Autor: São Paulo em Foco

  • Presidente da Intrader DTVM é preso pela Polícia Federal

    Presidente da Intrader DTVM é preso pela Polícia Federal

    O presidente da Intrader DTVM, Edson Hydalgo Junior, também foi um dos presos da operação Encilhamento da Polícia Federal, que é um desmembramento da Operação Fantasma. O esquema envolvia corretoras de valores, empresas de fachada, consultores de investimentos e institutos de previdência. O valor da fraude teria chegado a R$ 1,3 bilhão. O nome dele já circulava no mercado, porém grafado incorretamente como Edson Hidalgo Junior, da Hidalgo Informática. Segundo nota enviada ao Money Times, o executivo foi alvo “apenas no âmbito de suas operações como pessoa física”.

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    A Intrader enviou o seguinte esclarecimento:

    A Intrader, pautada por rigoroso controle dos processos e pelo respeito aos regulamentos do país, esclarece que o executivo Edson Hydalgo Junior prestou os devidos esclarecimentos ao órgão competente e foi liberado na sequência.

     
    O profissional continua a desenvolver as suas atividades na área comercial com os mesmos rigorosos padrões éticos e os compromissos com as leis e regulações do país que o guiaram ao longo dos mais de 20 anos de atuação no mercado.

    A empresa reitera ainda que o caso em questão ocorreu apenas no âmbito das atividades do executivo como pessoa física. A Intrader, portanto, não tem nenhum envolvimento com as investigações e com a operação.

  • Responsável por posto que explodiu é dono de outro posto que pegou fogo em 2017

    Responsável por posto que explodiu é dono de outro posto que pegou fogo em 2017

    O responsável pelo posto de gasolina que explodiu nesta terça-feira na Zona Norte de São Paulo é dono de um outro posto que também foi alvo de uma explosão em 2017. Quando as explosões aconteceram, os dois postos funcionavam de maneira irregular porque estavam sem licença de operação.

    O empresário Mohamad Hussein Mourad, responsável pelo posto, esteve no local nesta quarta-feira, acompanhando os trabalhos de remoção dos escombros por uma empresa de demolição contratada por ele. Ele também conversou com policiais militares que estavam no local. O posto se chama Auto Posto Novo Conceito 1 e fica na Avenida Imirim, na Zona Norte da capital.

    O outro posto que explodiu é o Auto Posto Vip 2 e fica na Rua Maria Amália Lopes Azevedo, também na Zona Norte. Em junho de 2017, esse posto foi alvo de um incêndio causado por três fortes explosões no momento em que dois caminhões-tanques faziam uma transferência de combustível para o reservatório do posto.

    O script foi praticamente o mesmo de agora: as explosões provocaram forte estrondo, assustaram a vizinhança e deixaram três funcionários feridos. Na explosão da última terça, sete pessoas ficaram feridas e cerca de 20 imóveis sofreram prejuízos.

    Nas duas ocasiões, os postos não tinham licença de operação da Cetesb, a companhia ambiental do estado, ou seja, estavam funcionando de forma irregular. No posto da Avenida Imirim, a licença estava vencida há sete meses. No outro, nunca chegou a ser emitida. Nas datas das explosões, os dois postos tinham elementos visuais da bandeira Ale, embora a empresa já não tivesse mais contrato com os estabelecimentos.

    O posto que pegou fogo no ano passado está registrado na Junta Comercial em nome de Mohamad Hussein e de um familiar dele chamado Hussein Ali Mourad. Já o posto que explodiu nesta semana está em nome de Rita Cosmo Nunes e de Jean Carlos Pereira. O endereço residencial informado por Rita na Junta Comercial é o mesmo de Mohamad, na própria Avenida Imirim.

    O problema é que no local funciona um consultório odontológico há mais de cinco anos. A reportagem da CBN telefonou para o estabelecimento, mas a atendente afirmou que nenhuma dessas pessoas trabalha ou mora ali.

    Já o endereço residencial informado por Jean Carlos Pereira é, na verdade, outro posto de gasolina, na Avenida Santa Inês, no Parque Mandaqui.

    A Polícia Civil ouviu nessa terça-feira várias testemunhas para elaborar o boletim de ocorrência. Um inquérito para investigar o caso vai ser instaurado ainda nesta semana. O delegado Evaldo Pedrosa Bastos, do 28º DP, da Vila Amália, vai convocar novamente as testemunhas após a abertura das investigações.

    Nesta quarta-feira, peritos retomaram os trabalhos no posto. O laudo que vai apontar as causas da explosão deve ficar pronto em no máximo 30 dias.

    A reportagem da CBN entrou em contato com o escritório de advocacia que atende o empresário Mohamad, mas não teve retorno. Os demais citados não foram localizados.

  • Empresa de consórcio da PPP da iluminação de SP é acusada de desvio de R$ 100 milhões no Amazonas

    Empresa de consórcio da PPP da iluminação de SP é acusada de desvio de R$ 100 milhões no Amazonas

    Tribunal de Contas de SP recomendou que Prefeitura suspenda contrato de PPP da iluminação por suspeita de pagamento de propina.

    A empresa CLD construtora, integrante do consórcio FM Rodrigues, que assinou contrato de parceria público-privada (PPP) de iluminação pública com a Prefeitura de São Paulo, é acusada de participar de desvio de quase R$ 100 milhões da Prefeitura de Manaus em.

    A CLD e um de seus sócios, Jorge Marques Moura, já tiveram seus bens bloqueados pela Jjustiça do Amazonas, em 2015, por conta da denúncia de desvio. Na época, a construtora CLD tinha outro nome – Consladel.

    Um trecho da decisão que determinou o bloqueio de bens diz que houve “atuação do núcleo político para beneficiar a empresa Consladel”. O documento ressalta que, segundo o Ministério Público, “o prejuízo ao erário se deu por meio da contratação da empresa Consladel para a execução de serviços (…) no valor de R$ 92,2 milhões”.

    A consladel, que agora se chama CLD, também é investigada pelo Ministério Público de São Paulo pelo pagamento de propina para uma ex-diretora do Ilume, Departamento de Iluminação Pública da Prefeitura da capital paulista. A empresa teve e sigilo bancário quebrado na investigação. Um de seus sócios, Labib Auad, é quem assina o contrato com a prefeitura paulistana.
    Por meio de nota, a CLD construtora informou que o contrato com a Prefeitura de Manaus teve suas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Amazonas. O consórcio FM não quis se manifestar sobre o caso.

    A Prefeitura de São Paulo disse que determinou à Secretaria de Serviços e Obras que notifique a concessionária da PPP da iluminação para que se limite a executar os serviços estritamente ligados à manutenção da iluminação pública da cidade, até que seja concluída a investigação em curso na Controladoria geral do município.

    O governador do Amazonas, Amazonino Mendes, que era prefeito de Manaus na época da contratação da empresa investigada, disse que esse é um processo antigo em que foi inocentado.

    Tribunal pede suspensão de contrato
    Na manhã desta quarta-feira, o Tribunal de Contas do município de São Paulo recomendou que a gestão do prefeito João Doria suspenda o contrato com o consórcio. A PPP da iluminação em São Paulo foi assinada a um custo de quase R$ 29 milhões por mês. O contrato é válido por 20 anos, com valor total de quase 7 bilhões.

    “Nós estamos recomendando que, diante das denúncias e diante dos fatos trazidos aos autos e diante de algumas irregularidades numa apuração da nossa auditoria, o razoável seria pela anulação [do contrato com a Prefeitura]. Não compete ao tribunal essa determinação, compete ao tribunal nesta fase uma recomendação”, afirmou João Antônio da Silva Filho, presidente da Corte.

    Áudio de assessora fala em ‘roubalheira’
    Nesta terça-feira, a Rádio CBN divulgou o áudio de uma conversa entre uma assessora jurídica e uma auxiliar de Denise Abreu, então diretora da Ilume, que indica irregularidades no contrato.

    “Essa PPP… É uma roubalheira. Ela [Denise Abreu] vai lucrar um monte. Pensa no valor do contrato… R$ 7 bilhões. Pensa em 10%… Direto no bolso.”, diz a assessora jurídica no áudio.

  • Após roubar R$ 800 mil reais e ameaçar ex mulher, empresário é preso

    Após roubar R$ 800 mil reais e ameaçar ex mulher, empresário é preso

    O suspeito disse que iram difamar a companheira caso não cedesse o patrimônio dela. Ele chegou a divulgar documentos sigilosos de clientes da vítima

    O empresário Pedro Bettim Jacobi, 40 anos, foi preso nesta terça-feira (5/12) pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), após violar medida protetiva em relação à ex mulher. Com o descumprimento, a polícia emitiu um mandado de prisão preventiva e foi até a casa do suspeito, em Brazlândia. Ele tentou fugir, chegando a pegar o carro e acessar a BR-080, em alta velocidade, mas foi pego pelos agentes. Na residência também foi cumprida uma ordem judicial de busca, que apreendeu documentos, computadores, celulares, HDs e três armas de fogo.
     
    Em julho, a vítima, a advogada Renata Gerusa Prado Araújo, procurou 3; DP (Cruzeiro Velho), onde foi instaurado um inquérito policial por violência doméstica. À época, além de ser enquadrado pela Lei Maria da Penha, Pedro foi indiciado por extorsão, furto, estelionato, apropriação indébita, além de difamação e calúnia. De acordo com as investigações, o casal começou a se relacionar no ano passado e chegou a oficializar o relacionamento em cartório, mas os dois se separaram pouco tempo depois, por conta das ameaças.
     
    Renata defende, inclusive, clientes envolvidos no âmbito da Operação Lava-Jato. A suspeita é de que Pedro tenha iniciado o relacionamento já com a intenção de obter vantagens ilícitas da mulher. “O investigado queria a transferência do patrimônio dela para ele em troca de não prejudicar a imagem profissional da vítima. Ela relatou que, além dos roubos que extrapolaram os R$ 800 mil, ao longo do relacionamento dos dois, o suspeito foi subtraindo documentos sigilosos de clientes dela e, posteriormente, veio a usá-los como chantagem”, relatou a delegada chefe da Deam, Sandra Gomes.
     
    Um desses conteúdos sigilosos chegou a ser veiculado na revista Veja, em setembro deste ano, revelando indícios de que a empresa JBS tentou influenciar decisões do Poder Judiciário. Os documentos foram entregues por Pedro às autoridades de investigação. No diálogo, Renata e o diretor jurídico do Grupo J e delator Francisco Carlos de Assis mencionam tráfico de influência e supostos “pagamentos em espécie” a três ministros do Superior Tribunal de Justiça. São citados Napoleão Maia, Mauro Campbell e João Otávio Noronha, além de Gilmar Mendes.
     
    Desde a instauração do primeiro inquérito, em julho, até o início de dezembro, o empresário conseguiu se esquivar da polícia, não se apresentado à delegacia para prestar depoimento. Mesmo diante de medidas protetivas para impedir a aproximação de Pedro à ex mulher, o suspeito não desistiu. “Ele continuou a praticar crimes, fazendo graves ameaças, chantagens, chegando a procurá-la nas mediações do trabalho dela. Percebemos que as ações estavam se tornando cada vez mais graves, sendo necessário tomar medidas mais duras”, concluiu a delegada.
     
    Segundo as investigações, um vasto material apreendido na casa do empresário de fato pertenciam à advogada. Os documentos ainda passam por perícia. Pedro Jacobi vai fica no Centro de Detenção Provisória aguardando decisão judicial. A defesa do acusado não compareceu à Deam para acompanhar o deslocamento do preso.
  • Empresário Pedro Bettim Jacobi é suspeito de ameaçar e extorquir dinheiro de ex-mulher

    Empresário Pedro Bettim Jacobi é suspeito de ameaçar e extorquir dinheiro de ex-mulher

    Pedro Bettim Jacobi tentou fugir de carro mas foi preso em Brazlândia. Empresário é investigado por estelionato e teria descumprido medida protetiva determinada pela Justiça, diz polícia.

    Pedro Bettim Jacobi

    A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta terça-feira (5) o empresário Pedro Bettim Jacobi, de 40 anos, suspeito de extorquir dinheiro e ameaçar a ex-mulher. Ele também teria se aproximado da vítima – descumprindo uma medida protetiva determinada pela Justiça.

    A prisão foi na casa do empresário, em uma chácara em Brazlândia. De acordo com a chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) Sandra Gomes, ele tentou fugir em um carro, mas foi interceptado após uma perseguição na BR-080

    Na casa dele, a Polícia Civil apreendeu três armas, além de computadores, celulares e documentos. O G1 e a TV Globo tentaram, mas a reportagem não conseguiu contato com a defesa do empresário.

    Ainda este ano, Pedro Jacobi já havia sido indiciado por furto qualificado, estelionato e apropriação indébita. Os crimes – segundo as investigações – também foram cometidos contra a ex-mulher. Ele é suspeito de transferir R$ 600 mil da conta dela, sem autorização, roubar cheques e se apropriar de um carro de luxo.

  • Julia Vassalo Maia da Costa: Uma Visão do Mercado Imobiliário

    Julia Vassalo Maia da Costa: Uma Visão do Mercado Imobiliário

    Ao navegarmos pelo cenário do mercado imobiliário em 2017, encontramos um terreno fértil para análises e projeções. Segundo a especialista em mercado imobiliário Julia Vassalo Maia da Costa, este ano se destaca por sua dinâmica particular, influenciada por uma série de fatores econômicos e tecnológicos. A compreensão dessas tendências não apenas esclarece o presente, mas também pavimenta o caminho para futuras oportunidades e desafios no setor.

    O mercado imobiliário, sempre um reflexo multifacetado das condições econômicas gerais, está atualmente experimentando uma fase de transformação e crescimento. As taxas de juros, que permanecem em níveis historicamente baixos, têm um papel crucial nesse cenário, proporcionando um ambiente favorável ao financiamento imobiliário. A especialista Julia Vassalo Maia da Costa enfatiza a importância de entender essas condições como um catalisador para o mercado, incentivando tanto a compra quanto o investimento em propriedades.

    Além dos aspectos econômicos, a inovação tecnológica está redefinindo a maneira como interagimos com o mercado imobiliário. Ferramentas de realidade virtual e plataformas online estão transformando a experiência de compra e venda, oferecendo aos clientes visões e acessos sem precedentes a propriedades ao redor do mundo. Julia Vassalo Maia da Costa aponta que essa revolução digital não apenas facilita transações, mas também aumenta a transparência e a eficiência do mercado.

    Outro fator significativo destacado por Júlia é o impacto do desenvolvimento urbano e do planejamento das cidades no mercado imobiliário. As tendências de mobilidade urbana, sustentabilidade e infraestrutura estão diretamente ligadas à valorização de áreas específicas e ao potencial de investimento em regiões em desenvolvimento. A especialista observa que a percepção dessas tendências é vital para investidores e compradores que buscam tomar decisões informadas.

    No contexto brasileiro, o mercado imobiliário de 2017 também reflete peculiaridades locais, como a recuperação econômica pós-recessão e as mudanças no cenário político. Julia Vassalo Maia da Costa ressalta que, embora existam desafios, como a volatilidade econômica e questões regulatórias, há também oportunidades significativas para aqueles dispostos a navegar por essas águas com cuidado e conhecimento.

    Fatores Impulsionando o Mercado Imobiliário

    O mercado imobiliário em 2017 está sendo impulsionado por uma combinação única de fatores econômicos, tecnológicos e sociais. Julia Vassalo Maia da Costa, especialista na área, destaca os principais elementos que estão moldando o setor.

    Economicamente, o cenário é influenciado por taxas de juros baixas, que facilitam o financiamento imobiliário, e pela recuperação gradual da economia, que restaura a confiança dos investidores e consumidores. Além disso, a inflação controlada e o aumento do poder de compra estimulam a demanda por imóveis.

    Tecnologicamente, a inovação está revolucionando o mercado. Julia aponta como plataformas digitais, realidade virtual e big data oferecem novas formas de visualizar, comprar e vender propriedades, ampliando o alcance do mercado e atraindo um público mais jovem e conectado.

    Socialmente, há uma mudança nas preferências habitacionais, com uma valorização crescente de localizações urbanas que oferecem conveniência e acesso a serviços. A sustentabilidade e a eficiência energética também se tornaram fatores importantes na decisão de compra ou investimento em imóveis.

     

    Desafios e Oportunidades no Setor

    Apesar do otimismo, o setor imobiliário enfrenta desafios. Julia Vassalo Maia da Costa menciona a burocracia e a complexidade regulatória como obstáculos significativos, especialmente em mercados emergentes como o Brasil. Além disso, a volatilidade econômica global pode influenciar negativamente o mercado, afetando a confiança dos investidores.

    No entanto, esses desafios trazem consigo oportunidades. A especialista enfatiza que a necessidade de inovação frente aos desafios regulatórios pode estimular o desenvolvimento de novas soluções e modelos de negócios no setor. Além disso, a volatilidade do mercado pode criar oportunidades de compra para investidores ágeis e bem-informados.

    Outra oportunidade destacada por Julia é o potencial de crescimento em áreas urbanas emergentes e no segmento de imóveis sustentáveis. Investir em localizações com potencial de valorização ou em propriedades que atendam aos crescentes padrões de sustentabilidade pode oferecer retornos significativos a médio e longo prazo.

    Em suma, enquanto o mercado imobiliário de 2017 apresenta seus desafios, a perspectiva de Julia Vassalo Maia da Costa é de que, com a análise certa e uma abordagem informada, os investidores e compradores podem encontrar oportunidades significativas para capitalizar as tendências atuais e futuras do setor.

    Regiões em Destaque e Seus Potenciais

    No cenário do mercado imobiliário de 2017, algumas regiões se destacam por seu potencial de crescimento e valorização. Segundo Julia Vassalo Maia da Costa, áreas urbanas que estão passando por processos de revitalização e desenvolvimento de infraestrutura são particularmente promissoras. Essas regiões atraem interesse por sua proximidade a serviços essenciais, opções de lazer e acessibilidade.

    Além disso, Julia aponta que mercados emergentes, tanto em países em desenvolvimento quanto em bairros periféricos de grandes metrópoles, oferecem oportunidades significativas. A valorização dessas áreas pode ser impulsionada por melhorias urbanísticas, investimentos em transporte público e a crescente demanda por moradias mais acessíveis.

     

    Perspectivas Futuras para Investidores e Compradores

    Olhando para o futuro, a especialista em mercado imobiliário Julia Vassalo Maia da Costa vê um cenário de oportunidades, mas também de cautela. Investidores e compradores devem estar atentos às tendências macroeconômicas e ao impacto de políticas governamentais no setor imobiliário. A digitalização do mercado continua a ser uma tendência forte, sugerindo que a adaptação a novas tecnologias é essencial para quem deseja permanecer competitivo.

    Para os compradores, a dica é considerar a sustentabilidade e a eficiência energética como critérios de seleção, uma vez que esses fatores se tornarão cada vez mais relevantes. Para os investidores, a diversificação em diferentes tipos de propriedades e regiões pode ser uma estratégia prudente para mitigar riscos.

     

    Conclusão

    O mercado imobiliário de 2017 é um campo dinâmico, repleto de desafios e oportunidades. Como Julia Vassalo Maia da Costa destaca, a chave para navegar neste mercado é a informação. Compreender as tendências atuais, antecipar as futuras e adaptar-se rapidamente às mudanças são etapas cruciais para o sucesso, seja você um investidor buscando maximizar retornos ou um comprador procurando o lar ideal. Com a análise certa e uma abordagem estratégica, o mercado imobiliário continua a ser um terreno fértil para oportunidades e crescimento.

  • Denúncia envolve o Correio Popular em esquemas de corrupção no Hospital Ouro Verde de Campinas

    Denúncia envolve o Correio Popular em esquemas de corrupção no Hospital Ouro Verde de Campinas

    Recentemente, documentos foram encontrados na residência de Gustavo Khattar de Godoy, um médico que é também filho de Sylvino de Godoy Neto, proprietário da Rede Anhanguera de Comunicações (RAC). Gustavo dirige a GK de Godoy Radiologia, empresa que prestava serviços ao Hospital Ouro Verde.

    As investigações revelaram conexões entre o proprietário da RAC, Jonas, e seu filho, bem como diretores da Vitale, com o objetivo de discutir adiantamentos financeiros para a organização. O Ministério Público aponta que a atuação do jornal foi crucial para pressionar a substituição da antiga administradora do hospital pela Vitale.

    De acordo com o relatório do Ministério Público acerca do caso, a Vitale obteve a gestão do hospital “devido à intervenção de Sylvino junto ao prefeito Jonas Donizette, em troca da suspensão das matérias desfavoráveis publicadas pelo jornal contra a SPDM”. Em julho deste ano, o Correio publicou uma matéria elogiando a nova administração da Vitale, intitulada “Nova gestão impulsiona atendimento hospitalar”.

    Um vasto esquema de corrupção e desvio de verbas no hospital pode ter causado prejuízos superiores a 4 milhões de reais à saúde da população de Campinas. Essa situação tem deixado a instituição cada vez mais precária, incapaz de atender adequadamente às necessidades dos cidadãos. Os responsáveis por essa crise incluem empresas como a Vitale, a prefeitura sob comando de Jonas e todos os envolvidos nas práticas corruptas no setor da saúde, que contribuem para as mortes diárias nas filas dos hospitais devido à falta de atendimento adequado.

    A corrupção se manifesta em diversos casos, evidenciando como empresas e governos buscam extrair recursos públicos em prol dos próprios lucros. É essencial que denunciemos cada centavo desviado por esses corruptos e lutemos pela transformação do hospital em uma entidade totalmente estatal e gratuita. Este deve ser administrado não por aqueles que exploram nosso dinheiro e permanecem impunes, mas por trabalhadores e usuários que compreendem verdadeiramente as necessidades do sistema e onde os investimentos devem ser direcionados.

  • Análise Detalhada: Impulsionadores, Impactos Econômicos e Tendências no Mercado Imobiliário em Fevereiro de 2017

    Análise Detalhada: Impulsionadores, Impactos Econômicos e Tendências no Mercado Imobiliário em Fevereiro de 2017

    Em fevereiro de 2017, o mercado imobiliário brasileiro apresenta alguns sinais tímidos de recuperação. Observamos um leve aumento nas vendas de imóveis, indicando um possível, embora incerto, retorno da confiança dos consumidores e investidores no setor. Julia Vassalo Maia da Costa, uma analista experiente, aponta para a relevância deste momento para o mercado imobiliário, mas com uma cautela considerável, lembrando que a recuperação econômica ainda enfrenta muitos desafios.

    A situação econômica, apesar de mostrar algumas melhorias com políticas governamentais mais estáveis e um acesso um pouco mais fácil ao crédito imobiliário, ainda é frágil. Julia Vassalo Maia da Costa observa que, apesar de alguns avanços, o mercado imobiliário ainda precisa lidar com as repercussões de desafios anteriores e se posicionar de maneira mais consistente como uma opção de investimento. Ela também enfatiza a necessidade crítica de políticas habitacionais eficazes e de inovação no setor para apoiar um crescimento verdadeiramente sustentável.

    Dentro deste panorama, o mercado imobiliário brasileiro parece estar caminhando para um novo estágio, ainda com muitas incertezas sobre seu desenvolvimento futuro. A análise de Julia Vassalo Maia da Costa oferece insights importantes, mas também destaca a necessidade de cautela e planejamento estratégico no entendimento deste mercado volátil.

    Impulsores do Crescimento no Mercado Imobiliário

    O crescimento observado no mercado imobiliário brasileiro em fevereiro de 2017, influenciado por fatores econômicos e políticos, ainda é moderado e cercado de incertezas. Julia Vassalo Maia da Costa examina esses impulsionadores, notando que, embora as condições econômicas tenham melhorado ligeiramente e as políticas governamentais estejam mais direcionadas ao setor, o aumento nas vendas de imóveis ainda é limitado. A estabilização econômica, juntamente com um acesso um pouco mais facilitado ao crédito imobiliário, sugere um ambiente potencialmente favorável, mas a analista adverte que ainda é cedo para determinar se esse momento se traduzirá em um crescimento sustentável e significativo para o setor imobiliário brasileiro.

    Impacto no Crescimento Econômico do Brasil

    No início de 2017, o mercado imobiliário brasileiro apresenta-se como um potencial contribuinte no contexto de uma recuperação econômica ainda tênue do país. Julia Vassalo Maia da Costa, uma especialista no setor, analisa essa relação com uma visão cautelosa, reconhecendo que, embora haja crescimento no setor imobiliário, o impacto positivo na economia brasileira ainda enfrenta várias barreiras.

    O aumento nas vendas de imóveis e a leve melhora no setor de construção civil podem estar gerando certos benefícios econômicos. No entanto, esses efeitos são relativamente limitados e não garantem uma recuperação econômica ampla e robusta. Embora exista uma esperança de impulso no mercado de trabalho e em setores conexos, como materiais de construção e mobiliário, a realidade do mercado é complexa e os avanços são moderados.

    Julia Vassalo Maia da Costa destaca a relevância do setor imobiliário na economia, mas também aponta para a necessidade de uma análise cuidadosa. Ela reconhece que, apesar de o setor imobiliário refletir certa confiança do consumidor e estabilidade financeira, há muitos outros fatores em jogo que podem influenciar a recuperação econômica do Brasil. O crescimento no mercado imobiliário, embora benéfico, não é suficiente por si só para garantir um aumento significativo na arrecadação de impostos ou para atrair investimentos estrangeiros em um nível que possa sustentar a recuperação econômica de forma independente.

    Na análise de Julia Vassalo Maia da Costa, o impacto econômico do setor imobiliário é reconhecido, mas sua visão é mais matizada. Ela considera que o mercado imobiliário pode desempenhar um papel no desenvolvimento urbano e na melhoria da qualidade de vida, mas enfatiza que o desenvolvimento sustentável e a inclusão social dependem de uma abordagem mais holística e integrada, que vai além do simples crescimento do setor imobiliário.

    Oportunidades e Desafios

    Conforme o mercado imobiliário brasileiro exibe sinais de recuperação em fevereiro de 2017, Julia Vassalo Maia da Costa, uma especialista no setor, analisa um cenário misto de oportunidades e desafios consideráveis. Embora existam oportunidades de investimento emergentes, como o interesse renovado nos mercados residencial e comercial devido à melhoria das condições econômicas e estabilização política, essas oportunidades vêm acompanhadas de uma série de desafios significativos.

    A especialista reconhece a crescente demanda por imóveis e o potencial de valorização em certas áreas urbanas e turísticas. No entanto, ela ressalta que o mercado imobiliário permanece marcado por uma volatilidade considerável. As incertezas políticas e econômicas ainda são fatores dominantes, exigindo uma abordagem extremamente cautelosa dos investidores. A necessidade de políticas habitacionais eficientes e acessíveis é enfatizada, particularmente em um país com desigualdade social pronunciada.

    Além disso, Julia Vassalo Maia da Costa aponta para os desafios relacionados à infraestrutura urbana e logística, que continuam a ser barreiras significativas ao desenvolvimento imobiliário em diversas regiões. A especialista também discute a importância de inovações tecnológicas, como construções sustentáveis e a digitalização dos processos de compra e venda. Enquanto essas inovações podem trazer vantagens competitivas e atrair novos segmentos de consumidores, há também a necessidade de se manter atento às tendências globais e mudanças nas preferências dos consumidores, que podem alterar rapidamente o cenário do mercado.

    Julia Vassalo Maia da Costa adverte que, apesar das oportunidades presentes, os investidores e as construtoras devem navegar com prudência neste mercado imobiliário brasileiro em constante mudança, ponderando cuidadosamente os riscos e benefícios.

    Ponto Crucial no Mercado Imobiliário Brasileiro em Fevereiro de 2017

    O mercado imobiliário brasileiro encontra-se em um momento crítico, revelado pelas análises de Julia Vassalo Maia da Costa. Este cenário é caracterizado não apenas por oportunidades emergentes, mas também por desafios notáveis. Embora a retomada das vendas e o interesse renovado no setor possam ser vistos como indicativos de uma confiança econômica em recuperação, esses sinais promissores são acompanhados por um cenário ainda repleto de incertezas.

    Os obstáculos permanecem proeminentes, sublinhando a necessidade de políticas habitacionais mais eficazes e de uma estratégia cuidadosa para lidar com as incertezas do mercado. A realidade é que, apesar de alguns avanços positivos, o setor imobiliário ainda enfrenta uma série de desafios estruturais e econômicos que podem impactar sua trajetória de recuperação.

    Neste contexto, o momento atual é marcado por um otimismo moderado. O setor imobiliário é, sem dúvida, um elemento chave na recuperação econômica do Brasil, mas é importante reconhecer que a jornada para uma recuperação sustentável está longe de ser linear e isenta de obstáculos. Julia Vassalo Maia da Costa enfatiza a importância de abordar este mercado com cautela, reconhecendo as potencialidades, mas também mantendo-se atento às variáveis e desafios que permanecem.

  • Advogado é multado por ajuizar ação trabalhista sem autorização do cliente

    Advogado que ajuíza ação trabalhista sem anuência de seu cliente viola os deveres apontados no artigo 77 do novo Código de Processo Civil, justificando a extinção do processo e a aplicação de multa por litigância de má-fé. Com este fundamento, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) manteve sentença que determinou a um advogado o pagamento de multa de 1% e indenização de 20% sobre o valor da causa, fixado por ele mesmo em R$ 35 mil na petição inicial.

    Segundo o juiz-substituto Thiago Boldt de Souza, da 4ª Vara do Trabalho de Novo Hamburgo, a inicial da ação trabalhista apresentou uma lista de pedidos genéricos, sem detalhes dos quantitativos pleiteados. Além disso, segundo o magistrado, é prática recorrente do profissional apresentar petições com os mesmos pedidos, mesmo no caso de empresas de ramos diferentes de atividades.

    Entretanto, o que fez o juiz extinguir o processo sem resolver o mérito e impor a multa e a indenização foi o depoimento do próprio trabalhador em audiência. Segundo ele, não havia a intenção de ajuizar processo contra a empresa naqueles termos. No relato, o reclamante afirma que foi procurado pelo escritório de advocacia após ser dispensado, sob a alegação de que ainda existiriam direitos a serem quitados. Ele contou que entregou alguns documentos ao escritório e combinou que aguardaria contato sobre valores a que teria direito e como seria ajuizada a ação. Mas foi surpreendido com a intimação para comparecer à audiência.

    Na sentença, o juiz observou que o trabalhador afirmou na audiência que cumpria jornada das 7h30 às 17h18 e que recebia horas extras, enquanto, a petição inicial apontava uma jornada de 12 horas. Segundo o julgador, é prática do advogado sempre estabelecer jornadas nunca inferiores a 12 horas em suas petições. Diante disso, ele determinou envio de ofício sobre o ocorrido à seccional gaúcha da Ordem dos Advogados do Brasil, ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público do Trabalho.

    As determinações foram mantidas na íntegra pela 2ª Turma do TRT-4. Segundo o relator do caso, juiz convocado Carlos Henrique Selbach, ‘‘diversamente do que alega o apelante, não se trata tão somente de ‘não comprovação sobre questões alegadas na peça inicial’. Trata-se, antes, de conduta irresponsável e temerária do procurador que, em última análise, vai contra os interesses do próprio cliente, autor da reclamação em questão’’, escreveu no voto.

    Contatado pela ConJur, o advogado preferiu não se manifestar sobre o assunto. Cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-4.

    Processo 0021169-46.2015.5.04.0304 (RO)

    Fonte: www.fetraconspar.org.br

  • Para investigar corrupção no São Paulo, MP-SP quebra sigilo bancário e fiscal de Cinira Maturana

    Para investigar corrupção no São Paulo, MP-SP quebra sigilo bancário e fiscal de Cinira Maturana

    O MP-SP, no âmbito da investigação de ilícitos que podem ter sido cometidos na gestão de Carlos Miguel Aidar, expulso do São Paulo Futebol Clube sob acusações graves de corrupção, teve pedido de quebra do sigilo bancário e fiscal da “namorada” do ex-mandatário Tricolor, Cinira Maturana, e também da empresa TML Foco Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda, aceitos pela Justiça.

    A investigação acredita que Aidar utilizava-se de ambos como “laranjas” para receber quantias indevidas.

    Em desespero, Cinira impetrou Mandado de Segurança, tentando impedir a consulta.

    Por decisão do desembargador Marcelo Gordo, o pedido foi indeferido, e a investigação prosseguirá.

    Maturana tentou também, por intermédio de terceiros, impedir a investigação por Habeas Corpus.

    O desejo também foi obstado, pelo mesmo magistrado.

    Confira abaixo trechos destacados do processo nº 2139045-29.2016.8.26.0000 (Mandado de Segurança), que relatam as manobras dos que pretendiam, em tese, esconder esconder negócios não apenas da Justiça, mas também do São Paulo:

    “Mandado de Segurança – Impetrante: Tml Foco Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda. – Me – Impetrante: Cinira Maturana da Silva – Impetrado: Ministério Público do Estado de São Paulo”

    “Trata-se de mandado de segurança impetrado pela TML Foco Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda. ME, representada por Cinira Maturana da Silva, contra ato do Exmo. Sr. Promotor de Justiça do Grupo Especial de Delitos Econômicos GEDEC, do Ministério Público de São Paulo, oficiante nos autos do PIC. n. 4/2016 (número MP 94.0694.0000012/2-16-5).”

    “Alvitra-se, em síntese, pleito liminar, a obstar (ou afastá-la caso já concretizada) solicitação formulada pelo Ministério Público local junto ao COAF, a fim de obter informações financeiras da empresa impetrante.”

    “Tal se dera, segundo a impetrante, no bojo de Procedimento Investigatório Criminal (PIC nº 4/2016), que tem por objeto a apuração de eventuais pagamentos de comissões indevidas a ex-presidente da agremiação São Paulo Futebol Clube, seja na negociação de determinado atleta, seja na implementação de contratos de fornecimento de material esportivo.”

    “(…) O que conduz ao indeferimento proposto é a ausência dos requisitos básicos para tanto. O ato impugnado, como dito de passagem ao tempo do indeferimento da liminar em habeas correlato, data de quase quatro meses (ainda que dele tenha a impetrante tomado conhecimento recentemente), quando o representante do Ministério Público, em meio a investigações conexas com a medida disposta, solicitou informações ao COAF, a fim de prospectar pagamentos indevidos (comissões na transação de jogadores e contratos de fornecimento de material esportivo) a ex-presidente de agremiação local.”

    “E não se pode dizer, em princípio, que a solicitação formulada fosse desconexa, desarrazoada, despropositada ou enfim, demasiada, ao fim almejado. Ela visa, ao que se dessume, sopesadas a obviedade e superficialidade que cercam o momento, das quais não se afasta a risco de prematuração do mérito, desbaratar o uso ilícito de instrumentos bancários para acobertar faltas de ordem penal.”

    “Fica, assim, indeferida a liminar. Requisitem-se informações à digna autoridade impetrada, que haverá de se pronunciar, inclusive, acerca da efetivação do ato focado pela impetrante, como sobre a disponibilização e acesso da parte aos termos do procedimento de onde emerge a solicitação contestada. Os demais pedidos alternativos serão confrontados com a decisão de mérito do presente. Processe-se, ademais, como de praxe. Intimem-se. São Paulo, 13 de julho de 2016. MARCELO GORDO Relator – Magistrado(a) Marcelo Gordo – Advs: Danyelle da Silva Galvão (OAB: 40508/PR) – Renato Sciullo Faria (OAB: 182602/SP) – Vinicius da Silva Santos (OAB: 370839/SP) – – 10º Andar”

    TRECHOS DO HABEAS CORPUS 0036409-19.2016.8.26.0000

    “Nº 0036409-19.2016.8.26.0000 – Processo Físico – Habeas Corpus – São Paulo – Paciente: Cinira Maturana da Silva – Impetrante: Danyelle da Silva Galvão – Impetrante: Renato Sciullo Faria – Impetrante: Vinicius da Silva Santos – Impetrante: Ricardo Fonseca Chiarello – Impetrado: Ministério Público do Estado de São Paulo”

    “Os impetrantes Daneyelle da Silva Galvão e outros, alvitram pleito liminar em Habeas Corpus, em favor de Cinira Maturana da Silva, a obstar solicitação formulada pelo Ministério Público local junto ao COAF, a fim de obter informações financeiras da empresa TML Foco Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda. ME.”

    “Tal se dera, segundo os impetrantes, no bojo de Procedimento Investigatório Criminal (PIC nº 4/2016), que tem por objeto a apuração de eventuais pagamentos de comissões indevidas a ex-presidente da agremiação São Paulo Futebol Clube, seja na negociação de determinado atleta, seja na implementação de contratos de fornecimento de material esportivo.”

    “Questiona-se, basicamente, ofensa à reserva de jurisdição, porquanto operada a solicitação sem qualquer manifestação judicial a prestigiá-la, assim como infundada e desproporcional ao fim almejado. Requer a sustação da medida em foco, ou o aparte de eventual resposta a ela, até o julgamento da presente.”

    “Dito isso, é de se indeferir a liminar perseguida. Como sabido, somente a ilegalidade manifesta ensejaria concessão tal, algo que não se prospecta na hipótese. O próprio cabimento do writ, nos termos em que proposto, haveria de ser melhor equacionado ao cabo do processamento, quando também se avaliará a legitimidade de quem o leva a efeito. Isso já bastaria à recusa do pleito antecipatório.””

    “Fica, assim, indeferida a liminar. Requisitem-se informações à digna autoridade coatora e, após, dê-se vista à Procuradoria Geral de Justiça. Intimem-se. São Paulo, 13 de julho de 2016. MARCELO GORDO Relator – Magistrado(a) Marcelo Gordo – Advs: Danyelle da Silva Galvão (OAB: 340931/SP) – Renato Sciullo Faria (OAB: 182602/SP) – Vinicius da Silva Santos (OAB: 370839/SP) – 8º Andar”