Categoria: Negócio

  • OP Publicidade cresce e chega forte no mercado político em 2021

    OP Publicidade cresce e chega forte no mercado político em 2021

    A OP Publicidade chega forte dentro do mercado político em 2021 e acaba de fechar um novo projeto de parceria com a Câmara Municipal de Garanhuns para exercer a comunicação da Casa. O projeto deve ser posto em prática após autorização do Presidente da câmara, o vereador Johny Albino, tendo previsão de início no dia 5 de fevereiro.

    Criada em Recife, conta com uma filial em Garanhuns, Para pegar todo Agreste Meridional. Através do CNPJ 33.055.300/0001-27-33055300000127 da Agência Ouro Preto Publicidade, que tem como proprietário o empresário Robson Ouro Preto, haverá uma agência de comunicação para organizar os trabalhos de assessoria, com uma jornalista responsável.

    “Nada melhor de começar esse projeto com uma Câmara de uma das principais cidades de Pernambuco. Garanhuns é destaque no interior do Estado”, lembra Robson Ouro Preto, sócio da empresa, com formação em comunicação.

    A Ouro Preto Publicidade possui diversas atividades de coleta, síntese e difusão de materiais para os meios de comunicação. Essas atribuições são divididas nas:

    • Agências de Notícias
    • Consultoria em publicidade
    • Impressão de material para uso publicitário
    • Produção de filmes para publicidade
    • Agências de publicidade
    • Marketing direto

    Super atendimento

    Para Robson, sócio-fundador da Ouro Preto Assessoria, o que tem diferenciado a presença da agência no mercado é a oferta de um trabalho bastante personalizado com seus clientes.

    “Nossa equipe conta com jornalistas jovens, mas extremamente competentes. São pessoas formadas que tem a vontade de colocar em prática todo o aprendizado adquirido com muita responsabilidade e rapidez”, disse Robson.

     
  • Alan Cimerman negocia com empresas brasileiras para a privatização do Jalapão no Tocantins

    Alan Cimerman negocia com empresas brasileiras para a privatização do Jalapão no Tocantins

    Empresario Alan Cimerman

    Um dos maiores empresários do Brasil, Alan Cimerman negocia com empresas e outros empresários pela privatização do Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins.

    O Jalapão é conhecido pelas cachoeiras, fervedouros e pelas dunas de areia formadas pela erosão de rochas. O local foi cenário da novela ‘O Outro Lado do Paraíso’, da Rede Globo, entre 2017 e 2018 e desde então o número de visitantes vem batendo recordes seguidamente.

    Rodovias

    Em junho, um pacote bilionário de privatizações, planejado pelo Governo do Tocantins, durante uma reunião com o secretário da Fazenda e Planejamento, Sandro Henrique Armando envolve a privatização de nove rodovias estaduais, Parque Estadual do Jalapão, Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), terminais rodoviários, hospital infantil e de uma unidade prisional. O governo também planeja vender sua participação na concessionária de energia, a Energisa.

    A meta inicial do governo é arrecadar R$ 9 bilhões. A concessão mais avançada é a de nove rodovias estaduais que, juntas, podem atrair R$ 5 bilhões em obras.

  • Magazine Luiza (MGLU3) compra fintech de pagamentos por R$290 mi

    Magazine Luiza (MGLU3) compra fintech de pagamentos por R$290 mi

    • A rede de varejo afirmou que os clientes de sua plataforma passarão a ter um cartão pré-pago que refletirá o saldo da conta digital, permitindo também transações no mundo físico

    O Magazine Luiza (MGLU3)+2,12% anunciou nesta segunda-feira a compra da fintech de pagamentos Hub Prepaid por 290 milhões de reais, ampliando oferta de produtos financeiros para os clientes de sua plataforma.

    A Magalu afirmou que a Hub desenvolveu toda a estrutura bancária para oferta de produtos financeiros via conta digital e que possui 4 milhões de contas deste tipo, além de cartões pré-pagos, ativos que movimentaram 6,6 bilhões de reais nos últimos 12 meses. Esse fluxo de transações gerou receita bruta não auditada de 159 milhões de reais.

    A rede de varejo afirmou que os clientes de sua plataforma passarão a ter um cartão pré-pago que refletirá o saldo da conta digital, permitindo também transações no mundo físico.

    A Hub começou a operar em 2021 e é regulada pelo Banco Central como instituição de pagamentos, além de ser integrada ao PIX, sistema de transferências e pagamentos instantâneos lançado recentemente pelo BC.

  • PIX começa a funcionar nesta segunda-feira; saiba tudo sobre a nova modalidade de pagamentos

    PIX começa a funcionar nesta segunda-feira; saiba tudo sobre a nova modalidade de pagamentos

    O PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, estreia nesta segunda-feira (16), com mais de 30 milhões de pessoas cadastradas e mais de 71 milhões de chaves PIX registradas. A tecnologia desenvolvida pelo Banco Central já está disponível para clientes de 734 bancos, corretoras e instituições financeiras que operam no país.

    O principal objetivo do sistema é aumentar a digitalização das transações financeiras no Brasil. Segundo o BC, a adesão também ajudará a aumentar a competição no mercado financeiro e reduzir o uso de papel moeda.

    A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. Mas também servirá para efetuar compras on e offline. Por ser instantâneo, as trocas devem ocorrer em até 10 segundos.

    Como o PIX funciona na prática

    PIX: veja exemplos de como o novo sistema de pagamentos irá funcionar na vida prática

    PIX: veja exemplos de como o novo sistema de pagamentos irá funcionar na vida práticahttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

    O efeito mais imediato do PIX é em relação às transferências bancárias. Além de serem facilitadas, pela praticidade de trocar dinheiro apenas com a chave do recebedor em mãos, a velocidade e gratuidade da transação são diferenciais.

    DOCs e TEDs só podem ser realizadas em horário comercial, em dias de semana. Podem demorar até o dia útil seguinte para serem concluídas. Já o PIX está disponível a qualquer momento e termina a operação em até 10 segundos.

    Mais adiante, será mais comum pagar por compras com o novo sistema. Depois de um período de adaptação, lojistas devem adotar o recurso também pela questão de velocidade da transação, mas em especial pela redução de custos no negócio. As taxas cobradas de pessoas jurídicas pelo uso do PIX serão menores do que operações com cartões de débito e crédito tradicionais.

    De acordo com Breno Lobo, chefe da divisão no departamento de competição do BC, quase 70% das transações financeiras são realizadas com dinheiro vivo no Brasil. Em um horizonte de 10 anos de funcionamento do PIX, a expectativa é que esse número diminua em 10 pontos percentuais.

    O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta segunda que o PIX terá novas funcionalidades pela frente, como cashback e pagamentos programados.

    PIX: os cuidados com a segurança do novo sistema de pagamento instantâneo criado pelo BC

    PIX: os cuidados com a segurança do novo sistema de pagamento instantâneo criado pelo BC

    Quem pode usar o PIX

    Todas as pessoas e empresas que tiverem contas contas correntes em instituições financeiras do país.

    De acordo com o Banco Central, 734 instituições terão o PIX disponível para toda a base de clientes a partir desta segunda-feira (veja aqui a lista de participantes).

    Outras 19 não realizaram todos os testes durante o período de operação restrita e, portanto, retornaram à etapa de homologação, não ofertando o PIX nesse momento.

    “Até 15/11 já haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix e realizadas mais de 1 milhão e 900 mil transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de R$ 780 milhões”, informou o BC.

    Para as pessoas físicas, antes de usar o serviço é preciso cadastrar uma Chave PIX – uma ‘identificação’ no sistema.

    Usando o PIX

    O usuário poderá fazer um PIX quando for fazer uma transferência ou pagamento. Só é possível fazer um PIX para outro usuário do sistema.

    O uso poderá ser feito das seguintes formas:

    • Pela “chave de endereçamento” – e-mail, números de CPF ou CNPJ, número de celular ou código de números e letras aleatório chamado EVP;
    • Por um link gerado pelo celular ou;
    • Por leitura de QR Code.

    O pagador poderá fazer a operação inserindo a chave do recebedor, usando um link gerado pelo celular ou fazendo a leitura de QR Code. No comércio, por exemplo, o vendedor poderá gerar um QR Code, que o comprador vai ‘ler’ e pagar diretamente.

    Por enquanto, os pagamentos dependem de internet para serem realizados. Está prevista para 2021 uma forma de pagamento offline. Futuramente também será implementado também o “saque PIX”, em que o recebedor poderá fazer saques em redes varejistas.

    Segurança

    Como a tecnologia é instantânea, o Banco Central afirma que o PIX requer segurança redobrada para não ser suscetível a fraudes.

    Além de contar com o sistema de segurança da própria entidade, em setembro o Banco Central revisou uma regra sobre restituição de valores transferidos por suspeita de fraude. Se houver algum comprovação de crime, será possível fazer reembolso sem autorização da pessoa que recebeu o depósito.

    O lançamento do sistema, no entanto, foi usado por golpistas para roubar dados de clientes. Com o início do cadastramento das chaves, ainda em outubro, os golpistas aproveitaram que bancos e financeiras sugerem que os clientes registrem-se no serviço, para ter acesso às contas das vítimas.

    Criminosos já tentam aproveitar interesse da população pelo PIX para aplicar golpes

    Criminosos já tentam aproveitar interesse da população pelo PIX para aplicar golpes

    Fase de testes

    No dia 3, o Banco Central iniciou uma fase de testes para captar possíveis falhas antes da estreia do novo sistema. Não foram encontradas vulnerabilidades graves e a expectativa é que a inauguração ocorra sem percalços.

    No período, as instituições financeiras habilitadas puderam dar acesso ao PIX a até 5% dos clientes cadastrados. Ao longo de quase duas semanas, até a última sexta-feira, foram realizadas mais de 820 mil transações, que movimentaram R$ 320 milhões.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

    O BC não descarta que alguma intercorrência possa acontecer nesta segunda-feira. Durante os testes, foram identificados alguns problemas de conexão entre o sistema do BC e das instituições financeiras — nada que inviabilize a utilização do PIX, segundo a instituição.

  • Investigação apura fraude de R$ 60 milhões na venda de imóveis do IRB

    O IRB Brasil Re anunciou nesta sexta-feira, 26, que concluiu uma investigação interna que identificou supostas fraudes praticadas por sua antiga diretoria, que caiu em março, após o ressegurador mergulhar na maior crise de credibilidade de sua história.

    Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CMV), a empresa informou que ex-executivos se apropriaram de cerca de R$ 60 milhões em forma de bônus pela venda de imóveis, além de terem recomprado um lote de ações, avaliado em R$ 100 milhões, acima do limite autorizado pelo seu Conselho de Administração, exatamente na época da polêmica carta da gestora Squadra.

    O IRB também identificou os responsáveis pela divulgação da informação falsa de que a Berkshire Hathaway fazia parte do seu quadro acionário, o que foi o estopim da crise da companhia, segundo uma outra investigação aberta em março, conduzida pela KPMG e pelo escritório de advocacia Felsberg.

    As duas apurações foram enviadas à CVM, à Superintendência de Seguros Privados (Susep) e ao Ministério Público Federal (MPF). Os procuradores abrirão inquérito, que deve correr em sigilo. O MPF poderá abrir denúncia à Justiça por gestão fraudulenta contra os antigos executivos.

    O IRB informou que vai seguir colaborando com as investigações e tomará as providências legais a fim de ser ressarcido dos prejuízos cometidos pelos indivíduos envolvidos.

    Demonstrações financeiras inconsistentes

    O inferno astral do IRB começou no início do ano, quando a gestora de investimentos Squadra apontou inconsistências nas demonstrações financeiras da empresa. Questionada, a antiga diretoria defendeu sua gestão até que veio à tona a notícia de que o bilionário Warren Buffett negara sua participação acionária na companhia.

    Em março, o CEO, José Carlos Cardoso, e o CFO, Fernando Passos, renunciaram aos seus mandatos. Mais recentemente, outros executivos deixaram IRB Brasil. Desde o início do ano, a ação da empresa de resseguros registra desvalorização de 70%.

    Nas investigações, o IRB não menciona alterações sobre seu balanço. As demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2020 deverão ser entregues na próxima terça-feira, 30, segundo o calendário entregue pela empresa à CVM, após dois adiamentos.

    O balanço de 2019, ainda sob a gestão da diretoria anterior, foi aprovado no início do ano pelo Conselho de Administração, que também passou por mudanças, com a saída da maioria dos conselheiros.

    O balanço do primeiro trimestre deverá trazer mudanças em relação aos itens apontados como recorrentes e não-recorrentes, que são extraordinários e não fazem parte do dia a dia do negócio – esses pontos estavam entre os questionamentos da Squadra.

    Na investigação interna sobre as fraudes, a atual gestão do IRB encontrou indícios de gestão fraudulenta praticada no exercício de 2019. De acordo com o IRB, houve a distribuição ilegal de cerca de R$ 60 milhões a título de bônus a ex-executivos. Tais operações teriam sido feitas pela venda de dois imóveis pela subsidiária IRB Investimentos e Participações Imobiliárias (IRBPar), de forma a evitar o conhecimento do Conselho de Administração, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

    Quando a crise deflagrada pela Squadra já afetava o preço da ação do IRB na Bolsa de Valores, a antiga diretoria, sempre segundo a investigação feita pela atual gestão, teria recomprado, entre fevereiro e março deste ano, 2.850.000 ações – mais de R$ 100 milhões, pela cotação média de fevereiro – em quantidade acima da autorizada pelo Conselho de Administração.

    Essa recompra, segundo o Estadão/Broadcast apurou, deu prejuízo ao IRB, mas tinha o objetivo de sustentar o valor do papel na Bolsa, uma vez que os bônus pagos aos executivos eram associados à manutenção do preço da ação em determinado patamar. De acordo com a regra antiga que remuneração, que foi extinta exatamente após a crise deflagrada por esses executivos, a meta do bônus da diretoria era dobrar o valor de mercado da companhia em três anos, até maio de 2021.

    Após a queda da diretoria, o economista Antonio Cássio do Santos, conhecido da área de seguros e ex-presidente seguradora italiana Generali, assumiu a presidência do Conselho de Administração e acumula, desde então, a presidência executiva, com a missão de resgatar a companhia.

    Nos últimos meses, além da investigação, o trabalho tem sido fazer um pente fino no ressegurador, que envolveu alterações no estatuto social para melhoria da governança, aumento de diretores estatutários e mudança no Conselho de Administração, trazendo nomes de peso, como a de ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Ellen Gracie.

    Além disso, a investigação da KPMG e da Felsberg concluiu que houve a divulgação de informação falsa sobre a Berkshire. A alegação, de que a empresa de Warren Buffet teria sido ou era acionista do IRB, partiu do ex-CFO da companhia, Fernando Passos. Ele foi o mentor do vazamento. A reportagem tentou contato nesta sexta-feira com Passos, mas não teve retorno imediato. Em março, ele negou, em nota enviada ao Estadão/Broadcast, que “teria produzido ou divulgado” tal informação.