Autor: São Paulo em Foco

  • Corrida é mais benéfica contra o câncer do que se imagina

    Um estudo feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia, revelou novos impactos positivos da atividade física para a saúde do corpo. A análise, divulgada pela revista científica eLife, demonstrou a relação entre a corrida e a prevenção do câncer.

    Para a realização da pesquisa, foram injetadas células cancerígenas em ratos. Os cientistas observaram que, nos roedores que foram postos para correr, os tumores não se desenvolveram – diferente do que ocorreu nos animais que se mantiveram sedentários.

    A explicação para o acontecimento está no funcionamento dos glóbulos brancos que se alteram com a prática do esporte, fortalecendo as células do sistema imunológico, chamadas de T CD8 +, que são capazes de combater alguns dos tipos mais recorrentes de tumor, como o câncer de mama.

    Apesar dos resultados positivos, os pesquisadores suecos ainda não podem afirmar que o mesmo efeito ocorre no organismo humano. Entretanto, outros estudos já alegaram que a prática de atividades físicas ajuda a prevenir o surgimento de tumores. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos em 2016, por exemplo, alegou que correr é capaz de reduzir o aparecimento de 13 tipos de câncer em adultos.

    Benefícios da corrida

    Há quem acredite que a corrida é o mais democrático dos esportes por causa de sua praticidade: no geral, com um tênis e uma roupa confortável, já é possível arriscar os primeiros passos. Além de ser simples de se iniciar, a modalidade ainda oferece uma série de vantagens para seus praticantes, tanto para a saúde física quanto a mental.

    • Aumenta a capacidade cardiovascular
    • Diminui os níveis de colesterol
    • Emagrece
    • Aumenta a força nos membros inferiores
    • Melhora a capacidade cognitiva
    • Eleva a disposição física
    • Reduz os sintoma de depressão e ansiedade
    • Melhora a circulação sanguínea
    • Melhora o humor
     
  • Duque aposta suas fichas políticas na legalização de venezuelanos

    Duque aposta suas fichas políticas na legalização de venezuelanos

    A ambiciosa meta de legalizar quase dois milhões de venezuelanos que fugiram da crise ou da perseguição política para a Colômbia catapultou o presidente Iván Duque a uma posição de ponta no continente, incensado agora pela comunidade internacional. Conforme o estatuto de proteção temporária anunciado pelo governo colombiano, imigrantes que chegaram ao país antes de janeiro deste ano serão regularizados por dez anos.

    Festejado com seu gesto pela ONU e pela União Europeia, o conservador Duque se mostra também alinhado com o novo governo dos EUA: o presidente Joe Biden apresentou um projeto que abre caminho para a legalização de 11 milhões de imigrantes sem documento que vivem no país, a maioria proveniente da América Latina.

    Nos últimos anos, a Colômbia recebeu a terça parte dos quase seis milhões de refugiados venezuelanos. De acordo com o diretor de Migração, Juan Francisco Espinosa, cerca de um milhão estão em situação irregular e 400 mil são crianças em idade escolar. “As pessoas deixaram a Venezuela porque não têm como sobreviver.”

    Eleito em 2018, sob a bênção do ex-presidente e mentor político Álvaro Uribe, Duque é impopular e crítico do acordo de paz selado entre seu antecessor, Juan Manuel Santos, e representantes das Farc. Sob seu governo, a implementação tornou-se vulnerável a frequentes objeções e revisões.

    O presidente colombiano faz da oposição ferrenha ao regime venezuelano comandado por Nicolás Maduro, que qualifica com todas as letras como “narcoditadura”, uma das principais bandeiras de seu governo. A estratégia para regularizar os exilados, portanto, é engenhosa. Ao decidir criar um estatuto que protege e beneficia pelo menos 1,7 milhão de imigrantes oriundos do país vizinho, ele angaria a simpatia no exterior e se cacifa para a liderança no continente.

    Além de demonstrar solidariedade aos refugiados, o presidente colombiano, que chegou a ser comparado à chanceler alemã Angela Merkel por seu gesto, cala os opositores, pelo menos por um tempo. E desvia o debate político acirrado pelo assassinato de lideranças sociais e de ex-guerrilheiros e também pelo atraso no programa de vacinação contra a Covid-19.

    Como o presidente explicou no anúncio de seu projeto na Casa Nariño, cercado de representantes de organismos internacionais, a ideia é transformar o processo de legalização de venezuelanos “num marco na política da migração da Colômbia e também da América Latina”. Duque busca imprimir uma marca a seu governo — a do acolhimento — à altura do acordo de paz que deu a seu antecessor o Nobel da Paz.

     
  • Cubanos são resgatados de ilha deserta nas Bahamas depois de mais de 1 mês naufragados

    Cubanos são resgatados de ilha deserta nas Bahamas depois de mais de 1 mês naufragados

    A guarda-costeira dos Estados Unidos resgatou, na terça-feira (9), três cubanos que ficaram naufragados por 33 dias no Cayo de Anguilla, uma pequena ilha deserta nas Bahamas.

    Dois homens e uma mulher sobreviveram por mais de um mês em um abrigo improvisado com lonas, e se alimentando principalmente de coco verde, que era coletado na ilha.

    Eles foram avistados pedindo ajuda na segunda-feira (8) por uma patrulha de rotina, disseram as autoridades americanas em um comunicado.

    Os agentes arremessaram água, comida e um rádio para a comunicação com os náufragos, mas o resgate mesmo, só aconteceu no dia seguinte, por conta das más condições do tempo.

    A embarcação em que eles estavam foi afundada por conta do mar revolto, e os três precisaram nadar até a ilha deserta.

    Eles foram encaminhados para um hospital da Flórida, e não apresentavam ferimentos graves.

     

  • Merkel: lockdown não vai durar ‘nem um dia a mais do que o necessário’

    Merkel: lockdown não vai durar ‘nem um dia a mais do que o necessário’

    A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, pediu paciência aos alemães, nesta quinta-feira (11) e garantiu que seu governo não irá estender o confinamento nacional – imposto para conter o avanço de novas variantes do coronavírus – para além do necessário.

    “Como democracia, temos a tarefa de não manter as restrições em vigor nem um dia a mais do que o necessário”, disse Merkel em um pronunciamento no Parlamento em Berlim.

    Merkel justificou a prorrogação do lockdown para o dia 7 de março, anunciada na quarta-feira (10), e disse que a renovação das restrições é necessária para se evitar a chegada de uma nova onda da pandemia de Covid-19.

    Essa foi a terceira vez seguida que o país mudou a data final do confinamento.

    Com a prorrogação do confinamento, permanecem fechados:

    • Bares
    • Restaurantes
    • Hotéis
    • Academias de ginástica
    • Cinemas
    • Teatros
    • Comércio não essencial

    Segundo o plano de reabertura defendido por Merkel, é preciso que o número semanal de infecções caia para 35 a cada 100 mil habitantes para que se avalie a volta das atividades.

    Atualmente, essa taxa está em 68 infectados a cada 100 mil habitantes, número bastante inferior aos 200 por 100 mil registrados no fim de dezembro do ano passado.

    O governo anunciou também que a prioridade da reabertura estará nas creches e escolas, que poderão voltar a funcionar antes mesmo do prazo determinado.

    Salões de beleza também poderão ser reabertos antes deste prazo. A previsão do governo, é que esse tipo de estabelecimento possa voltar a funcionar em 1º de março.

    No fim de janeiro, a Alemanha proibiu entrada de viajantes com origem no Brasil para tentar conter a nova variante do coronavírus.

    A medida também foi aplicada a pessoas que estiveram recentemente na África do Sul, em Portugal, Reino Unido e Irlanda e, inicialmente, será válida até 17 de fevereiro.

    A Alemanha está sob intenso confinamento desde novembro, com uma segunda onda do coronavírus muito pior e mais longa do que a primeira.

    O número de casos registrados da doença passa dos 2,3 milhões no país, e as mortes por Covid-19 já são mais de 63,2 mil.

     

  • Fabricante diz não haver evidência de que ivermectina funcione contra Covid-19

    Fabricante diz não haver evidência de que ivermectina funcione contra Covid-19

    A farmacêutica Merck Sharp & Dohme (MSD), responsável pela fabricação da ivermectina, afirmou que não existem evidências sobre a eficácia do medicamento contra a Covid-19. A informação foi divulgada em um comunicado oficial, na quinta-feira (4). 

    Segundo a empresa, cientistas continuam a examinar as descobertas de todos os estudos disponíveis e emergentes sobre o efeito da remédio contra a doença causada pelo coronavírus, mas, até o momento, não há nenhuma base científica que aponte efeitos positivos em pacientes. 

     A ivermectina é um vermífugo usado para promover a eliminação pelo corpo de vários parasitas. É um medicamente aprovado para o tratamento oncocercose, elefantíase, pediculose, ascaridíase e escabiose. 

    Veja, abaixo, o trecho do comunicado da MSD referente à relação entre o vermífugo e tratamentos contra a Covid-19:

    A Merck (NYSE: MRK), conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e Canadá, afirma hoje sua posição em relação ao uso de ivermectina durante a pandemia de Covid-19. Os cientistas da empresa continuam a examinar cuidadosamente as descobertas de todos os estudos disponíveis e emergentes de ivermectina para o tratamento de Covid-19 para evidências de eficácia e segurança. É importante observar que, até o momento, nossa análise identificou:

    – Nenhuma base científica para um efeito terapêutico potencial contra Covid-19 de estudos pré-clínicos;

    – Nenhuma evidência significativa para atividade clínica ou eficácia clínica em pacientes com doença Covid-19, e;

    – A preocupante falta de dados de segurança na maioria dos estudos.

    Não acreditamos que os dados disponíveis suportem a segurança e eficácia da ivermectina além das doses e populações indicadas nas informações de prescrição aprovadas pela agência reguladora.

  • Cotidiano Referência no Brasil, Grupo Cash regulariza nome em até 30 dias

    Cotidiano Referência no Brasil, Grupo Cash regulariza nome em até 30 dias

    O Grupo Cash é referência no setor de créditos no Brasil e tem todos os métodos para aumento do Score para quem está negativo ou com o Score baixo. A pontuação pode variar de 0 a 1.000 pontos.

    Seguindo sempre as questões legais de acordo com o CDC (Codigo de Defesa do Consumidor) o grupo reabilita o crédito para pessoa física (CPF) e jurídica (CNPJ) de todas as instituições de proteção e análise de crédito, de forma rápida, eficiente e com qualidade.

    A regularização do nome antes de pagar suas dívidas ou antes de fazer qualquer acordo.

    O Presidente do Banco Líder e Diretor Executivo do Grupo Cash, Fernando Alex informou que uma das grandes razões do grupo é ajudar seus clientes a conquistar sonhos.

    Lei nº 4.595, de 31 de Dezembro de 1964, ( Dispõe sobre a política e as instituições monetárias, bancárias, creditícias, cria o conselho monetário nacional e dá outras providências )

    Lei Complementar nº 105, de 10 de Janeiro de 2001. ( Dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras e dá outras providências), saber: Art. 1 – As instituições financeiras conservarão sigilo em suas operações ativas e passivas e serviços prestados

    Lei nº 8.078, de 11 de Setembro de 1990. ( Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências )

    Art. 42 – Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.

    Constituição Federal do Brasil de 1988, Art. 5º: São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

    Seguindo sempre as questões legais de acordo com o CDC (Codigo de Defesa do Consumidor) o grupo reabilita o crédito para pessoa física (CPF) e jurídica (CNPJ) de todas as instituições de proteção e análise de crédito, de forma rápida, eficiente e com qualidade.

    Com vasta experiência na prestação de serviço em regularização de CPF/CNPJ,  Remoção de Restrição nas instituições de proteção e analise de crédito,  Aumento de Score (Serasa) e Recuperação de Crédito.

  • O corpo é tudo: cuide dele!

    O corpo é tudo: cuide dele!

    Saiba alguns cuidados simples para evitar o envelhecimento precoce da pele

  • Após noite de caos, Lucas faz as malas e ameaça deixar a casa do BBB21

    Após noite de caos, Lucas faz as malas e ameaça deixar a casa do BBB21

    A madrugada de sábado (30/1) está fervendo no BBB21. O participante Lucas Penteado está muito nervoso e, em meio a um “surto”, o ator fez as malas e pediu para deixar a casa.

  • Instagram deve excluir perfil criado para proferir ofensas

    Instagram deve excluir perfil criado para proferir ofensas

    A autora alegou ter sido vítima de ofensas e conteúdo inverídico, em perfil criado unicamente para ofendê-la e divulgar falácias sobre sua vida pessoal.

    O juiz de Direito Flavio Fernando Almeida Da Fonseca, do 7° JEC de Brasília/DF, acatou pedido de mulher que foi alvo de ofensas e acusações falsas no Instagram e determinou a remoção da conta do usuário, em 15 dias, sob pena de multa diária de R$ 200.

    A autora alegou ter sido vítima de ofensas e conteúdo inverídico na rede social, em perfil criado unicamente para ofendê-la e divulgar falácias sobre sua vida pessoal. Afirmou que, ao tomar conhecimento do perfil falso, denunciou à empresa ré as violações.

    No entanto, segundo ela, a conta referida não foi bloqueada e nem excluída, de modo que a vítima apresentou pedido à Justiça para exclusão definitiva do perfil, bem como indenização por danos morais.

    Devidamente citada, a parte ré afirmou que os fatos narrados não ocorreram por culpa ou responsabilidade da rede social. Ressaltou que a usuário é responsável pelo perfil e detém total controle e responsabilidade por ele. Solicitou a improcedência dos pedidos.

    O magistrado, embasado na lei 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet, frisou que o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente.

    Desse modo, explicou que “a notificação para ocultar o conteúdo ofensivo ou fraudulento deve ser apenas judicial, e não de forma diversa, de modo que a atitude seja entendida como cerceamento da liberdade de expressão”.

    O juiz comprovou que o perfil referido nos autos foi utilizado para disseminar conteúdo ofensivo e difamatório em relação à parte autora. Desse modo, deu procedência ao pedido para remoção da conta de usuário, bem como de todas as postagens e comentários decorrentes, no prazo de 15 dias, sob pena de multa diária de R$ 200. O pedido de indenização por danos morais foi negado.

  • Gabarito do Enem foi mudado porque tinha um erro, não por questão de racismo, diz presidente do Inep

    Gabarito do Enem foi mudado porque tinha um erro, não por questão de racismo, diz presidente do Inep

    O presidente do Inep, que organiza o Enem, disse ao G1 que a resposta do gabarito a uma pergunta que cita o livro “Americanah”, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichi, foi alterada porque tinha um erro, não por haver “questão de racismo”.

    “Não comentamos as questões. O que houve foi uma remissão errada. O gabarito não foi mudado por questão de racismo. O que houve foi a correção do gabarito”, disse Alexandre Lopes.

    A pergunta em discussão fez parte da prova de inglês. No trecho que ilustra a pergunta do Enem, duas mulheres negras conversam em um salão de cabeleireiro. A profissional, Aisha, recomenda que a cliente, Ifemelu, alise os fios para “ficar mais fácil de penteá-los”. A jovem não aprova a ideia: diz que gosta do seu cabelo natural, “como Deus o fez”.

    Em seguida, há o trecho, em tradução para o português: “Não é difícil pentear se você hidratar corretamente “, disse ela [Ifelemu], assumindo o tom persuasivo que ela usava sempre que tentava convencer outras mulheres negras sobre os méritos de usar seu cabelo natural”.

    Na primeira divulgação, a alternativa do gabarito oficial do Enem apontava letra “d” como certa: “demonstram uma postura de imaturidade”. Depois do questionamento do G1, o gabarito foi corrigido para “c”. O Inep disse que foi encontrada “uma inconsistência no material”.

    “A autarquia verificou que uma modificação feita no gabarito após o retorno das provas para o Inep não foi salva no banco de dados. Em função disso, a área técnica providenciou uma revisão no material e o instituto já disponibilizou as versões corrigidas no seu portal”, afirma a nota divulgada.

    Tatiane Ribeiro, coordenadora nacional da rede de cursinhos populares Emancipa, diz que manter o cabelo natural representa, sim, um ato de resistência contra um padrão da sociedade.

    “Eu passei pela transição capilar [processo de reassumir o cabelo natural], depois de fazer alisamento por muitos anos. Muitas pessoas disseram que eu perderia oportunidades de emprego por causa do meu cabelo. E sei que isso aconteceu”, conta.

    Sonia Guimarães, primeira mulher negra a se tornar doutora em física no Brasil e a ser professora no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), acredita que há um retrocesso.

    “O racismo forçou as mulheres – inclusive as negras – a acreditarem que o cabelo crespo é feio. Isso não é questão de imaturidade. O Inep deveria pedir desculpas”, diz.

    ‘Não quero restringir a opinião’

    O presidente do Inep reafirmou que “a primeira opção apresentada como alternativa estava errada. Não posso fazer comentários sobre um gabarito que estava errado”.

    “Tanto que a questão não foi anulada, houve uma mudança de gabarito. Isso não é decisão do presidente, do diretor, é de uma equipe técnica”, diz.

    Lopes declarou que não quer “restringir a opinião de ninguém”. “Houve um erro na divulgação do gabarito e foi corrigido. Uma vez corrigido está aberto à sociedade para discutir a questão e todos podem ter suas opiniões.”

    Outra questão foi alterada

    Além da pergunta sobre o trecho do livro “Americanah”, o gabarito oficial do Enem 2020 também foi alterado porque a resposta de outra pergunta afirmava que o Google associava nomes de pessoas negras a fichas criminais por causa da “linguagem”, não do “preconceito”.

    A questão dizia “o texto permite o desnudamento da sociedade ao relacionar as tecnologias de informação e comunicação com o(a)…”. A resposta, segundo o gabarito extraoficial do G1, é: “preconceito”. O Inep, inicialmente, havia indicado que a resposta certa seria “linguagem”. Depois, fez a correção.

    “Isso tem nome: racismo. A questão tinha mesmo de ser cancelada. É o primeiro passo para se retratar diante da comunidade negra”, diz a candidata Marcela Peixoto, de 18 anos.