Categoria: Eventos

  • Evento em Araras marca adesão da concessionária Arteris ao movimento ‘Afaste-se’

    Evento em Araras marca adesão da concessionária Arteris ao movimento ‘Afaste-se’

    Iniciativa tem como proposta mudar o comportamento dos motoristas ao avistarem uma viatura em atendimento nas estradas.

    Um evento em Araras (SP) nesta quarta-feira (7) marca a adesão da concessionária Arteris ao movimento ‘Afaste-se’, organizado pela CCR Rodovias.

    O evento ocorre a partir das 15h na Base Operacional da Arteris Intervias, que fica no km 163 da Rodovia Anhanguera (SP-330).

    O movimento ‘Afaste-se’ foi inspirado na campanha ‘Mover Over – Slow Down’, dos Estados Unidos. O propósito é conscientizar os motoristas a mudarem de faixa ou diminuir a velocidade quando virem uma viatura em atendimento, para proteger os profissionais que atuam nas ocorrências nas rodovias.

    As concessionárias Arteris atendem cerca de 1,8 mil ocorrências em apenas um dia. Por isso, os motoristas também devem ficar atentos à sinalização do giroflex das viaturas de inspeção, que são posicionadas de forma que sirvam para proteger o trecho atendido.

     

  • Palco estreante no João Rock, Aquarela tem mulheres como estrelas e vai prezar pela diversidade

    Palco estreante no João Rock, Aquarela tem mulheres como estrelas e vai prezar pela diversidade

    Na edição de 2023, quando festival completa 20 anos, espaço recebe nomes como Ana Carolina, Manu Gavassi e Marina Sena. João Rock é no dia 3 de junho.

    Estreante no João Rock, o palco Aquarela promete roubar a cena do festival em Ribeirão Preto (SP) este ano. O espaço vai dividir as atenções de, pelo menos, 70 mil pessoas com os outros três palcos do evento, mas as apresentações nele são mais que especiais.

    Isso porque, segundo a organização, a estrutura foi pensada única e exclusivamente para reunir algumas das grandes artistas da música brasileira em shows que vão do R&B ao rap, com uma boa dose de MPB, pop e, claro, rock.

    O novo palco tem 21,6 metros de comprimento e 16 metros de altura. Ele ficará lado a lado com o palco Fortalecendo a Cena, em uma nova área do João Rock, que, para este ano, ganhou mais 20 mil metros quadrados de extensão.

    O João Rock, um dos maiores festivais do Brasil, acontece no dia 3 de junho, no Parque Permanente de Exposições, em Ribeirão Preto. Este ano, o evento comemora 20 anos.

    Majur, Marina Sena, Flora Matos, Manu Gavassi e Ana Carolina inauguram o Aquarela, que, em um futuro próximo, vai ser palco da diversidade no João Rock, como conta o empresário Luit Marques, um dos organizadores do evento.

    “A ideia do Aquarela é colorir o festival. O nome tem um conceito, nós temos de falar sobre a diversidade. O João Rock não vai, e não é uma proposta dele, incluir a diversidade como uma obrigação. Eu acho que o movimento ganha força e os nomes estão surgindo, então isso vai tendo propósito”.

    Também organizador do festival, o empresário Marcelo Rocci, vê o Palco Aquarela como um espaço em construção.

    “Em um primeiro momento, a gente quis homenagear as mulheres e vem percebendo que esse movimento ganha força. A gente tem de contribuir pra que isso, cada ano, possa se tornar uma realidade para que as coisas possam acontecer. O desafio para o ano seguinte é muito maior. A gente pretende, sim, dar continuidade. Pode ser que em um futuro próximo a gente consiga inserir outros artistas”.

    ‘Problema bom’
    Para Rocci, pensar na criação de um novo palco para a edição que comemora os 20 anos foi natural. Contar apenas com mulheres na estreia do espaço, foi inspirador.

    “Ter mais mulheres [no João Rock] é mágico. A gente entende que é uma realidade e vai ser lindo”.

    Segundo o empresário, historicamente, o festival tem apostado em novos espaços a cada data comemorativa.

    “A cada cinco anos, acaba surgindo um palco a mais. Quando a gente fez 15 anos, a gente fez o Palco 2002 e conseguiu colocar as quatro bandas que tocaram na primeira edição do festival. Agora, a gente abre um palco novo em homenagem às mulheres”.
    Para Marques, novos palcos acabam sendo um ‘problema bom’ para a organização, pois pensar em artistas em meio a tanta gente gabaritada no cenário da música brasileira, não é algo fácil de se fazer.

    “Quando você se propõe a criar um palco desse, arruma um problema. Amanhã você vai ter de preencher esse espaço e, pra isso, vai ter de saber coisas novas, acompanhar e trazer tendência, como quando colocamos o Palco Brasil na história. É uma dor de cabeça boa, é fazer, realmente, um movimento que vai gerar mais diversidade, mais música, e os próximos anos vão dizer”.

    Rocci aposta não só na diversidade de artistas, mas muito mais na diversidade da música brasileira para os anos que virão.

    “O Brasil é muito rico musicalmente falando. É um país gigante, com talentos espalhados por todos os lugares e a gente conseguir ter um festival de música nacional, com a abrangência que ele alcançou, recebendo gente do Brasil inteiro é sensacional”.

    Manu e Rita Lee
    Terceira artista a se apresentar no Palco Aquarela no dia 3, Manu Gavassi traz para Ribeirão a turnê Fruto Proibido, homenagem que a cantora vinha prestando à rainha do rock brasileiro, Rita Lee, desde 2022.

    Com a morte da cantora, o peso de representar um dos maiores ícones da música no Brasil está com Manu e não são apenas os fãs que esperam um show memorável.

    “Ela está com uma responsabilidade com essa turnê que vai ter muitos olhos pra ela. Esse vai ser o momento também que pretendo curtir e chorar. A gente não vê muitos shows, mas este aí, vou estar ali na primeira fila”, diz Marques.

    Horários dos shows no palco Aquarela:

    14h30: Majur
    16h30: Marina Sena
    18h30: Flora Matos
    20h30: Manu Gavassi canta Fruto Proibido
    22h30: Ana Carolina canta Cássia Eller

  • Iza dançando com fã mirim, show interrompido por agressão contra mulher e chuva marcam encerramento da Virada Cultural

    Iza dançando com fã mirim, show interrompido por agressão contra mulher e chuva marcam encerramento da Virada Cultural

    Alceu Valença também arrastou multidão de fãs para a Arena Anhangabaú, no Centro de São Paulo; Rita Lee foi homenageada no mesmo palco neste domingo (28).

    A Arena Anhangabaú, na região central de São Paulo, foi a única com 24h de programação musical na Virada Cultural 2023. Neste domingo (28), os principais responsáveis pelo agito foram Alceu Valença e Iza.

    O show da cantora – o último do evento – foi marcado por uma fã mirim dançando no palco com a musa, mas também houve denúncia de agressão contra uma mulher, o que levou à interrupção momentânea do espetáculo. (leia abaixo)

    Além disso, a capital apresentou tempo instável e queda na temperatura – choveu na cidade depois de 18 dias de tempo seco. Mesmo assim, os artistas levaram uma multidão para o Centro da capital, que assistiram às apresentações segurando guarda-chuvas e vestindo capas.

    Fã mirim no palco com Iza

    Durante o show, Iza chamou uma pequena fã para subir no palco. Emocionada, a pequena abraçou a cantora. Em seguida, as duas protagonizaram uma bela performance de coreografia.

    “Uma salva de palmas para esta artista. Parabéns, viu, mamãe. Você tem uma joia”, disse Iza à mãe da criança.

    Agressão contra mulher

    “Parou, parou, parou, parou, por favor”, pediu a cantora logo nos minutos finais de sua apresentação. “Sem violência, gente, sem briga, por favor. Alguém desmaiou?”, perguntou.

    Sem entender o tumulto vindo da plateia, Iza foi informada pelos fãs de que uma mulher havia sido agredida. A multidão vaiou a ocorrência. Minutos depois, agentes da Polícia Militar intervieram na situação e o show seguiu.

    “Bateram em uma mulher? Eu só continuo o show depois de que quem agrediu uma mulher for embora”, afirmou a artista.
    O g1 solicitou à Secretaria da Segurança Pública (SSP) mais informações sobre o incidente, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

    O cantor pernambucano Alceu Valença também deixou sua marca na Virada Cultural 2023 e atraiu grande público na Arena Anhangabaú.

    Horas antes, no mesmo palco, o público foi embalado pelo som dos grandes sucessos da rainha do rock brasileiro, Rita Lee.

    Com participação especial das cantoras Paula Lima e Manu Gavassi, a atração foi comandada pelo guitarrista Beto Lee. Este foi o primeiro show do projeto no qual o filho da artista homenageia a carreira musical da mãe após sua morte, em 8 de maio.

    “Um show emocionante”, disse Beto em entrevista à TV Globo. “A parte mais difícil é escolher o repertório para esse show, porque o que não falta é hit”.