No entanto, mesmo com uma jogabilidade simples, muitas pessoas estão ganhando dinheiro com a MillionCards, chegando a transformar essa renda em sua principal fonte de renda.

    Uma das principais preocupações dos jogadores é saber se a MillionCards é confiável. Afinal, o mundo das apostas online pode ser bastante perigoso para quem não conhece bem o mercado. Porém, a MillionCards tem mostrado ser uma empresa séria e confiável, com ações transparentes tanto fora quanto dentro do nicho das apostas.

    A plataforma oferece bônus para os seus jogadores, como o bônus de boas-vindas para novos usuários. Além disso, há também outras promoções que podem ser encontradas na página oficial do jogo. Quanto às apostas, elas podem ser feitas de forma segura e fácil, bastando apenas criar uma conta na plataforma e seguir as instruções disponíveis.

    Apesar de ser um jogo de apostas, é importante lembrar que a MillionCards não é uma forma garantida de ganhar dinheiro. Assim como em qualquer jogo online, os resultados podem variar e é importante que o jogador esteja ciente do tempo para conseguir ganhar. Por isso, é recomendado que as jogadas sejam feitas de forma responsável e consciente.

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    Uma das grandes vantagens de fazer um depósito via PIX na MillionCards é a segurança da transação. O sistema de pagamentos instantâneos é regulado pelo Banco Central e conta com diversos mecanismos de proteção, como a criptografia dos dados e a autenticação em duas etapas. Isso garante que as informações financeiras dos jogadores estejam protegidas contra fraudes e ataques virtuais.

    Além disso, outra vantagem do PIX é a rapidez na confirmação do depósito. Diferente de outras formas de pagamento, como o boleto bancário, que podem levar horas ou até mesmo dias para serem compensados, o PIX cai em instantes na conta da MillionCards. Assim, o jogador pode fazer suas apostas imediatamente após a confirmação do pagamento, sem precisar esperar pela compensação do depósito.

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    [00:38, 14/05/2023] Adler  : primeiro
    [00:39, 14/05/2023] Adler  : Você já pensou em experimentar jogos online? Se ainda não teve a oportunidade, está na hora de conhecer essa forma de entretenimento que vem conquistando cada vez mais adeptos ao redor do mundo. A internet nos trouxe uma infinidade de possibilidades, e jogar online é uma delas.

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  • Câmeras registraram suposta placa adulterada de carro de suspeita de tráfico de pessoas que levou bebê de 2 anos de SC a SP

    Câmeras registraram suposta placa adulterada de carro de suspeita de tráfico de pessoas que levou bebê de 2 anos de SC a SP

    Caso é investigado em São Paulo como tráfico de pessoas. Dois estão presos na capital paulista. Bebê está em abrigo.

    Câmeras de segurança obtidas pelo g1 registraram a suposta placa adulterada do carro do casal investigado pelo desaparecimento de uma criança de 2 anos de Santa Catarina que foi encontrada na Zona Leste de São Paulo, no veículo.

    A criança estava desaparecida desde 30 de abril, e foi encontrada na capital paulista no carro com Roberta Porfírio e o motorista Marcelo Valverde Valezi, que não são um casal. A abordagem foi registrada em um vídeo de uma câmera corporal da PM. Os dois foram presos em flagrante por tráfico de pessoas (leia a defesa mais abaixo). O menino está em um abrigo.

    A Polícia Civil catarinense afirma que a mãe do menino foi convencida por Marcelo Valverde a doá-lo para Roberta e o marido, que pegaram o garoto em Santa Catarina e o levaram para São Paulo na noite do dia 29 do mês passado.

    Marcelo, que teria intermediado as conversas, e Roberta, que ficou com o menino de forma ilegal, estão presos por suspeita de tráfico de pessoas e adoção ilegal em São Paulo. A Polícia Civil paulista entendeu que há indícios do crime porque Roberta teria adulterado a placa do carro e trocado um “C” por um “Q”.

    Marcelo e Roberta teriam se conhecido por um curso para casais interessados em adoção. No entanto, Marcelo saiu da lista de espera depois que a esposa dele engravidou e teria indicado Roberta e o marido para ficarem com o menino.

    À polícia de SC, a mãe do garoto contou que conheceu Marcelo por um grupo de mães de primeira viagem pelo Facebook há cerca de 2 anos. Na época, trocaram experiências e contatos.

    A mãe do bebê teria entregue ao casal o menino com os documentos e afirma que não recebeu dinheiro em troca. O desaparecimento dele foi informado pela avó e tios maternos em um boletim de ocorrência na quinta-feira (4). A criança está somente registrada no nome da mãe.

    Os avós tentam na Justiça de São Paulo a guarda do garoto, que está abrigado.

    O caso em São Paulo é investigado como adoção ilegal com indícios de que tenha havido tráfico de pessoas.

    O que diz a defesa de Roberta
    Fernanda Salvador, advogada da investigada, nega que tenha havido o crime de tráfico de pessoas e que o bebê estivesse desaparecido, já que a mãe teria entregue a criança a Roberta junto com os documentos, em Santa Catarina. Marcelo não teria viajado até o outro estado, mas intermediado a conversa entre as duas partes.

    Segundo a advogada, a mãe teria dito que estava em “cenário de vulnerabilidade, em ambiente tóxico”, quando conversou com o casal de São Paulo.

    A retirada do garoto de Santa Catarina foi feita por Roberta e com o carro pessoal. As placas do veículo teriam sido adulteradas na saída do estado, segundo a polícia, mas a defesa dela, no entanto, afirmou desconhecer a informação.

    No fim de semana, Roberta e o marido decidiram procurar a advogada, que disse ter orientado os dois a procurar o Fórum do Tatuapé e entregar o menino. O caso já estava repercutindo em todo o país.

    Marcelo acompanhou Roberta até o fórum. Os dois estavam com o bebê dentro de um carro, na Zona Leste da capital, na segunda (8), quando foram abordados pela PM e detidos em flagrante por suspeita de tráfico de pessoas.

    O que diz a defesa de Marcelo
    Em coletiva de imprensa na terça (9), a defesa de Marcelo afirmou que ele conheceu a mãe do menino há dois anos, quando tinha o interesse em adotar uma criança, mas não soube dizer se seria um grupo em algum aplicativo de mensagens ou em redes sociais.

    Segundo as advogadas Laryssa Nartis e Katharine Grimza, na época, Marcelo foi procurado pela mãe da criança, que tinha o interesse em “doar” o filho. No entanto, recentemente, ela teria entrado em contato novamente com ele e alegou que estava passando por problemas.